Questões de Concurso Público Prefeitura de Caçapava - SP 2024 para Técnico em Informática

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Q3468250 Português
Leia o texto para responder a questão.

Metafísica

        Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.
        Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?
        Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.
        Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...
        Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

        O visitante engoliu em seco.

        — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

        Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

        — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

        O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
A leitura da narrativa permite concluir que:
Alternativas
Q3468251 Português
Leia o texto para responder a questão.

Metafísica

        Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.
        Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?
        Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.
        Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...
        Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

        O visitante engoliu em seco.

        — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

        Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

        — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

        O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise os excertos a seguir quanto à forma de linguagem apresentada. Assinale a alternativa em que se verifica o emprego de discurso indireto livre.
Alternativas
Q3468252 Português
Leia o texto para responder a questão.

Metafísica

        Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.
        Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?
        Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.
        Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...
        Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

        O visitante engoliu em seco.

        — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

        Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

        — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

        O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as expressões indicadas a seguir, que ocorrem no texto, e assinale a alternativa em que todas elas são empregadas para se referir a Albert Einstein.
Alternativas
Q3468253 Português
Leia o texto para responder a questão.

Metafísica

        Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.
        Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?
        Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.
        Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...
        Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

        O visitante engoliu em seco.

        — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

        Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

        — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

        O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
No excerto “(...) passinhos curtos mas resolutos (...)”, a palavra “resoluto” poderia ser substituída, sem modificação de significado, por:
Alternativas
Q3468254 Português
Leia o texto para responder a questão.

Metafísica

        Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.
        Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?
        Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.
        Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...
        Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

        O visitante engoliu em seco.

        — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

        Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

        — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

        O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão.” No contexto apresentado, o advérbio “felizmente” modifica:
Alternativas
Q3468255 Português
Considere as sentenças a seguir:

I. A menina, filha única do casal, tem parecido muito deprimida e solitária.
II. Desde o desaparecimento do cãozinho, a família tenta ser mais unida.
III. A escola não será mais a mesma sem você, meu amigo.

Nas sentenças dadas, o emprego da vírgula introduz um aposto apenas em:
Alternativas
Q3468256 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que deveria haver o emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3468257 Português

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica desvio gramatical na(s) forma(s) verbal(is) empregada(s).

Alternativas
Q3468258 Português
Dentre as palavras a seguir, aquela que é paroxítona é:
Alternativas
Q3468259 Português
Analise as palavras a seguir quanto à realização sonora. Assinale a alternativa em que ocorre dígrafo.
Alternativas
Q3468260 Matemática
Uma loja online mede o número de visualizações que eles tiveram em um determinado produto, e também o número de vendas efetivadas desse mesmo produto. Eles calculam a razão entre o número de vendas e o número de visualizações. No mês de janeiro, essa razão foi de 2%. No mês seguinte, o número de visualizações aumentou em 20%, e a razão mencionada se manteve constante. Portanto, pode-se afirmar que o número de vendas sofreu um aumento de:
Alternativas
Q3468261 Matemática
Numa prova, um candidato acertou 70% da prova de português, 80% da prova de matemática e 90% da prova de inglês. Sabendose que havia o mesmo número de questões de cada uma das três disciplinas nesta prova, quantos por cento do total da prova este candidato acertou?
Alternativas
Q3468262 Raciocínio Lógico
Observe a seguinte sequência lógica numérica:

0, 1, -2, 3, -4, 6, -6, 10, -8, 15, …

A diferença entre o 13° e o 12° termo dessa sequência é:
Alternativas
Q3468263 Matemática

Observe o octaedro abaixo:



14.png (179×176)



Indique o seu número de arestas:

Alternativas
Q3468264 Raciocínio Lógico
Considere VERDADEIRA a seguinte proposição lógica:

“Sociologia ou Filosofia são ciências humanas” Indique a proposição que necessariamente é FALSA: 
Alternativas
Q3468265 Matemática
Num concerto de música clássica, 1/4 dos lugares são reservados para pessoas com deficiência, 1/6 dos lugares são reservados para camarotes, 1/5 dos lugares são reservados para convidados especiais, e o restante dos lugares são reservados para o público em geral. Qual a fração correspondente ao número de lugares reservados para o público em geral?
Alternativas
Q3468266 Matemática
Suponha que uma antena repetidora de sinal WiFi tenha cobertura de 900 metros quadrados. Se quisermos cobrir totalmente uma cidade que tem 270 quilômetros quadrados de extensão, quantas antenas no mínimo precisarão ser instaladas? Considere que não haverá superposição dos sinais de duas antenas diferentes. Isto é, para cada 900 metros quadrados de extensão, 1 antena deve ser utilizada.
Alternativas
Q3468267 Matemática
João foi à padaria querendo comprar pão integral e pão doce. Em uma sacola ele colocou 9 pães integrais e 4 pães doces, e pagou um valor total de R$ 12,97. Em outra sacola ele colocou 3 pães integrais e 5 pães doces, e pagou um valor total de R$ 9,20. Sabendo-se que cada pão integral pesa 50 g, e cada pão doce pesa 70 g, indique o valor por quilo do pão doce:
Alternativas
Q3468268 Matemática

A figura abaixo mostra uma sequência de círculos e quadrados:



19.png (300×169)



Cada círculo tem diâmetro 14 cm, e cada quadrado tem medida da diagonal 12 cm. Em um certo ponto, uma linha reta vertical (linha A) tangencia as duas formas, conforme a figura. Quantos centímetros depois deste primeiro ponto, este alinhamento acontecerá novamente (linha B) pela primeira vez? 

Alternativas
Q3468269 Raciocínio Lógico
A palavra EODMR está para a palavra ORDEM assim como a sequência de números 56789 está para a sequência:
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: D
4: C
5: D
6: A
7: D
8: D
9: B
10: A
11: B
12: A
13: E
14: B
15: A
16: C
17: B
18: E
19: C
20: E