Questões de Concurso Público Prefeitura de Laranjal Paulista - SP 2025 para Professor de Educação Básica em Área Específica - PEB II - Português

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Q3793815 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os amigos invisíveis


    Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação.

    Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira.

    Temos o costume de confundir amizade com onipresença, e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão.

     Amizade não é dependência, submissão. Não se tem amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente.

    Se o amigo desaparece por semanas, imediatamente se conclui que ele ficou chateado por alguma coisa. Diante de ausências mais longas e severas, cobramos telefonemas e visitas. E já se está falando mal dele por falta de notícias. Logo dele que nunca fez nada de errado!

     O que é mais importante: a proximidade física ou a afetiva? A proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo pode ser um álibi ou cúmplice ou um bajulador ou um oportunista, ambicionando interesses que não o da simples troca e convívio. (...) 

    Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia. Significativos em cada etapa de formação. Não estão na nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinado, de forma perceptível, as nossas atitudes.

    Quantas juras foram feitas em bares a amigos bêbados e trôpegos?

     Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade.


CARPINEJAR, Fabrício. Os amigos invisíveis. 4 crônicas sobre amizade. Disponível em .<https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicassobre-amizade-fabricio-carpinejar>.



Em relação ao texto “Os amigos invisíveis”, é correto afirmar que o autor: 
Alternativas
Q3793816 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os amigos invisíveis


    Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação.

    Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira.

    Temos o costume de confundir amizade com onipresença, e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão.

     Amizade não é dependência, submissão. Não se tem amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente.

    Se o amigo desaparece por semanas, imediatamente se conclui que ele ficou chateado por alguma coisa. Diante de ausências mais longas e severas, cobramos telefonemas e visitas. E já se está falando mal dele por falta de notícias. Logo dele que nunca fez nada de errado!

     O que é mais importante: a proximidade física ou a afetiva? A proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo pode ser um álibi ou cúmplice ou um bajulador ou um oportunista, ambicionando interesses que não o da simples troca e convívio. (...) 

    Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia. Significativos em cada etapa de formação. Não estão na nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinado, de forma perceptível, as nossas atitudes.

    Quantas juras foram feitas em bares a amigos bêbados e trôpegos?

     Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade.


CARPINEJAR, Fabrício. Os amigos invisíveis. 4 crônicas sobre amizade. Disponível em .<https://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicassobre-amizade-fabricio-carpinejar>.



“estão em nossa personalidade, determinado, de forma perceptível, as nossas atitudes.”

A sentido da palavra destacada no trecho acima é relacionado a alguma coisa:
Alternativas
Q3793817 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada está empregada corretamente, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3793818 Português
Assinale a alternativa cuja frase apresenta um numeral fracionário.
Alternativas
Q3793819 Português
“Numa época como a nossa, em que a rapidez e a praticidade devem imperar, é necessário que a comunicação seja linguisticamente econômica. Entende-se por mensagem concisa, pois, aquela redigida com ________, comunicando apenas o ________ e desprezando as explicações ________” (Dileta Silveira Martins e Lúbia Scliar Zilberknop)

Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem, de acordo com a redação técnica oficial.
Alternativas
Q3806088 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adolescentes do ano 2000


    Elas se telefonam, se bipam, marcam encontros e se reúnem nervosas diante da escrivaninha, cadernos e livros abertos e espalhados. Não devo dizer escrivaninha, é termo da minha adolescência, e entre a minha e a da minha filha se passaram 47 anos, o Brasil mudou, as palavras mudaram. No entanto, alguma coisa permanece imutável. Percebo ao passar pelo corredor, vendo-as no quarto, deitadas no chão, sentadas à escrivaninha, livros e cadernos compulsados, sofregamente. Não, não se diz caderno, e sim fichário. Elas estão ansiosas, inquietas. São dias de prova. O clima é o mesmo da minha adolescência. Na aula a atenção se dirigia pouco ao professor. A menos que fosse criativo e soubesse segurar a classe. Se houvesse, como hoje, jovens professores, as meninas gostariam mais. Por que nossos professores pareciam velhos e sisudos?

    Nas vésperas das provas, os estoques de Pervitin esgotavam-se nas farmácias. Era preciso passar a noite acordado. Podíamos comprar Pervitin sem receita. Mas ninguém se viciava, pois era apenas para as provas. A ansiedade que essas meninas sentem é a mesma que sofríamos. Uma angústia que as deixa desatentas, irritadas. Viram e reviram páginas do livro, apostilas, pulam de um ponto ao outro, sem concentração. Como todos fizemos, menos os CDFs. Esses sabiam e sabem tudo. De que matéria orgânica são feitos? Chegava um momento, na véspera da prova, que cada um decidia aprender bem um único ponto e jogar na sorte. Era a Mega Sena educacional. (...)

    Há uma diferença entre essa geração e a minha. A atual não recorre aos poderes superiores. Nunca as vi rezando. Nem pondo sobre a mesa santinhos de Santo Expedito ou São Roque. Contam com elas mesmas. Na minha época, dia de exame final, era uma romaria à igreja. Findos os estudos, a vida seria leve. Como supor que o coração jamais descansa? Os santos recebiam com o olhar complacente as promessas que, sabiam, seriam esquecidas. (...) Chegamos ao ano 2000 e nada mudou! Mesmo tendo tudo mudado. A adolescência será sempre uma e indivisível! Sofredora e feliz. Assim, carregamos a vida toda um coração adolescente, dolorido um dia, sorridente no outro.


BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Adolescentes do ano 2000. Disponível em .<https://www.professorcadu.com.br/blog/adoles
centes-do-ano-2000/1>.
Em relação ao texto “Adolescentes do ano 2000”, é correto afirmar que se trata de um(a):
Alternativas
Q3806089 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adolescentes do ano 2000


    Elas se telefonam, se bipam, marcam encontros e se reúnem nervosas diante da escrivaninha, cadernos e livros abertos e espalhados. Não devo dizer escrivaninha, é termo da minha adolescência, e entre a minha e a da minha filha se passaram 47 anos, o Brasil mudou, as palavras mudaram. No entanto, alguma coisa permanece imutável. Percebo ao passar pelo corredor, vendo-as no quarto, deitadas no chão, sentadas à escrivaninha, livros e cadernos compulsados, sofregamente. Não, não se diz caderno, e sim fichário. Elas estão ansiosas, inquietas. São dias de prova. O clima é o mesmo da minha adolescência. Na aula a atenção se dirigia pouco ao professor. A menos que fosse criativo e soubesse segurar a classe. Se houvesse, como hoje, jovens professores, as meninas gostariam mais. Por que nossos professores pareciam velhos e sisudos?

    Nas vésperas das provas, os estoques de Pervitin esgotavam-se nas farmácias. Era preciso passar a noite acordado. Podíamos comprar Pervitin sem receita. Mas ninguém se viciava, pois era apenas para as provas. A ansiedade que essas meninas sentem é a mesma que sofríamos. Uma angústia que as deixa desatentas, irritadas. Viram e reviram páginas do livro, apostilas, pulam de um ponto ao outro, sem concentração. Como todos fizemos, menos os CDFs. Esses sabiam e sabem tudo. De que matéria orgânica são feitos? Chegava um momento, na véspera da prova, que cada um decidia aprender bem um único ponto e jogar na sorte. Era a Mega Sena educacional. (...)

    Há uma diferença entre essa geração e a minha. A atual não recorre aos poderes superiores. Nunca as vi rezando. Nem pondo sobre a mesa santinhos de Santo Expedito ou São Roque. Contam com elas mesmas. Na minha época, dia de exame final, era uma romaria à igreja. Findos os estudos, a vida seria leve. Como supor que o coração jamais descansa? Os santos recebiam com o olhar complacente as promessas que, sabiam, seriam esquecidas. (...) Chegamos ao ano 2000 e nada mudou! Mesmo tendo tudo mudado. A adolescência será sempre uma e indivisível! Sofredora e feliz. Assim, carregamos a vida toda um coração adolescente, dolorido um dia, sorridente no outro.


BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Adolescentes do ano 2000. Disponível em .<https://www.professorcadu.com.br/blog/adoles
centes-do-ano-2000/1>.
“Por que nossos professores pareciam velhos e sisudos?”

A palavra destacada no trecho acima possui o mesmo sentido que:
Alternativas
Q3806090 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adolescentes do ano 2000


    Elas se telefonam, se bipam, marcam encontros e se reúnem nervosas diante da escrivaninha, cadernos e livros abertos e espalhados. Não devo dizer escrivaninha, é termo da minha adolescência, e entre a minha e a da minha filha se passaram 47 anos, o Brasil mudou, as palavras mudaram. No entanto, alguma coisa permanece imutável. Percebo ao passar pelo corredor, vendo-as no quarto, deitadas no chão, sentadas à escrivaninha, livros e cadernos compulsados, sofregamente. Não, não se diz caderno, e sim fichário. Elas estão ansiosas, inquietas. São dias de prova. O clima é o mesmo da minha adolescência. Na aula a atenção se dirigia pouco ao professor. A menos que fosse criativo e soubesse segurar a classe. Se houvesse, como hoje, jovens professores, as meninas gostariam mais. Por que nossos professores pareciam velhos e sisudos?

    Nas vésperas das provas, os estoques de Pervitin esgotavam-se nas farmácias. Era preciso passar a noite acordado. Podíamos comprar Pervitin sem receita. Mas ninguém se viciava, pois era apenas para as provas. A ansiedade que essas meninas sentem é a mesma que sofríamos. Uma angústia que as deixa desatentas, irritadas. Viram e reviram páginas do livro, apostilas, pulam de um ponto ao outro, sem concentração. Como todos fizemos, menos os CDFs. Esses sabiam e sabem tudo. De que matéria orgânica são feitos? Chegava um momento, na véspera da prova, que cada um decidia aprender bem um único ponto e jogar na sorte. Era a Mega Sena educacional. (...)

    Há uma diferença entre essa geração e a minha. A atual não recorre aos poderes superiores. Nunca as vi rezando. Nem pondo sobre a mesa santinhos de Santo Expedito ou São Roque. Contam com elas mesmas. Na minha época, dia de exame final, era uma romaria à igreja. Findos os estudos, a vida seria leve. Como supor que o coração jamais descansa? Os santos recebiam com o olhar complacente as promessas que, sabiam, seriam esquecidas. (...) Chegamos ao ano 2000 e nada mudou! Mesmo tendo tudo mudado. A adolescência será sempre uma e indivisível! Sofredora e feliz. Assim, carregamos a vida toda um coração adolescente, dolorido um dia, sorridente no outro.


BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Adolescentes do ano 2000. Disponível em .<https://www.professorcadu.com.br/blog/adoles
centes-do-ano-2000/1>.
“Por que nossos professores pareciam velhos e sisudos?”

Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima totalmente correta.
Alternativas
Q3806091 Português

Q29.png (241×233)


(Paulo Leminski)


No texto acima, é correto afirmar que o autor:

Alternativas
Q3806092 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um modalizador, ou seja, remete a uma postura do autor, não se referindo a nenhum termo específico da frase.
Alternativas
Q3806093 Português
Q31.png (313×224)
JUNIÃO. Escolas transformadoras. Disponível em .<https://juniao.com.br/chargecartum/>.

A fala da personagem na charge acima apresenta as formas verbais no(a):
Alternativas
Q3806094 Português
Assinale a alternativa em cujo enunciado a palavra “chuva(s)” é empregada com sentido figurado.
Alternativas
Q3806095 Português
“A variação linguística resulta da adaptação ________ da língua aos diferentes contextos sociais, regionais, históricos e situacionais, manifestando-se por meio de formas ________ de falar e escrever que, embora ________ entre si, são igualmente legítimas dentro das necessidades comunicativas de seus grupos de usuários.”

Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.
Alternativas
Q3806097 Português
“A gramática normativa é o conjunto de princípios e _______ que _______ a norma-padrão da língua, buscando orientar o uso formal do português, ao mesmo tempo que reconhece sua função como referência de ________ sem anular a diversidade linguística existente.”

Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.
Alternativas
Q3806098 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3806099 Português
Assinale a alternativa em cujo enunciado a palavra destacada apresenta o sentido de causa.
Alternativas
Respostas
1: B
2: E
3: A
4: E
5: D
6: B
7: D
8: C
9: A
10: B
11: B
12: E
13: A
14: E
15: D
16: C