Questões de Concurso Público SAEP de Pirassununga - SP 2024 para Hidrometrista

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Q3547495 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


         Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

          O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.

         — Porta aberta!

         — O quê?

        Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.

       A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Para o narrador do texto, nos tempos da civilização do automóvel, a civilidade é demonstrada através de:
Alternativas
Q3547496 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


         Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

          O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.

         — Porta aberta!

         — O quê?

        Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.

       A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto a seguir para responder à questão:

Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute.

Na primeira sentença do excerto, a conjunção “mas” desempenha um papel relacionado à coesão textual. Trata-se de um recurso coesivo:
Alternativas
Q3547497 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


         Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

          O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.

         — Porta aberta!

         — O quê?

        Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.

       A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto a seguir para responder à questão:



Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute.



O elemento mencionado no excerto a que se refere o pronome “este” é:

Alternativas
Q3547498 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


         Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

          O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.

         — Porta aberta!

         — O quê?

        Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.

       A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto a seguir: “Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado.” Embora o pronome de tratamento “você” corresponda à segunda pessoa do discurso, quanto à pessoa gramatical, a conjugação dos verbos com os quais concorda indica:
Alternativas
Q3547499 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


         Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

          O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.

         — Porta aberta!

         — O quê?

        Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.

       A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
No excerto “A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita.”, o vocábulo “tácita” exprime o mesmo sentido que:
Alternativas
Q3547500 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


    Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

    O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.

    — Porta aberta!

    — O quê?

    Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.

    A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.



Considere o excerto a seguir para responder à questão:


Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima.
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que ocorre desvio de concordância verbal ou nominal.
Alternativas
Q3547501 Português
Leia o texto para responder à questão.


Solidários na porta


    Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

    O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.

    — Porta aberta!

    — O quê?

    Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.

    A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.



Considere o excerto a seguir para responder à questão:


Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima.
Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa em que se verifica o emprego incorreto do hífen.
Alternativas
Q3547502 Português
Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa em que a palavra dada resulta de derivação imprópria.
Alternativas
Q3547503 Português
Analise as sentenças a seguir quanto aos sinais de pontuação e assinale a alternativa em que se verifica(m) vírgula(s) empregada(s) de forma incorreta.
Alternativas
Q3547504 Português
Analise as sentenças a seguir quanto à regência verbal. Assinale a alternativa em que a regência da forma verbal empregada não é compatível com o significado expresso no contexto dado.
Alternativas
Q3547505 Matemática
Um quadrado, inicialmente com lado igual a d, sofre um aumento de 25% no seu lado, formando outro quadrado maior. Qual será o aumento percentual sofrido na sua área?
Alternativas
Q3547506 Matemática
Um estudante fará uma bandeira a partir de um corte num retângulo ABCD, que tem lado maior igual a 24 cm e lado menor igual a 10 cm, conforme a figura:

Imagem associada para resolução da questão

O ponto E é o centro da bandeira, isto é: a distância perpendicular do ponto E até o lado AC é metade do comprimento AB. Similarmente, a distância perpendicular do ponto E até o lado AB é metade do comprimento AC. Indique o perímetro da figura recortada:
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Q3547507 Matemática
No mês de novembro, uma pessoa vendeu 900 doces por um valor de RS 6,00 cada doce. No mês de dezembro, ela quer aumentar sua arrecadação em 50% e aumentará o valor dos doces para R$ 7,00. Quantos doces ela deverá vender, no mínimo, para atingir o objetivo?
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Q3547508 Raciocínio Lógico
Observe a seguinte sequência lógica numérica:

0,1,0,0,2,0,0,0,3,0,0,0,0,4, ...

O primeiro elemento é o número 0, o segundo elemento é o número 1. O número 10 somente aparecerá uma única vez nesta sequência. Qual o elemento que aparecerá o número 10?
Alternativas
Q3547509 Matemática Financeira
Um investidor aplica seu capital num regime de juro simples com taxa de 2% ao mês por um período de 6 meses. O seu lucro foi de R$ 1.440,00. Qual deveria ser a taxa de juro se ele quisesse obter esse mesmo valor de juro num único mês de aplicação, com o mesmo capital inicial?
Alternativas
Q3547510 Noções de Informática
Para acessar o bloco de notas de maneira simples no Windows 7, ao clicar no menu iniciar, o usuário pode localiza-lo abrindo o(a)s:
Alternativas
Q3547511 Noções de Informática
Entre as teclas de atalhos presentes no Windows 7, o comando ALT + TAB possibilita ao usuário:
Alternativas
Q3547512 Noções de Informática
Com relação à estrutura básica dos documentos em Word 2016, sua edição e formatação, analisar as afirmações a seguir:

I. Os documentos gerados no Word 2016 podem ser armazenados no OneDrive.
II. Na guia da “Página Inicial” do Word 2016, está localizado grupo de configurações do “Parágrafo”.
III. A extensão padrão dos documentos gerados utilizando pelo Word 2016 é .xlsx.

Está(ão) Correto(s):
Alternativas
Q3547513 Noções de Informática
Para adicionar tabelas na elaboração do documento no Word 2016, uma das alternativas mais acessíveis está localizada na guia:
Alternativas
Q3547514 Noções de Informática
Acerca das funções e fórmulas do Microsoft Excel 2016, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) A função DATADIF pode ser usada para calcular o número de dias, meses ou anos entre duas datas.
(_) Não existe no Microsoft Excel 2016, função para arredondamento de um número para uma quantidade específica de dígitos.
(_) A função SE é uma das funções mais populares do Excel e permite que você faça comparações lógicas entre um valor e aquilo que você espera.
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: B
4: C
5: D
6: A
7: A
8: B
9: D
10: E
11: D
12: C
13: B
14: A
15: E
16: B
17: A
18: C
19: B
20: B