Questões de Concurso Público Prefeitura de Cerquilho - SP 2025 para Agente de Organização Escolar
Foram encontradas 40 questões
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Telefonema
Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.
— José Carlos?
— Ele mesmo. Você está boa?
— Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?
Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
— Quem está falando?
— Ora, você sabe.
— Palavra de honra que não sei.
— Ora, José Carlos.
Quem seria? A voz indicava aflição.
— Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.
— José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.
A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.
— Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.
— Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…
Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
— Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.
— Ela saiu daqui correndo e chorando.
Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a
fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em
Analise as afirmações a seguir, com base no texto:
I. A mulher que procurava por José Carlos no telefone era sua esposa.
II. José Carlos não pôde identificar a quem pertencia a voz da mulher no telefone.
III. O conselho de seu amigo era o de que a situação fosse resolvida pelo porteiro do prédio.
É (são) verdadeira(s) apenas:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Telefonema
Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.
— José Carlos?
— Ele mesmo. Você está boa?
— Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?
Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
— Quem está falando?
— Ora, você sabe.
— Palavra de honra que não sei.
— Ora, José Carlos.
Quem seria? A voz indicava aflição.
— Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.
— José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.
A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.
— Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.
— Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…
Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
— Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.
— Ela saiu daqui correndo e chorando.
Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a
fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Telefonema
Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.
— José Carlos?
— Ele mesmo. Você está boa?
— Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?
Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
— Quem está falando?
— Ora, você sabe.
— Palavra de honra que não sei.
— Ora, José Carlos.
Quem seria? A voz indicava aflição.
— Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.
— José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.
A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.
— Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.
— Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…
Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
— Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.
— Ela saiu daqui correndo e chorando.
Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a
fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Telefonema
Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.
— José Carlos?
— Ele mesmo. Você está boa?
— Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?
Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
— Quem está falando?
— Ora, você sabe.
— Palavra de honra que não sei.
— Ora, José Carlos.
Quem seria? A voz indicava aflição.
— Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.
— José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.
A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.
— Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.
— Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…
Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
— Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.
— Ela saiu daqui correndo e chorando.
Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a
fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Telefonema
Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.
— José Carlos?
— Ele mesmo. Você está boa?
— Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?
Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
— Quem está falando?
— Ora, você sabe.
— Palavra de honra que não sei.
— Ora, José Carlos.
Quem seria? A voz indicava aflição.
— Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.
— José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.
A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.
— Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.
— Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…
Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
— Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.
— Ela saiu daqui correndo e chorando.
Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a
fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em
Analise as palavras em destaque nas sentenças abaixo quanto à classe gramatical.
I. Dirigi-me devagar ao hospital.
II. Curiosamente, o casal desapareceu durante a trilha.
III. Após cinco meses de tratamento, foi curada da doença.
IV. Isso até que é um bom hábito.
É correto afirmar que:
Uma paróquia está montando kits para o próximo Dia das Crianças. Cada kit deve conter a mesma quantidade de brinquedos e de pares de roupas, sem sobras. A paróquia recebeu 84 brinquedos e 108 pares de roupas.
Deseja-se montar o maior número possível de kits, todos iguais entre si, sem que sobre nenhum brinquedo ou par de roupa.
Assinale a alternativa que contém o maior número de kits que pode ser montado.
Um gestor estava analisando os números de vendas de um determinado produto, líder de mercado nos últimos anos. Ele verificou que a razão entre as vendas dos anos de 2022 e 2023 foi de 3:2 (três para dois). Além disso, constatou que a razão entre as vendas de 2024 e 2023 foi proporcionalmente duas vezes maior que a razão entre 2022 e 2023.
Portanto, qual é a razão entre as vendas de 2024 e 2023? Assinale a alternativa correta
Um humorista e torcedor do Íbis Sport Club leu a seguinte manchete:
"Saiu o último comunicado do IBGE: o Íbis Sport Club é considerado o pior time da história do futebol, segundo pesquisas realizadas na porta do Estádio Municipal Ademir Cunha, localizado em Paulista, Pernambuco."
Segundo o humorista, a pesquisa apontava que 99% dos entrevistados responderam que o Íbis é o pior time da história. O restante afirmou que o clube perdeu essa disputa, sendo então considerado o segundo pior time da história.
Considerando que os entrevistados correspondiam ao total de pessoas presentes no estádio, cuja capacidade é de 12.000 pessoas, quantas disseram que o Íbis é o pior time da história? Assinale a alternativa correta.
A planilha abaixo apresenta os valores de vendas realizadas por três vendedores durante os três primeiros meses do ano:

Na célula E2, deseja-se calcular a soma das vendas de Ana nos três meses. A fórmula utilizada foi:
=B2+C2+D2
Para calcular a soma das vendas de Bruno e Carla, essa fórmula foi copiada para as células E3 e E4. Considerando que a fórmula utiliza apenas referências relativas, qual será a fórmula nas células E3 e E4, respectivamente?
Assinale a alternativa correta:
Você trabalha em uma editora e tem um prazo curto para formatar um livro no Microsoft Word. A formatação consiste em aumentar o tamanho da fonte dos títulos dos capítulos, de 14 para 16, e os títulos das seções, de 12 para 14. Esse livro possui muitas seções e capítulos, e você não conseguirá cumprir o prazo se formatar manualmente um por um. Considere que os capítulos e seções estão em negrito e que todo o restante do documento está em fonte 11 e estilo normal.
Você decide utilizar um comando do Word que permite selecionar vários trechos de texto ao mesmo tempo, seguindo uma lógica de formatação. Com base nas informações, selecione a alternativa que apresenta a solução correta, mais rápida e eficiente, para executar essa tarefa:
Em uma apresentação no PowerPoint, Júlia deseja inserir um vídeo diretamente em um slide, de forma que ele seja reproduzido automaticamente ao iniciar o slide. Qual é o procedimento correto para configurar essa funcionalidade?
Assinale a alternativa correta.