Questões de Concurso Público Autarquia Municipal de Saúde 2026 para Faxineiro
Foram encontradas 20 questões
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Bolinhas de gude
Eu era garoto e amava aquelas bolinhas de vidro transparentes, lindas e multicoloridas. Meu Tio Gustavo me dera uma caixa de sapatos cheia delas no meu aniversário de 7 anos. As tais "paulistinhas" tinham em seu interior uma espécie de folha tridimensional com três ou quatro cores, outras vinham sem transparência, mas com listas vermelhas, azuis, amarelas e brancas.
A molecada se matava por elas no jogo de embocar. O jogo de embocar era assim: fazíamos 6 buracos na terra (acreditem, ainda era possível brincar na terra!), dispostos em "L" e usando tampinhas de garrafas. Girávamos a tampinha em seu eixo no chão, cavando até formatar uma pequena cova que serviria pra "embocar" as bolinhas de gude lançadas pelos jogadores.
O competidor acomodava uma bolinha entre os dedos médio e polegar, e com a ponta do indicador a estabilizava. Nisso, o polegar meio escondido sob o dedo médio catapultava a bolinha apoiada no indicador. Esta bolinha tinha como destino o próximo buraco no chão.
(...)
Os muros baixos das casas cederam espaço às grades, e as moradias viraram prisões. A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo. Sabem o que eu faria se tivesse algum poder? Criaria uma máquina do tempo para transportar nossas crianças para a época da minha infância, cujas brincadeiras eram simples, mas muito divertidas.
GREGO. Bolinhas de gude. Recanto das letras. Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6379264>.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Bolinhas de gude
Eu era garoto e amava aquelas bolinhas de vidro transparentes, lindas e multicoloridas. Meu Tio Gustavo me dera uma caixa de sapatos cheia delas no meu aniversário de 7 anos. As tais "paulistinhas" tinham em seu interior uma espécie de folha tridimensional com três ou quatro cores, outras vinham sem transparência, mas com listas vermelhas, azuis, amarelas e brancas.
A molecada se matava por elas no jogo de embocar. O jogo de embocar era assim: fazíamos 6 buracos na terra (acreditem, ainda era possível brincar na terra!), dispostos em "L" e usando tampinhas de garrafas. Girávamos a tampinha em seu eixo no chão, cavando até formatar uma pequena cova que serviria pra "embocar" as bolinhas de gude lançadas pelos jogadores.
O competidor acomodava uma bolinha entre os dedos médio e polegar, e com a ponta do indicador a estabilizava. Nisso, o polegar meio escondido sob o dedo médio catapultava a bolinha apoiada no indicador. Esta bolinha tinha como destino o próximo buraco no chão.
(...)
Os muros baixos das casas cederam espaço às grades, e as moradias viraram prisões. A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo. Sabem o que eu faria se tivesse algum poder? Criaria uma máquina do tempo para transportar nossas crianças para a época da minha infância, cujas brincadeiras eram simples, mas muito divertidas.
GREGO. Bolinhas de gude. Recanto das letras. Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6379264>.
As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem, são sinônimas de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Bolinhas de gude
Eu era garoto e amava aquelas bolinhas de vidro transparentes, lindas e multicoloridas. Meu Tio Gustavo me dera uma caixa de sapatos cheia delas no meu aniversário de 7 anos. As tais "paulistinhas" tinham em seu interior uma espécie de folha tridimensional com três ou quatro cores, outras vinham sem transparência, mas com listas vermelhas, azuis, amarelas e brancas.
A molecada se matava por elas no jogo de embocar. O jogo de embocar era assim: fazíamos 6 buracos na terra (acreditem, ainda era possível brincar na terra!), dispostos em "L" e usando tampinhas de garrafas. Girávamos a tampinha em seu eixo no chão, cavando até formatar uma pequena cova que serviria pra "embocar" as bolinhas de gude lançadas pelos jogadores.
O competidor acomodava uma bolinha entre os dedos médio e polegar, e com a ponta do indicador a estabilizava. Nisso, o polegar meio escondido sob o dedo médio catapultava a bolinha apoiada no indicador. Esta bolinha tinha como destino o próximo buraco no chão.
(...)
Os muros baixos das casas cederam espaço às grades, e as moradias viraram prisões. A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo. Sabem o que eu faria se tivesse algum poder? Criaria uma máquina do tempo para transportar nossas crianças para a época da minha infância, cujas brincadeiras eram simples, mas muito divertidas.
GREGO. Bolinhas de gude. Recanto das letras. Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6379264>.
As formas verbais destacadas no trecho acima expressam, nessa mesma ordem, os sentidos de uma ação:
( ) Estive há apenas duzentos metros da praia.
( ) Daqui a alguns anos, vamos nos lembrar deste momento com risadas.
( ) Enquanto a vida, existe esperança!
( ) Por enquanto vou ficar há espera de um milagre.
DUKE. Disponível em <http://www.significados.com.br/charge-e-cartum/>. A conjunção "mas", empregada na fala da personagem da charge acima, supõe uma ideia:
Assinale a alternativa em que qualquer uma das três expressões propostas completa corretamente a lacuna a seguir:
• Professor, preciso muito falar ________ sobre uma situação.
• Você quer sair ________ mesmos hoje?
• Venha ________ e você verá as maravilhas desta cidade.
• Ela disse que queria falar ________ próprios.
• Insisto que vocês ____________ de nós.
• Nós jamais ____________ de incompetentes.
• Nunca naquela cidade ____________ tanto sobre escolaridade.
( ) Um dos assessores do prefeito nos apresentou proposta de parceria.
( ) Houveram várias manifestações em prol da assistência médica gratuita.
( ) A relação das instituições beneficentes chegaram até nós sem problema.
( ) Haverá de caber todos os equipamentos de proteção individual na nossa mala.