Questões de Concurso Público Prefeitura de Cerquilho - SP 2025 para PEB II - Inglês

Foram encontradas 50 questões

Q3647270 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma aurora doida


        A aurora chegou tão bonita vestida de rosa, passou pela vidraça do quarto do hotel, de que não corro nunca as cortinas, passou através de minhas pálpebras, acordou meus olhos. Mas não me acordou a alma, que ficou dorme-simdorme-não, muito boba e semi-iluminada. Minha alma cheia de caracóis e formiguinhas.


        Depois ela, a aurora, foi esvoaçar sobre os telhados e era como se aquilo estivesse acontecendo no passado e todo mundo fosse vivo. Meus olhos ficaram namorando aquela aurora doida que esvoaçava e se adelgaçava e me alienava e deixava nascer de seu ventre róseo os primeiros passarinhos matutinos.


        Como são vivos e novos os passarinhos enxotados pela aurora! Como a alma de um homem é boba e vadia! Como a doçura da preguiça de uma criatura que amanhece é infinita! Como às vezes, tantas vezes, ao surgir o dia, o homem se descobre miraculosamente perdoado de todos os crimes, crimes não, das coisas feias que cometeu e das coisas belas que deixou de cometer. Quem nos perdoa, não sabemos. Deve ser assim: o sofrimento se junta, vai juntando dentro da gente, arranhando, lacerando, doendo, até que um dia a dor é tanta que nos pune. Então ficamos perdoados e felizes. Puros, recomeçamos de alma nova, passada a limpo como um exercício de escola.


        Mas a aurora começou a sentir que ia morrer. Ficou pálida. Ficou mais pálida ainda. Um ventinho frio levantava as grinaldas da janela. As árvores começaram por milagre a dar folhas, flores e frutos. Os pássaros se coloriram. Ônibus fumacentos avançaram sobre a cidade. Homens gritavam vendendo coisas. A aurora foi ficando palidíssima e morreu, morreu diante dos meus olhos, no instante em que duas estrelinhas tímidas eram riscadas do espetáculo noturno. Amanhecia depressa demais. 


        Tinha chegado a hora do enterro da aurora. O coche, puxado por andorinhas de sobrecasaca, foi levado com solenidade para longe, para muito além de um monte azulmarinho e desapareceu.


        Fiquei só outra vez, mas não dei a mínima. Por um momento quis que a aurora voltasse. Depois resolvi ser novamente um homem, com duas pernas, dois braços, dez dedos práticos, uma cabeça mais ou menos, mas capaz de decidir onde devo pôr os meus pés. Não é sadio ficar chorando a perda de uma aurora, mesmo uma aurora tão especial como aquela, capaz de perdoar-nos de todos os pecados.


        Ergui-me da cama resoluto como um rei e fui lavar esta minha cara de português subjetivo. Escovei os dentes com um máximo de confiança. Abençoado sejas, irmão dentifrício, que me refrescas a boca habituada a venenos. Em jejum de alimento e ideias, acendi meu primeiro cigarro. Que me dá tosse. Abençoada sejas, irmã fumaça, que sobes para o céu.


        Deitei-me na cama de novo, enquanto os cavalos dos poemas antigos traziam o astro-rei em atropelada brilhante. Vi-os, fortes e louros, irromper pelo céu onde tinha morrido de morte linda a aurora. Abençoado seja o Sol. Abençoado seja o dia. Abençoada seja a preguiça. Abençoados sejam os pássaros. Abençoadas sejam as criaturas. E abençoada seja a aurora. Que me perdoa de meus pecados.


CAMPOS, P. M. Uma aurora doida. In: Primeiro Plano ‒ Diário Carioca, 1959. Disponível em  .

No texto, por vezes, o narrador se utiliza da figura de linguagem de personificação. Um trecho que o exemplifica é:
Alternativas
Q3647271 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma aurora doida


        A aurora chegou tão bonita vestida de rosa, passou pela vidraça do quarto do hotel, de que não corro nunca as cortinas, passou através de minhas pálpebras, acordou meus olhos. Mas não me acordou a alma, que ficou dorme-simdorme-não, muito boba e semi-iluminada. Minha alma cheia de caracóis e formiguinhas.


        Depois ela, a aurora, foi esvoaçar sobre os telhados e era como se aquilo estivesse acontecendo no passado e todo mundo fosse vivo. Meus olhos ficaram namorando aquela aurora doida que esvoaçava e se adelgaçava e me alienava e deixava nascer de seu ventre róseo os primeiros passarinhos matutinos.


        Como são vivos e novos os passarinhos enxotados pela aurora! Como a alma de um homem é boba e vadia! Como a doçura da preguiça de uma criatura que amanhece é infinita! Como às vezes, tantas vezes, ao surgir o dia, o homem se descobre miraculosamente perdoado de todos os crimes, crimes não, das coisas feias que cometeu e das coisas belas que deixou de cometer. Quem nos perdoa, não sabemos. Deve ser assim: o sofrimento se junta, vai juntando dentro da gente, arranhando, lacerando, doendo, até que um dia a dor é tanta que nos pune. Então ficamos perdoados e felizes. Puros, recomeçamos de alma nova, passada a limpo como um exercício de escola.


        Mas a aurora começou a sentir que ia morrer. Ficou pálida. Ficou mais pálida ainda. Um ventinho frio levantava as grinaldas da janela. As árvores começaram por milagre a dar folhas, flores e frutos. Os pássaros se coloriram. Ônibus fumacentos avançaram sobre a cidade. Homens gritavam vendendo coisas. A aurora foi ficando palidíssima e morreu, morreu diante dos meus olhos, no instante em que duas estrelinhas tímidas eram riscadas do espetáculo noturno. Amanhecia depressa demais. 


        Tinha chegado a hora do enterro da aurora. O coche, puxado por andorinhas de sobrecasaca, foi levado com solenidade para longe, para muito além de um monte azulmarinho e desapareceu.


        Fiquei só outra vez, mas não dei a mínima. Por um momento quis que a aurora voltasse. Depois resolvi ser novamente um homem, com duas pernas, dois braços, dez dedos práticos, uma cabeça mais ou menos, mas capaz de decidir onde devo pôr os meus pés. Não é sadio ficar chorando a perda de uma aurora, mesmo uma aurora tão especial como aquela, capaz de perdoar-nos de todos os pecados.


        Ergui-me da cama resoluto como um rei e fui lavar esta minha cara de português subjetivo. Escovei os dentes com um máximo de confiança. Abençoado sejas, irmão dentifrício, que me refrescas a boca habituada a venenos. Em jejum de alimento e ideias, acendi meu primeiro cigarro. Que me dá tosse. Abençoada sejas, irmã fumaça, que sobes para o céu.


        Deitei-me na cama de novo, enquanto os cavalos dos poemas antigos traziam o astro-rei em atropelada brilhante. Vi-os, fortes e louros, irromper pelo céu onde tinha morrido de morte linda a aurora. Abençoado seja o Sol. Abençoado seja o dia. Abençoada seja a preguiça. Abençoados sejam os pássaros. Abençoadas sejam as criaturas. E abençoada seja a aurora. Que me perdoa de meus pecados.


CAMPOS, P. M. Uma aurora doida. In: Primeiro Plano ‒ Diário Carioca, 1959. Disponível em  .

O trecho a seguir, retirado do texto, que apresenta um advérbio de modo é:
Alternativas
Q3647272 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma aurora doida


        A aurora chegou tão bonita vestida de rosa, passou pela vidraça do quarto do hotel, de que não corro nunca as cortinas, passou através de minhas pálpebras, acordou meus olhos. Mas não me acordou a alma, que ficou dorme-simdorme-não, muito boba e semi-iluminada. Minha alma cheia de caracóis e formiguinhas.


        Depois ela, a aurora, foi esvoaçar sobre os telhados e era como se aquilo estivesse acontecendo no passado e todo mundo fosse vivo. Meus olhos ficaram namorando aquela aurora doida que esvoaçava e se adelgaçava e me alienava e deixava nascer de seu ventre róseo os primeiros passarinhos matutinos.


        Como são vivos e novos os passarinhos enxotados pela aurora! Como a alma de um homem é boba e vadia! Como a doçura da preguiça de uma criatura que amanhece é infinita! Como às vezes, tantas vezes, ao surgir o dia, o homem se descobre miraculosamente perdoado de todos os crimes, crimes não, das coisas feias que cometeu e das coisas belas que deixou de cometer. Quem nos perdoa, não sabemos. Deve ser assim: o sofrimento se junta, vai juntando dentro da gente, arranhando, lacerando, doendo, até que um dia a dor é tanta que nos pune. Então ficamos perdoados e felizes. Puros, recomeçamos de alma nova, passada a limpo como um exercício de escola.


        Mas a aurora começou a sentir que ia morrer. Ficou pálida. Ficou mais pálida ainda. Um ventinho frio levantava as grinaldas da janela. As árvores começaram por milagre a dar folhas, flores e frutos. Os pássaros se coloriram. Ônibus fumacentos avançaram sobre a cidade. Homens gritavam vendendo coisas. A aurora foi ficando palidíssima e morreu, morreu diante dos meus olhos, no instante em que duas estrelinhas tímidas eram riscadas do espetáculo noturno. Amanhecia depressa demais. 


        Tinha chegado a hora do enterro da aurora. O coche, puxado por andorinhas de sobrecasaca, foi levado com solenidade para longe, para muito além de um monte azulmarinho e desapareceu.


        Fiquei só outra vez, mas não dei a mínima. Por um momento quis que a aurora voltasse. Depois resolvi ser novamente um homem, com duas pernas, dois braços, dez dedos práticos, uma cabeça mais ou menos, mas capaz de decidir onde devo pôr os meus pés. Não é sadio ficar chorando a perda de uma aurora, mesmo uma aurora tão especial como aquela, capaz de perdoar-nos de todos os pecados.


        Ergui-me da cama resoluto como um rei e fui lavar esta minha cara de português subjetivo. Escovei os dentes com um máximo de confiança. Abençoado sejas, irmão dentifrício, que me refrescas a boca habituada a venenos. Em jejum de alimento e ideias, acendi meu primeiro cigarro. Que me dá tosse. Abençoada sejas, irmã fumaça, que sobes para o céu.


        Deitei-me na cama de novo, enquanto os cavalos dos poemas antigos traziam o astro-rei em atropelada brilhante. Vi-os, fortes e louros, irromper pelo céu onde tinha morrido de morte linda a aurora. Abençoado seja o Sol. Abençoado seja o dia. Abençoada seja a preguiça. Abençoados sejam os pássaros. Abençoadas sejam as criaturas. E abençoada seja a aurora. Que me perdoa de meus pecados.


CAMPOS, P. M. Uma aurora doida. In: Primeiro Plano ‒ Diário Carioca, 1959. Disponível em  .

No contexto “aquela aurora doida que esvoaçava e se adelgaçava, o termo em destaque tem o mesmo sentido que:
Alternativas
Q3647273 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma aurora doida


        A aurora chegou tão bonita vestida de rosa, passou pela vidraça do quarto do hotel, de que não corro nunca as cortinas, passou através de minhas pálpebras, acordou meus olhos. Mas não me acordou a alma, que ficou dorme-simdorme-não, muito boba e semi-iluminada. Minha alma cheia de caracóis e formiguinhas.


        Depois ela, a aurora, foi esvoaçar sobre os telhados e era como se aquilo estivesse acontecendo no passado e todo mundo fosse vivo. Meus olhos ficaram namorando aquela aurora doida que esvoaçava e se adelgaçava e me alienava e deixava nascer de seu ventre róseo os primeiros passarinhos matutinos.


        Como são vivos e novos os passarinhos enxotados pela aurora! Como a alma de um homem é boba e vadia! Como a doçura da preguiça de uma criatura que amanhece é infinita! Como às vezes, tantas vezes, ao surgir o dia, o homem se descobre miraculosamente perdoado de todos os crimes, crimes não, das coisas feias que cometeu e das coisas belas que deixou de cometer. Quem nos perdoa, não sabemos. Deve ser assim: o sofrimento se junta, vai juntando dentro da gente, arranhando, lacerando, doendo, até que um dia a dor é tanta que nos pune. Então ficamos perdoados e felizes. Puros, recomeçamos de alma nova, passada a limpo como um exercício de escola.


        Mas a aurora começou a sentir que ia morrer. Ficou pálida. Ficou mais pálida ainda. Um ventinho frio levantava as grinaldas da janela. As árvores começaram por milagre a dar folhas, flores e frutos. Os pássaros se coloriram. Ônibus fumacentos avançaram sobre a cidade. Homens gritavam vendendo coisas. A aurora foi ficando palidíssima e morreu, morreu diante dos meus olhos, no instante em que duas estrelinhas tímidas eram riscadas do espetáculo noturno. Amanhecia depressa demais. 


        Tinha chegado a hora do enterro da aurora. O coche, puxado por andorinhas de sobrecasaca, foi levado com solenidade para longe, para muito além de um monte azulmarinho e desapareceu.


        Fiquei só outra vez, mas não dei a mínima. Por um momento quis que a aurora voltasse. Depois resolvi ser novamente um homem, com duas pernas, dois braços, dez dedos práticos, uma cabeça mais ou menos, mas capaz de decidir onde devo pôr os meus pés. Não é sadio ficar chorando a perda de uma aurora, mesmo uma aurora tão especial como aquela, capaz de perdoar-nos de todos os pecados.


        Ergui-me da cama resoluto como um rei e fui lavar esta minha cara de português subjetivo. Escovei os dentes com um máximo de confiança. Abençoado sejas, irmão dentifrício, que me refrescas a boca habituada a venenos. Em jejum de alimento e ideias, acendi meu primeiro cigarro. Que me dá tosse. Abençoada sejas, irmã fumaça, que sobes para o céu.


        Deitei-me na cama de novo, enquanto os cavalos dos poemas antigos traziam o astro-rei em atropelada brilhante. Vi-os, fortes e louros, irromper pelo céu onde tinha morrido de morte linda a aurora. Abençoado seja o Sol. Abençoado seja o dia. Abençoada seja a preguiça. Abençoados sejam os pássaros. Abençoadas sejam as criaturas. E abençoada seja a aurora. Que me perdoa de meus pecados.


CAMPOS, P. M. Uma aurora doida. In: Primeiro Plano ‒ Diário Carioca, 1959. Disponível em  .

Em “E abençoada seja a aurora. Que me perdoa de meus pecados.”, a oração em destaque funciona como: 
Alternativas
Q3647274 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma aurora doida


        A aurora chegou tão bonita vestida de rosa, passou pela vidraça do quarto do hotel, de que não corro nunca as cortinas, passou através de minhas pálpebras, acordou meus olhos. Mas não me acordou a alma, que ficou dorme-simdorme-não, muito boba e semi-iluminada. Minha alma cheia de caracóis e formiguinhas.


        Depois ela, a aurora, foi esvoaçar sobre os telhados e era como se aquilo estivesse acontecendo no passado e todo mundo fosse vivo. Meus olhos ficaram namorando aquela aurora doida que esvoaçava e se adelgaçava e me alienava e deixava nascer de seu ventre róseo os primeiros passarinhos matutinos.


        Como são vivos e novos os passarinhos enxotados pela aurora! Como a alma de um homem é boba e vadia! Como a doçura da preguiça de uma criatura que amanhece é infinita! Como às vezes, tantas vezes, ao surgir o dia, o homem se descobre miraculosamente perdoado de todos os crimes, crimes não, das coisas feias que cometeu e das coisas belas que deixou de cometer. Quem nos perdoa, não sabemos. Deve ser assim: o sofrimento se junta, vai juntando dentro da gente, arranhando, lacerando, doendo, até que um dia a dor é tanta que nos pune. Então ficamos perdoados e felizes. Puros, recomeçamos de alma nova, passada a limpo como um exercício de escola.


        Mas a aurora começou a sentir que ia morrer. Ficou pálida. Ficou mais pálida ainda. Um ventinho frio levantava as grinaldas da janela. As árvores começaram por milagre a dar folhas, flores e frutos. Os pássaros se coloriram. Ônibus fumacentos avançaram sobre a cidade. Homens gritavam vendendo coisas. A aurora foi ficando palidíssima e morreu, morreu diante dos meus olhos, no instante em que duas estrelinhas tímidas eram riscadas do espetáculo noturno. Amanhecia depressa demais. 


        Tinha chegado a hora do enterro da aurora. O coche, puxado por andorinhas de sobrecasaca, foi levado com solenidade para longe, para muito além de um monte azulmarinho e desapareceu.


        Fiquei só outra vez, mas não dei a mínima. Por um momento quis que a aurora voltasse. Depois resolvi ser novamente um homem, com duas pernas, dois braços, dez dedos práticos, uma cabeça mais ou menos, mas capaz de decidir onde devo pôr os meus pés. Não é sadio ficar chorando a perda de uma aurora, mesmo uma aurora tão especial como aquela, capaz de perdoar-nos de todos os pecados.


        Ergui-me da cama resoluto como um rei e fui lavar esta minha cara de português subjetivo. Escovei os dentes com um máximo de confiança. Abençoado sejas, irmão dentifrício, que me refrescas a boca habituada a venenos. Em jejum de alimento e ideias, acendi meu primeiro cigarro. Que me dá tosse. Abençoada sejas, irmã fumaça, que sobes para o céu.


        Deitei-me na cama de novo, enquanto os cavalos dos poemas antigos traziam o astro-rei em atropelada brilhante. Vi-os, fortes e louros, irromper pelo céu onde tinha morrido de morte linda a aurora. Abençoado seja o Sol. Abençoado seja o dia. Abençoada seja a preguiça. Abençoados sejam os pássaros. Abençoadas sejam as criaturas. E abençoada seja a aurora. Que me perdoa de meus pecados.


CAMPOS, P. M. Uma aurora doida. In: Primeiro Plano ‒ Diário Carioca, 1959. Disponível em  .

Analise os excertos a seguir, retirados do texto, quanto à colocação pronominal:
I. “[...] capaz de perdoar-nos de todos os pecados.”
II. “Ergui-me da cama resoluto como um rei [...]”
III. “Deitei-me na cama de novo [...]”
IV. “Vi-os, fortes e louros, irromper pelo céu [...]”
A próclise seria possível apenas em:
Alternativas
Q3647275 Português
Analise as sentenças a seguir, considerando as palavras dadas entre parênteses, ao final de cada uma.
I. Ele está aguardando por sua …… no serviço. (dispensa/despensa)
II. Ela não sabia como …… na resolução do problema. (proceder/preceder)
III. O grupo de pessoas foi levado à delegacia por suspeita de …… de pessoas. (tráfego/ tráfico)
A alternativa que indica correta e respectivamente as palavras que preenchem as lacunas nas sentenças dadas é:
Alternativas
Q3647276 Português
Assinale a alternativa que apresenta a palavra que deveria receber acento gráfico.
Alternativas
Q3647277 Português
O vocábulo “a” ocorre apenas com a função de artigo na sentença:
Alternativas
Q3647278 Português
Analise as sentenças a seguir em relação à regência verbal:
I. Ele se transformou após o nascimento da filha.
II. Seu peixinho de estimação morreu.
III. Gatos e cachorros são ótimos companheiros.
IV. Preciso de roupas novas.
Quanto às formas verbais empregadas nas sentenças dadas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3647279 Português
A sentença a seguir cujo sentido expresso não corresponde à figura de linguagem descrita entre parênteses é:
Alternativas
Q3647280 Matemática
Eva tem um fusca velho e já aprendeu a lidar com a manutenção dele, já sabe quanto tempo duram as peças. Geralmente ela troca os discos de freio a cada 2 anos e o fluido de freio a cada 18 meses. Se ambos forem trocados neste mês, em quantos meses eles voltarão a ser trocados no mesmo dia?
Alternativas
Q3647281 Matemática
Seu colega de trabalho ganhou um aumento que dobrou o salário dele. Antes do aumento, a razão entre o seu salário e o dele era de 1:2. Assinale a alternativa que indica qual é a proporção do salário atual dele para o seu: 
Alternativas
Q3647282 Matemática
Uma grande empresa especializada em cursos preparatórios para vestibulares solicitou um levantamento sobre um determinado edital, no qual candidatos se inscreveram para cursos diferentes. Um dos cursos teria prova no turno matutino, enquanto os demais seriam avaliados no turno vespertino. O levantamento apontou que 150 alunos farão a prova no turno matutino e 75 alunos no turno vespertino. A empresa concluiu que a razão entre o número de alunos que farão a prova de manhã para os que farão à tarde é de ______.
Assinale a alternativa que contém a resposta correta.
Alternativas
Q3647283 Matemática
Ramona está imprimindo seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Seguindo o exemplo de uma pequena parcela dos alunos, ela deixou para imprimir o trabalho na última hora e tem data e horário definidos para a entrega. O trabalho contém 600 páginas e, em 10 minutos, já foram impressas 333 páginas. Mantendo o ritmo e o número de impressoras, quantas páginas serão impressas em mais 8 minutos? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3647284 Matemática
Julieta explicou a Pedro que, ao calcular porcentagens em forma decimal, estamos operando com números na forma x/100 . Assim, de 1% a 100%, os decimais variam de 0,01 a 1.
Pedro questionou Julieta se 0,05% corresponde a __________ e Julieta respondeu que sim. Assinale a alternativa correta, que completa a frase de Pedro.
Alternativas
Q3647285 Matemática

Um analista de investimentos estava efetuando uma operação, comprando 15 mil ações de uma determinada empresa a U$ 2,00. No decorrer do dia, o valor da ação dessa empresa subiu e diferentes valores de compra foram praticados, conforme apresenta a tabela a seguir:


16.png (313×89)


Com base nas informações acima, qual é a média aritmética ponderada do preço pago da ação no dia? Assinale a alternativa que corresponde ao valor mais preciso da média ponderada:

Alternativas
Q3647286 Matemática Financeira
John aplicou R$ 5.000,00 num fundo de investimento A e R$ 2.000,00 num fundo de investimento B, pelo prazo de 12 meses. O fundo de investimento A rendeu 10% e o fundo de investimento B rendeu 15%. John calculou a taxa global de juros recebidos e chegou no valor de _______.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3647287 Matemática
Maria estava numa aula de matemática sobre função do primeiro grau. O seu professor passou um exercício, em que as informações dadas eram:
• O coeficiente angular é a = 0.6
• O coeficiente linear é b = –0.6
O professor questionou se Maria saberia dizer qual era a expressão para esses valores e se a função seria crescente ou decrescente. Assinale, a alternativa que apresenta o que Maria deveria responder ao professor para acertar a resposta.
Alternativas
Q3647289 Matemática
Qual é a soma dos 4 primeiros elementos da progressão geométrica a seguir:
–2, 4, –8, ....
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1: E
2: B
3: E
4: E
5: A
6: A
7: C
8: D
9: C
10: A
11: B
12: D
13: C
14: B
15: D
16: A
17: E
18: C
19: B
20: D