Questões de Concurso Público Prefeitura de Caconde - SP 2026 para Motorista
Foram encontradas 10 questões
Certa vez, meus pais chegaram de viagem estupefatos. Era uma agradável noite de sexta-feira, em pleno verão, e eles vinham da capital — um trajeto de duas horas e meia, no máximo, que faziam cerca de uma vez por mês. No carro ainda estavam minha irmã, meu tio e uma vizinha; assim, todos foram testemunhas. Era normal chegarem cansados, porém comentando animadamente algo de “extraordinário” que ocorrera em sua rápida visita à cidade grande. Qualquer coisa podia ser motivo de espanto para pacatos moradores de uma cidadezinha do interior. Porém, daquela vez, era algo realmente grande: minha família relatava, com toda a seriedade, ter presenciado a aparição de um óvni.
Eu quis saber todos os detalhes, é claro, e foi incrível ouvir as diferentes versões de todos os passageiros. Em resumo, o que ouvi foi que, já no terço final da viagem, pouco depois de anoitecer, minha irmã, no banco de trás do carro, notou pela janela uma luz no céu e brincou, dizendo estar vendo um disco voador. (...)
Excitados com o testemunho e percebendo meu desapontamento por não ter presenciado o acontecimento, meus pais decidiram, na noite seguinte, levar-me até o local do avistamento. Rumamos sem tirar os olhos do céu, que estava apinhado de estrelas, e paramos em um campo próximo à rodovia, debaixo de araucárias, aguardando um novo espetáculo.
Ficamos lá por mais de uma hora, meio temerosos do que poderia ocorrer, conversando sobre aquele que era um dos maiores mistérios do universo. (...)
Se veremos, algum dia, algo realmente espantoso? Tenho certeza de que sim. Até lá, sempre teremos esses encontros incríveis, olhando o céu noturno, conversando sobre o cosmo e o sentido da vida, sentindo-nos pequeninos diante de algo tão imenso e maravilhoso, renovando eternamente nossa infinita capacidade de assombro.
Certa vez, meus pais chegaram de viagem estupefatos. Era uma agradável noite de sexta-feira, em pleno verão, e eles vinham da capital — um trajeto de duas horas e meia, no máximo, que faziam cerca de uma vez por mês. No carro ainda estavam minha irmã, meu tio e uma vizinha; assim, todos foram testemunhas. Era normal chegarem cansados, porém comentando animadamente algo de “extraordinário” que ocorrera em sua rápida visita à cidade grande. Qualquer coisa podia ser motivo de espanto para pacatos moradores de uma cidadezinha do interior. Porém, daquela vez, era algo realmente grande: minha família relatava, com toda a seriedade, ter presenciado a aparição de um óvni.
Eu quis saber todos os detalhes, é claro, e foi incrível ouvir as diferentes versões de todos os passageiros. Em resumo, o que ouvi foi que, já no terço final da viagem, pouco depois de anoitecer, minha irmã, no banco de trás do carro, notou pela janela uma luz no céu e brincou, dizendo estar vendo um disco voador. (...)
Excitados com o testemunho e percebendo meu desapontamento por não ter presenciado o acontecimento, meus pais decidiram, na noite seguinte, levar-me até o local do avistamento. Rumamos sem tirar os olhos do céu, que estava apinhado de estrelas, e paramos em um campo próximo à rodovia, debaixo de araucárias, aguardando um novo espetáculo.
Ficamos lá por mais de uma hora, meio temerosos do que poderia ocorrer, conversando sobre aquele que era um dos maiores mistérios do universo. (...)
Se veremos, algum dia, algo realmente espantoso? Tenho certeza de que sim. Até lá, sempre teremos esses encontros incríveis, olhando o céu noturno, conversando sobre o cosmo e o sentido da vida, sentindo-nos pequeninos diante de algo tão imenso e maravilhoso, renovando eternamente nossa infinita capacidade de assombro.
Certa vez, meus pais chegaram de viagem estupefatos. Era uma agradável noite de sexta-feira, em pleno verão, e eles vinham da capital — um trajeto de duas horas e meia, no máximo, que faziam cerca de uma vez por mês. No carro ainda estavam minha irmã, meu tio e uma vizinha; assim, todos foram testemunhas. Era normal chegarem cansados, porém comentando animadamente algo de “extraordinário” que ocorrera em sua rápida visita à cidade grande. Qualquer coisa podia ser motivo de espanto para pacatos moradores de uma cidadezinha do interior. Porém, daquela vez, era algo realmente grande: minha família relatava, com toda a seriedade, ter presenciado a aparição de um óvni.
Eu quis saber todos os detalhes, é claro, e foi incrível ouvir as diferentes versões de todos os passageiros. Em resumo, o que ouvi foi que, já no terço final da viagem, pouco depois de anoitecer, minha irmã, no banco de trás do carro, notou pela janela uma luz no céu e brincou, dizendo estar vendo um disco voador. (...)
Excitados com o testemunho e percebendo meu desapontamento por não ter presenciado o acontecimento, meus pais decidiram, na noite seguinte, levar-me até o local do avistamento. Rumamos sem tirar os olhos do céu, que estava apinhado de estrelas, e paramos em um campo próximo à rodovia, debaixo de araucárias, aguardando um novo espetáculo.
Ficamos lá por mais de uma hora, meio temerosos do que poderia ocorrer, conversando sobre aquele que era um dos maiores mistérios do universo. (...)
Se veremos, algum dia, algo realmente espantoso? Tenho certeza de que sim. Até lá, sempre teremos esses encontros incríveis, olhando o céu noturno, conversando sobre o cosmo e o sentido da vida, sentindo-nos pequeninos diante de algo tão imenso e maravilhoso, renovando eternamente nossa infinita capacidade de assombro.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Assinale a alternativa em que a forma reescrita do pensamento acima se encontra com a pontuaçao totalmente correta.
Na fala de um dos personagens nos quadrinhos acima, a palavra “duro” funciona como um:
- Traga um pedaço de madeira para fazer uma escultura.
- Para _______ , trabalhar no tempo frio é bem mais agradável.
- Não há nada errado entre ________ e vocês.