Questões de Concurso Público Prefeitura de Caçapava - SP 2026 para Professor II (PII) - Português

Foram encontradas 25 questões

Q3816834 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica do tempo.


    Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão. 


    O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)


    Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente. 


    Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...


    E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..


    Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...


    O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.


    E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)


    Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!


    Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.


    Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)


TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em . 

É correto afirmar que, no texto “Crônica do tempo”, o autor apresenta uma relação:
Alternativas
Q3816835 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica do tempo.


    Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão. 


    O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)


    Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente. 


    Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...


    E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..


    Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...


    O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.


    E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)


    Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!


    Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.


    Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)


TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em . 

“nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 
Alternativas
Q3816836 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica do tempo.


    Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão. 


    O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)


    Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente. 


    Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...


    E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..


    Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...


    O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.


    E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)


    Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!


    Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.


    Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)


TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em . 

“O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de.”
A palavra destacada e repetida enfaticamente no trecho acima é um(a): 
Alternativas
Q3816837 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta todas as palavras escritas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3816838 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada indica uma circunstância em relação ao enunciado completo, e não apenas a uma parte dele. 
Alternativas
Q3816839 Português
Preencha as lacunas abaixo adequadamente com “a” ou “à”, de acordo com a norma-padrão. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
- Esteja em casa __ uma hora em ponto.
- Daqui __ três meses estarei de volta.
- Fiz referência __ todas as pessoas de bem.
- Tudo se deu __ custa de muito sacrifício. 
Alternativas
Q3816840 Português
Analise a concordância estabelecida pela forma verbal destacada em cada enunciado abaixo, assinalando C ou E conforme esteja respectivamente certa ou errada, de acordo com a norma-padrão. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
(   ) Grande parte das pessoas foram embora.
(   ) Algum de nós pedimos uma pausa?
(   ) Era meia-noite e meia quando ela chegou.
(   ) O carro dos convidados chegaram logo. 
Alternativas
Q3816841 Português
                                                                   Imagem associada para resolução da questão
CAZO, Luiz Fernando. Plantações. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-plantacoes/>.

A forma verbal “deveríamos”, empregada na charge acima, indica uma ação: 
Alternativas
Q3816843 Português
Assinale a alternativa que apresenta um enunciado totalmente correto em relação ao emprego do pronome de tratamento, de acordo com a comunicação técnica oficial. 
Alternativas
Q3817777 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.

Começando pela cozinha

        Sugeri, faz tempo, que para entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome.

        Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia um pomar enorme que eu devorava com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas pitangas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar.

        O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo. Se eu não tivesse visto e desejado as ditas pitangas minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar.

        Se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido as perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de encontrar outra solução: “construa uma maquineta de roubar pitangas”. (...)

        A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”. A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve provocar a fome.

ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista Educação. Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
Em relação ao texto “Começando pela cozinha”, é correto afirmar que o autor: 
Alternativas
Q3817778 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.

Começando pela cozinha

        Sugeri, faz tempo, que para entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome.

        Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia um pomar enorme que eu devorava com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas pitangas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar.

        O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo. Se eu não tivesse visto e desejado as ditas pitangas minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar.

        Se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido as perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de encontrar outra solução: “construa uma maquineta de roubar pitangas”. (...)

        A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”. A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve provocar a fome.

ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista Educação. Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
“O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo.”
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual é empregada a palavra destacada no trecho acima. 
Alternativas
Q3817779 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.

Começando pela cozinha

        Sugeri, faz tempo, que para entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome.

        Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia um pomar enorme que eu devorava com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas pitangas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar.

        O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo. Se eu não tivesse visto e desejado as ditas pitangas minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar.

        Se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido as perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de encontrar outra solução: “construa uma maquineta de roubar pitangas”. (...)

        A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”. A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve provocar a fome.

ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista Educação. Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
“Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia.”
A palavra destacada no trecho acima relaciona-se ao sentido de: 
Alternativas
Q3817780 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3817781 Português
“Creio que uma forma de felicidade é a leitura.” (Jorge Luís Borges)
É correto afirmar que, no período acima, a forma verbal destacada: 
Alternativas
Q3817782 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada indica uma circunstância da ação, e não a qualidade de um ser. 
Alternativas
Q3817783 Português

                                                                       Imagem associada para resolução da questão

Disponível em <https://finephoto.com.br/poesia-concreta-o-poema-como-objeto/>.


Em relação ao texto acima, é correto afirmar que foram explorados recursos semióticos estabelecendo relação entre:

Alternativas
Q3817784 Português
Assinale a alternativa cujo elemento destacado é um modalizador, que exprime o ponto de vista do locutor, não se referindo a nenhum elemento linguístico do enunciado.
Alternativas
Q3817785 Português
“O chefe pediu ao seu assessor: – Você pode me informar quantas horas são?”
Reescrevendo o trecho acima, fica correta a seguinte alternativa, incluindo a pontuação de acordo com a norma-padrão. 
Alternativas
Q3817786 Português

Assinale a alternativa que apresenta uma junção correta dos dois enunciados a seguir:


- Quero lhe apresentar o meu amigo.


- Confio muito na capacidade do meu amigo.

Alternativas
Q3817787 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado tem função vocativa, indicando um chamado.
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: C
4: B
5: A
6: E
7: C
8: A
9: E
10: A
11: C
12: E
13: B
14: D
15: A
16: E
17: B
18: C
19: D
20: D