Questões de Concurso Público Prefeitura de Lorena - SP 2024 para Assistente Técnico Pedagógico - Matemática

Foram encontradas 10 questões

Q3418037 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
De acordo com o texto, as mudanças climáticas que ocorreram no período de extinção da espécie de primatas G. blacki impactaram principalmente:
Alternativas
Q3418038 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas.

No contexto apresentado, é possível afirmar que a referência evocada pelo pronome possessivo “seu”:
Alternativas
Q3418039 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas.

No contexto apresentado, o vocábulo “mas” exprime, em relação à oração que o antecede, um sentido de:
Alternativas
Q3418040 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas.

Em relação às classes gramaticais, as palavras “nenhum”, “menos”, “mais” e “secas”, no contexto dado, classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
Q3418041 Português
O maior primata que já viveu foi extinto por causa das mudanças climáticas
Com 3 metros de altura, o Gigantopithecus blacki, que mantinha uma dieta vegetariana, viu seu habitat se tornar escasso em alimentos

Publicada na revista Nature no último dia 10, uma pesquisa sugere que o maior primata que já existiu tenha sido extinto entre 295 mil e 215 mil anos atrás devido a mudanças climáticas. Parecidos com os orangotangos atuais, os Gigantopithecus blacki viveram por cerca de 2 milhões de anos na região de Guangxi, no sul da China, até serem extintos no final do Pleistoceno médio.
Com 3 metros de altura e podendo pesar até 300 quilos, a espécie se alimentava de frutos e flores nas florestas tropicais, até que o ambiente em que viviam começou a mudar. “É um animal enorme – muito, muito grande”, disse Renaud JoannesBoyau, pesquisador da Southern Cross University da Austrália, em comunicado. “Quando a comida começa a ficar escassa, ele fica tão grande que não consegue subir em árvores para explorar novas fontes de alimento.” Não há nenhum esqueleto completo dessa espécie em seu arquivo fóssil, mas os pesquisadores analisaram fósseis de dentes, ossos da mandíbula inferior e amostras de pólen e sedimentos de cavernas em Guangxi para entender como as florestas passaram a produzir menos frutas por volta de 600 mil anos atrás, quando ocorreram mais períodos de secas. Há 2,3 milhões de anos, o ambiente que esses primatas habitavam era um “mosaico de florestas e gramíneas”. Segundo a pesquisa, durante a janela de extinção do G. blacki, o aumento da sazonalidade levou ao aumento da variabilidade ambiental, o que causou uma mudança da comunidade vegetal e o crescimento de ambientes de floresta aberta. Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.
“Embora seu parente próximo, o Pongo weidenreichi, tenha conseguido adaptar suas preferências alimentares e seu comportamento a essa variabilidade, o G. blacki apresentou sinais de estresse crônico e populações em declínio”, escrevem os cientistas.
Registros fósseis mostram que, entre cerca de 2 milhões e 22 milhões de anos atrás, dezenas de espécies de grandes primatas habitavam a África, a Europa e a Ásia. Atualmente, restam apenas gorilas, chimpanzés, bonobos, orangotangos e humanos.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em:
https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meioambiente/noticia/2024/01/o-maior-primata-queja-viveu-foi-extinto-por-causa-das-mudancasclimaticas.ghtml
Analise o excerto a seguir quanto à concordância verbal e nominal: “Cascas de árvores, juncos, flores e outros alimentos não nutritivos tornaram-se os alimentos dessa espécie que, diferente de outros primatas menores, não conseguia escalar árvores em busca de comida.” Pode-se dizer que o(s) elemento(s) que concorda(m) com o verbo “tornaram-se” e, portanto, constituem o sujeito oracional é (são): 
Alternativas
Q3418042 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que ocorre(m) elemento(s) de coesão textual referencial anafórica.
Alternativas
Q3418043 Português
Analise as palavras apresentadas a seguir e assinale aquela em que não há inadequação no emprego do hífen. 
Alternativas
Q3418044 Português
Analise as sentenças a seguir. A palavra se ocorre como conjunção integrante apenas em:
Alternativas
Q3418045 Português
Analise as sentenças a seguir. A palavra segundo ocorre como adjetivo apenas em:
Alternativas
Q3418046 Português
Analise as sentenças a seguir em relação à colocação pronominal. A sentença que apresenta inadequação em relação à ênclise é:
Alternativas
Respostas
1: B
2: E
3: A
4: E
5: C
6: B
7: C
8: D
9: B
10: C