Questões de Concurso Público Prefeitura de Aramari - BA 2023 para Auxiliar Administrativo

Foram encontradas 30 questões

Q3619281 Português

Texto para a questão


Poema de Sete Faces


Quando nasci, um anjo torto

desses que vivem na sombra

disse: Vai, Carlos! Ser gauche na vida.


As casas espiam os homens

que correm atrás de mulheres.

A tarde talvez fosse azul,

não houvesse tantos desejos.


O bonde passa cheio de pernas:

pernas brancas pretas amarelas.

Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu

coração.

Porém meus olhos

não perguntam nada.


O homem atrás do bigode

é sério, simples e forte.

Quase não conversa.

Tem poucos, raros amigos

o homem atrás dos óculos e do bigode,


Meu Deus, por que me abandonaste

se sabias que eu não era Deus

se sabias que eu era fraco.


Mundo mundo vasto mundo,

se eu me chamasse Raimundo

seria uma rima, não seria uma solução.

Mundo mundo vasto mundo,

mais vasto é meu coração.


Eu não devia te dizer

mas essa lua

mas esse conhaque

botam a gente comovido como o diabo.


Carlos Drummond de Andrade


Glossário:


Gauche: A palavra "gauche" vem da língua francesa e significa "esquerdo

Considerando o texto, analise as proposições abaixo:



I- O título do texto “Poema de sete faces,” justifica-se por ser uma composição de sete estrofes e, em cada uma delas, o eu-lírico vai revelando seus sentimentos ou jeito de ser.


II- Na 1ª estrofe, o anjo torto que existe na vida do eu lírico pode simbolizar um mau conselheiro, que o encaminhou de forma errada proporcionando a ele uma existência infeliz.


III- A palavra "gauche" vem da língua francesa e significa "esquerdo". A expressão funciona como uma metáfora para quem é estranho, diferente, anda ao contrário da maioria.


IV-Segundo o texto, o eu-lírico se via "torto", "canhestro" diante de si e do mundo.



Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3619282 Português

Texto para a questão


Poema de Sete Faces


Quando nasci, um anjo torto

desses que vivem na sombra

disse: Vai, Carlos! Ser gauche na vida.


As casas espiam os homens

que correm atrás de mulheres.

A tarde talvez fosse azul,

não houvesse tantos desejos.


O bonde passa cheio de pernas:

pernas brancas pretas amarelas.

Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu

coração.

Porém meus olhos

não perguntam nada.


O homem atrás do bigode

é sério, simples e forte.

Quase não conversa.

Tem poucos, raros amigos

o homem atrás dos óculos e do bigode,


Meu Deus, por que me abandonaste

se sabias que eu não era Deus

se sabias que eu era fraco.


Mundo mundo vasto mundo,

se eu me chamasse Raimundo

seria uma rima, não seria uma solução.

Mundo mundo vasto mundo,

mais vasto é meu coração.


Eu não devia te dizer

mas essa lua

mas esse conhaque

botam a gente comovido como o diabo.


Carlos Drummond de Andrade


Glossário:


Gauche: A palavra "gauche" vem da língua francesa e significa "esquerdo

Analise as proposições abaixo como VERDADEIRAS ( V ) ou FALSAS ( F ).



( ) A segunda estrofe do poema começa com uma personificação: as casas, como se fossem pessoas, observam o movimento das ruas. Como se estivesse distanciado, apenas numa posição de observador, o sujeito descreve aquilo que está vendo.


( ) Na terceira estrofe , quando fala que vê um monte de pernas, o eu-lírico está fazendo uso da metonímia.


( ) O crescendo de tristeza, solidão e desespero do sujeito atinge o seu pico na quinta estrofe do poema. Aqui, há uma espécie de grito de socorro, de súplica a Deus.


( ) A quinta estrofe reforça a ideia de humanidade do eu-lírico: não é Deus, é apenas um homem, por isso é "fraco", vulnerável, falível.


( ) Refletindo sobre a imensidão do mundo, na sexta estrofe, é notório que o sujeito se sente pequeno, insignificante perante todo o resto. Nesta estrofe, é possível encontrar uma reflexão sobre o próprio fazer poético.



A sequência correta de cima para baixo é:

Alternativas
Q3619283 Português

Texto para a questão


Poema de Sete Faces


Quando nasci, um anjo torto

desses que vivem na sombra

disse: Vai, Carlos! Ser gauche na vida.


As casas espiam os homens

que correm atrás de mulheres.

A tarde talvez fosse azul,

não houvesse tantos desejos.


O bonde passa cheio de pernas:

pernas brancas pretas amarelas.

Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu

coração.

Porém meus olhos

não perguntam nada.


O homem atrás do bigode

é sério, simples e forte.

Quase não conversa.

Tem poucos, raros amigos

o homem atrás dos óculos e do bigode,


Meu Deus, por que me abandonaste

se sabias que eu não era Deus

se sabias que eu era fraco.


Mundo mundo vasto mundo,

se eu me chamasse Raimundo

seria uma rima, não seria uma solução.

Mundo mundo vasto mundo,

mais vasto é meu coração.


Eu não devia te dizer

mas essa lua

mas esse conhaque

botam a gente comovido como o diabo.


Carlos Drummond de Andrade


Glossário:


Gauche: A palavra "gauche" vem da língua francesa e significa "esquerdo

Considerando o texto, analise as proposições abaixo:



1- Complexo, o poema assume um tom confessional que é ampliado pela possível identificação do eu-lírico com Drummond. A temática de "eu versus o mundo", que atravessa a sua obra, está presente desde o primeiro verso da composição.


2- Na última estrofe do poema, o eu - lírico confessa que fez revelações sobre si mesmo devido ter-se embriagado. Isto teria o encorajado a confessar sua própria miséria, coisa que seria incapaz de fazer se estivesse em sã consciência.


3- No poema, Drummond, de modo metafórico, transmite uma visão negativa do homem, uma visão desesperançada em relação à vida.


4- No início do poema, observa-se as formas verbais em primeira pessoa e a presença do anjo, a quem é dado o poder de anunciar a vida do eu-lírico.


5- Na primeira estrofe, os aspectos do discurso são rompidos, através da ironia, “um anjo torto”, assim, este fragmento do 1º. Verso demonstra o paradoxo da apresentação do anjo.


6- A quinta e sexta estrofes apresentam anáfora.


Sobre as proposições acima é possível afirmar:

Alternativas
Q3619284 Português

Texto para a questão


Poema de Sete Faces


Quando nasci, um anjo torto

desses que vivem na sombra

disse: Vai, Carlos! Ser gauche na vida.


As casas espiam os homens

que correm atrás de mulheres.

A tarde talvez fosse azul,

não houvesse tantos desejos.


O bonde passa cheio de pernas:

pernas brancas pretas amarelas.

Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu

coração.

Porém meus olhos

não perguntam nada.


O homem atrás do bigode

é sério, simples e forte.

Quase não conversa.

Tem poucos, raros amigos

o homem atrás dos óculos e do bigode,


Meu Deus, por que me abandonaste

se sabias que eu não era Deus

se sabias que eu era fraco.


Mundo mundo vasto mundo,

se eu me chamasse Raimundo

seria uma rima, não seria uma solução.

Mundo mundo vasto mundo,

mais vasto é meu coração.


Eu não devia te dizer

mas essa lua

mas esse conhaque

botam a gente comovido como o diabo.


Carlos Drummond de Andrade


Glossário:


Gauche: A palavra "gauche" vem da língua francesa e significa "esquerdo

Observe a estrofe abaixo:



Mundo mundo vasto mundo,


se eu me chamasse Raimundo


seria uma rima, não seria uma solução.


Mundo mundo vasto mundo,


mais vasto é meu coração.



Considerando a estrofe acima, analise as proposições abaixo:



I- Na oração” se eu me chamasse Raimundo”, o termo sublinhado classifica-se morfologicamente como pronome reflexivo.


II- Na oração “seria uma rima, não seria uma solução.”, a forma verbal sublinhada está na terceira pessoa do singular do futuro do pretérito.


III- Na oração “ mais vasto é meu coração.”, o sujeito é desinencial.


IV- Na expressão “ Mundo mundo vasto mundo,” há um vocativo.



Estão corretas as proposições: 

Alternativas
Q3619285 Português

Texto para a questão


Poema de Sete Faces


Quando nasci, um anjo torto

desses que vivem na sombra

disse: Vai, Carlos! Ser gauche na vida.


As casas espiam os homens

que correm atrás de mulheres.

A tarde talvez fosse azul,

não houvesse tantos desejos.


O bonde passa cheio de pernas:

pernas brancas pretas amarelas.

Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu

coração.

Porém meus olhos

não perguntam nada.


O homem atrás do bigode

é sério, simples e forte.

Quase não conversa.

Tem poucos, raros amigos

o homem atrás dos óculos e do bigode,


Meu Deus, por que me abandonaste

se sabias que eu não era Deus

se sabias que eu era fraco.


Mundo mundo vasto mundo,

se eu me chamasse Raimundo

seria uma rima, não seria uma solução.

Mundo mundo vasto mundo,

mais vasto é meu coração.


Eu não devia te dizer

mas essa lua

mas esse conhaque

botam a gente comovido como o diabo.


Carlos Drummond de Andrade


Glossário:


Gauche: A palavra "gauche" vem da língua francesa e significa "esquerdo

Considere a estrofe a seguir:



O bonde passa cheio de pernas:


pernas brancas pretas amarelas.


Para que tanta perna, meu Deus, pergunta


meu coração.


Porém meus olhos


não perguntam nada.



1- Na estrofe acima, os termos “O bonde”, “meu Deus” e “meus olhos” funcionam sintaticamente como sujeito.


2- Na estrofe acima, há uma oração sindética adversativa.


3- O conectivo destacado na estrofe acima, pode ser substituído, sem alteração de sentido pelo conectivo a fim de que.


4- O predicado do primeiro verso da estrofe acima classifica-se sintaticamente em predicado verbal.


5- No verso “pernas brancas pretas amarelas”, os vocábulos destacados são classificados morfologicamente como adjetivos.



São verdadeiras: 

Alternativas
Q3619286 Português

Texto para questão.


Por que nunca chegaremos à verdade?


Eu não acredito na transparência do olhar sobre mim ou sobre os outros. O olhar puro e transparente _______________(pressupor) uma essência e uma capacidade que eu acredito que não _____________( ser) portadores. Eu não poderia olhar para mim, porque não tenho uma essência e nem sou permanentemente algo. Eu sou uma soma de muitas coisas e ______________(poder) ter, sobre mim, opiniões muito variadas e distintas. 


Uma fábula indiana de que gosto muitíssimo narra que quatro cegos se ________________(aproximar) de um elefante. O primeiro cego, que nunca tinha visto um elefante diz, ao apalpar seu abdômen, que ele se parece com uma parede. Outro cego diz que ele se parece com uma corda, ao apalpar sua cauda. O terceiro diz que ele se parece com quatro colunas, ao apalpar suas pernas, e o último cego diz que o elefante se parece com uma espada, ao apalpar o marfim. Todos os quatro _____________(ter) razão e todos eles deram uma visão parcial do elefante. A verdade não é a soma dos quatro, porque o elefante não é uma parede, corda, colunas e espada: é algo ainda além disso.


Eu não acredito na transparência. Porém, não acredito também que estamos condenados ao olhar opaco. Ao defender que não existe o olhar opaco, quero dizer que não estamos condenados ao narciso permanente de nós mesmos num espelho, como uma velha que pergunta ao espelho se _______________(haver) alguém mais bela do que ela, e que só aceita uma resposta ou ameaça quebrar o espelho, caso a resposta não seja aquela.


Eu não acredito na transparência e nem na opacidade do olhar. Eu acredito que o exercício crítico, a filosofia, a psicanálise, a história, a antropologia, a sabedoria, a idade, a experiência, a dor – todas essas coisas podem tornar o meu olhar cada vez mais translúcido.


Cada vez mais eu olho para os outros, mas nunca os verei. Cada vez mais eu olho para mim, mas nunca ________________(captar), pois sempre me falta a experiência totalizadora, a última, a absoluta - que é morrer. Logo, nunca terei domínio de tudo, por que não sei ainda como é morrer.


Como diz Woody Allen: “Não tenho nada contra a morte. Só não gostaria de estar presente.”


Há a ideia de que a morte é a dor, mas, na verdade, é o último grande aprendizado. Padre Vieira diz que a morte é o espaço entre duas portas de diamante e que eu não posso retroceder diante delas, só avançar. Logo, o medo é natural.


Todos falam de uma angústia em quem está morrendo, em uma vontade de estar acompanhado, mas, ninguém vai conosco. Mesmo que seja um avião caindo, mesmo que seja a pessoa que está do meu lado caindo, ela não vai comigo para o mesmo lugar. Eu não sei para onde ela vai e não sei para onde ninguém vai. O resultado é que este aprendizado é o mais doloroso, mas, é mais uma etapa de tornar o opaco translúcido.


Desejar a utopia como transparência, rejeitar como autismo ontológico a opacidade, e aceitar como realidade subjetiva o translúcido são, hoje, as minhas crenças aos 50 anos. É um pouco complexo traduzir assim, mas, é a ideia de que, sim, é possível ver.


Digo isso por que há pessoas que eu conheço que se veem mais do que outras. E há pessoas que têm uma ideia de si inteiramente equivocada, entendendo como equívoco uma ideia única da pessoa sobre si, não compartilhada por mais ninguém ao redor dela. Convivi a vida inteira com alunos, professores e colegas que têm de si uma ideia inteiramente diferente do que os outros pensam dessa pessoa, mas, isso não quer dizer que a pessoa esteja errada, porque ela sozinha pode estar correta e o mundo pode estar errado.


Volto à velha ideia do homem que, andando na contramão numa estrada, vê todos buzinando para ele e ouve no rádio que há um louco andando na contramão, e ele diz: um não, milhares de loucos andando na contramão. Provavelmente, este homem, além de sua falta de senso de direção, é uma pessoa autocentrada e feliz.


Leandro Karnal. 

Assinale a alternativa cujas formas verbais preenchem corretamente os espaços em branco no texto, considerando a concordância verbal e a conjugação dos verbos entre parênteses. 
Alternativas
Q3619287 Português

Texto para questão.


Por que nunca chegaremos à verdade?


Eu não acredito na transparência do olhar sobre mim ou sobre os outros. O olhar puro e transparente _______________(pressupor) uma essência e uma capacidade que eu acredito que não _____________( ser) portadores. Eu não poderia olhar para mim, porque não tenho uma essência e nem sou permanentemente algo. Eu sou uma soma de muitas coisas e ______________(poder) ter, sobre mim, opiniões muito variadas e distintas. 


Uma fábula indiana de que gosto muitíssimo narra que quatro cegos se ________________(aproximar) de um elefante. O primeiro cego, que nunca tinha visto um elefante diz, ao apalpar seu abdômen, que ele se parece com uma parede. Outro cego diz que ele se parece com uma corda, ao apalpar sua cauda. O terceiro diz que ele se parece com quatro colunas, ao apalpar suas pernas, e o último cego diz que o elefante se parece com uma espada, ao apalpar o marfim. Todos os quatro _____________(ter) razão e todos eles deram uma visão parcial do elefante. A verdade não é a soma dos quatro, porque o elefante não é uma parede, corda, colunas e espada: é algo ainda além disso.


Eu não acredito na transparência. Porém, não acredito também que estamos condenados ao olhar opaco. Ao defender que não existe o olhar opaco, quero dizer que não estamos condenados ao narciso permanente de nós mesmos num espelho, como uma velha que pergunta ao espelho se _______________(haver) alguém mais bela do que ela, e que só aceita uma resposta ou ameaça quebrar o espelho, caso a resposta não seja aquela.


Eu não acredito na transparência e nem na opacidade do olhar. Eu acredito que o exercício crítico, a filosofia, a psicanálise, a história, a antropologia, a sabedoria, a idade, a experiência, a dor – todas essas coisas podem tornar o meu olhar cada vez mais translúcido.


Cada vez mais eu olho para os outros, mas nunca os verei. Cada vez mais eu olho para mim, mas nunca ________________(captar), pois sempre me falta a experiência totalizadora, a última, a absoluta - que é morrer. Logo, nunca terei domínio de tudo, por que não sei ainda como é morrer.


Como diz Woody Allen: “Não tenho nada contra a morte. Só não gostaria de estar presente.”


Há a ideia de que a morte é a dor, mas, na verdade, é o último grande aprendizado. Padre Vieira diz que a morte é o espaço entre duas portas de diamante e que eu não posso retroceder diante delas, só avançar. Logo, o medo é natural.


Todos falam de uma angústia em quem está morrendo, em uma vontade de estar acompanhado, mas, ninguém vai conosco. Mesmo que seja um avião caindo, mesmo que seja a pessoa que está do meu lado caindo, ela não vai comigo para o mesmo lugar. Eu não sei para onde ela vai e não sei para onde ninguém vai. O resultado é que este aprendizado é o mais doloroso, mas, é mais uma etapa de tornar o opaco translúcido.


Desejar a utopia como transparência, rejeitar como autismo ontológico a opacidade, e aceitar como realidade subjetiva o translúcido são, hoje, as minhas crenças aos 50 anos. É um pouco complexo traduzir assim, mas, é a ideia de que, sim, é possível ver.


Digo isso por que há pessoas que eu conheço que se veem mais do que outras. E há pessoas que têm uma ideia de si inteiramente equivocada, entendendo como equívoco uma ideia única da pessoa sobre si, não compartilhada por mais ninguém ao redor dela. Convivi a vida inteira com alunos, professores e colegas que têm de si uma ideia inteiramente diferente do que os outros pensam dessa pessoa, mas, isso não quer dizer que a pessoa esteja errada, porque ela sozinha pode estar correta e o mundo pode estar errado.


Volto à velha ideia do homem que, andando na contramão numa estrada, vê todos buzinando para ele e ouve no rádio que há um louco andando na contramão, e ele diz: um não, milhares de loucos andando na contramão. Provavelmente, este homem, além de sua falta de senso de direção, é uma pessoa autocentrada e feliz.


Leandro Karnal. 

No fragmento “...todas essas coisas podem tornar o meu olhar cada vez mais translúcido...”, o termo destacado pode ser substituído sem alteração de sentido por:
Alternativas
Q3619288 Português

Texto para questão.


Por que nunca chegaremos à verdade?


Eu não acredito na transparência do olhar sobre mim ou sobre os outros. O olhar puro e transparente _______________(pressupor) uma essência e uma capacidade que eu acredito que não _____________( ser) portadores. Eu não poderia olhar para mim, porque não tenho uma essência e nem sou permanentemente algo. Eu sou uma soma de muitas coisas e ______________(poder) ter, sobre mim, opiniões muito variadas e distintas. 


Uma fábula indiana de que gosto muitíssimo narra que quatro cegos se ________________(aproximar) de um elefante. O primeiro cego, que nunca tinha visto um elefante diz, ao apalpar seu abdômen, que ele se parece com uma parede. Outro cego diz que ele se parece com uma corda, ao apalpar sua cauda. O terceiro diz que ele se parece com quatro colunas, ao apalpar suas pernas, e o último cego diz que o elefante se parece com uma espada, ao apalpar o marfim. Todos os quatro _____________(ter) razão e todos eles deram uma visão parcial do elefante. A verdade não é a soma dos quatro, porque o elefante não é uma parede, corda, colunas e espada: é algo ainda além disso.


Eu não acredito na transparência. Porém, não acredito também que estamos condenados ao olhar opaco. Ao defender que não existe o olhar opaco, quero dizer que não estamos condenados ao narciso permanente de nós mesmos num espelho, como uma velha que pergunta ao espelho se _______________(haver) alguém mais bela do que ela, e que só aceita uma resposta ou ameaça quebrar o espelho, caso a resposta não seja aquela.


Eu não acredito na transparência e nem na opacidade do olhar. Eu acredito que o exercício crítico, a filosofia, a psicanálise, a história, a antropologia, a sabedoria, a idade, a experiência, a dor – todas essas coisas podem tornar o meu olhar cada vez mais translúcido.


Cada vez mais eu olho para os outros, mas nunca os verei. Cada vez mais eu olho para mim, mas nunca ________________(captar), pois sempre me falta a experiência totalizadora, a última, a absoluta - que é morrer. Logo, nunca terei domínio de tudo, por que não sei ainda como é morrer.


Como diz Woody Allen: “Não tenho nada contra a morte. Só não gostaria de estar presente.”


Há a ideia de que a morte é a dor, mas, na verdade, é o último grande aprendizado. Padre Vieira diz que a morte é o espaço entre duas portas de diamante e que eu não posso retroceder diante delas, só avançar. Logo, o medo é natural.


Todos falam de uma angústia em quem está morrendo, em uma vontade de estar acompanhado, mas, ninguém vai conosco. Mesmo que seja um avião caindo, mesmo que seja a pessoa que está do meu lado caindo, ela não vai comigo para o mesmo lugar. Eu não sei para onde ela vai e não sei para onde ninguém vai. O resultado é que este aprendizado é o mais doloroso, mas, é mais uma etapa de tornar o opaco translúcido.


Desejar a utopia como transparência, rejeitar como autismo ontológico a opacidade, e aceitar como realidade subjetiva o translúcido são, hoje, as minhas crenças aos 50 anos. É um pouco complexo traduzir assim, mas, é a ideia de que, sim, é possível ver.


Digo isso por que há pessoas que eu conheço que se veem mais do que outras. E há pessoas que têm uma ideia de si inteiramente equivocada, entendendo como equívoco uma ideia única da pessoa sobre si, não compartilhada por mais ninguém ao redor dela. Convivi a vida inteira com alunos, professores e colegas que têm de si uma ideia inteiramente diferente do que os outros pensam dessa pessoa, mas, isso não quer dizer que a pessoa esteja errada, porque ela sozinha pode estar correta e o mundo pode estar errado.


Volto à velha ideia do homem que, andando na contramão numa estrada, vê todos buzinando para ele e ouve no rádio que há um louco andando na contramão, e ele diz: um não, milhares de loucos andando na contramão. Provavelmente, este homem, além de sua falta de senso de direção, é uma pessoa autocentrada e feliz.


Leandro Karnal. 

Assinale a alternativa cujas palavras são acentuadas pelo mesmo motivo que último, alguém, crítico, angústia e avião, respectivamente:
Alternativas
Q3619289 Português

Texto para questão.


Por que nunca chegaremos à verdade?


Eu não acredito na transparência do olhar sobre mim ou sobre os outros. O olhar puro e transparente _______________(pressupor) uma essência e uma capacidade que eu acredito que não _____________( ser) portadores. Eu não poderia olhar para mim, porque não tenho uma essência e nem sou permanentemente algo. Eu sou uma soma de muitas coisas e ______________(poder) ter, sobre mim, opiniões muito variadas e distintas. 


Uma fábula indiana de que gosto muitíssimo narra que quatro cegos se ________________(aproximar) de um elefante. O primeiro cego, que nunca tinha visto um elefante diz, ao apalpar seu abdômen, que ele se parece com uma parede. Outro cego diz que ele se parece com uma corda, ao apalpar sua cauda. O terceiro diz que ele se parece com quatro colunas, ao apalpar suas pernas, e o último cego diz que o elefante se parece com uma espada, ao apalpar o marfim. Todos os quatro _____________(ter) razão e todos eles deram uma visão parcial do elefante. A verdade não é a soma dos quatro, porque o elefante não é uma parede, corda, colunas e espada: é algo ainda além disso.


Eu não acredito na transparência. Porém, não acredito também que estamos condenados ao olhar opaco. Ao defender que não existe o olhar opaco, quero dizer que não estamos condenados ao narciso permanente de nós mesmos num espelho, como uma velha que pergunta ao espelho se _______________(haver) alguém mais bela do que ela, e que só aceita uma resposta ou ameaça quebrar o espelho, caso a resposta não seja aquela.


Eu não acredito na transparência e nem na opacidade do olhar. Eu acredito que o exercício crítico, a filosofia, a psicanálise, a história, a antropologia, a sabedoria, a idade, a experiência, a dor – todas essas coisas podem tornar o meu olhar cada vez mais translúcido.


Cada vez mais eu olho para os outros, mas nunca os verei. Cada vez mais eu olho para mim, mas nunca ________________(captar), pois sempre me falta a experiência totalizadora, a última, a absoluta - que é morrer. Logo, nunca terei domínio de tudo, por que não sei ainda como é morrer.


Como diz Woody Allen: “Não tenho nada contra a morte. Só não gostaria de estar presente.”


Há a ideia de que a morte é a dor, mas, na verdade, é o último grande aprendizado. Padre Vieira diz que a morte é o espaço entre duas portas de diamante e que eu não posso retroceder diante delas, só avançar. Logo, o medo é natural.


Todos falam de uma angústia em quem está morrendo, em uma vontade de estar acompanhado, mas, ninguém vai conosco. Mesmo que seja um avião caindo, mesmo que seja a pessoa que está do meu lado caindo, ela não vai comigo para o mesmo lugar. Eu não sei para onde ela vai e não sei para onde ninguém vai. O resultado é que este aprendizado é o mais doloroso, mas, é mais uma etapa de tornar o opaco translúcido.


Desejar a utopia como transparência, rejeitar como autismo ontológico a opacidade, e aceitar como realidade subjetiva o translúcido são, hoje, as minhas crenças aos 50 anos. É um pouco complexo traduzir assim, mas, é a ideia de que, sim, é possível ver.


Digo isso por que há pessoas que eu conheço que se veem mais do que outras. E há pessoas que têm uma ideia de si inteiramente equivocada, entendendo como equívoco uma ideia única da pessoa sobre si, não compartilhada por mais ninguém ao redor dela. Convivi a vida inteira com alunos, professores e colegas que têm de si uma ideia inteiramente diferente do que os outros pensam dessa pessoa, mas, isso não quer dizer que a pessoa esteja errada, porque ela sozinha pode estar correta e o mundo pode estar errado.


Volto à velha ideia do homem que, andando na contramão numa estrada, vê todos buzinando para ele e ouve no rádio que há um louco andando na contramão, e ele diz: um não, milhares de loucos andando na contramão. Provavelmente, este homem, além de sua falta de senso de direção, é uma pessoa autocentrada e feliz.


Leandro Karnal. 

Analise as proposições abaixo como verdadeiras ( V ) ou falsas ( F ).


( ) O período “Eu não acredito na transparência e nem na opacidade do olhar.” é composto por coordenação e nele há uma oração coordenada sindética aditiva.

( ) No período “... a dor – todas essas coisas podem tornar o meu olhar cada vez mais translúcido.”, o termo destacado estabelece uma relação de coesão anafórica.

( ) No período “Mesmo que seja um avião caindo, mesmo que seja a pessoa que está do meu lado caindo, ela não vai comigo para o mesmo lugar.”, o conectivo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido , pelo conectivo ainda que.

( ) O período “O resultado é que este aprendizado é o mais doloroso,” é composto por subordinação e nele há uma oração subordinada substantiva predicativa.

( ) No período “Digo isso por que há pessoas que eu conheço que se veem mais do que outras.”, o termo destacado deveria ter sido acentuado com circunflexo no primeiro “e”.

( ) No período “ E há pessoas que têm uma ideia de si inteiramente equivocada, entendendo como equívoco uma ideia única da pessoa sobre si, não compartilhada por mais ninguém ao redor dela., os termos destacados classificam-se morfologicamente e respectivamente como: pronome relativo, substantivo, adjetivo, substantivo, preposição, pronome oblíquo tônico, pronome indefinido .

A sequência correta de cima para baixo é: 
Alternativas
Q3619290 Português
Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase foi empregado de maneira incorreta.
Alternativas
Q3619291 Matemática
Qual das razões a seguir não representa uma fração ordinária?
Alternativas
Q3619292 Raciocínio Lógico
Dos 8 funcionários disponíveis num determinado setor de uma repartição pública, 3 deles serão escolhidos para ocuparem cargos de diretor de patrimônio, secretário de almoxarifado e analista de riscos físicos. De quantas maneiras diferentes pode-se escolher 3 destes funcionários de modo que cada um ocupe apenas um dos cargos citados? 
Alternativas
Q3619293 Matemática
Numa loja de departamentos a razão entre o número de atendentes ao público e o número de fiscais nessa ordem é de 5/2. Após uma reformulação, o número de atendentes foi triplicado e o número de fiscais foi mantido o mesmo, com isso a nova razão entre o número de atendentes ao público e o número de fiscais nessa ordem:
Alternativas
Q3619294 Matemática Financeira

TEXTO PARA A QUESTÃO


INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO DO SERVIDOR FEDERAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO (TAE)


O Incentivo à qualificação é um direito do servidor e é devido sempre que o mesmo possuir educação formal superior ao exigido para o cargo do qual é titular. Por exemplo, se o servidor possui exigência mínima de ensino médio para o exercício do cargo e conclui um curso superior, ele poderá obter um aumento no salário, dependendo do plano de carreira da instituição na qual desenvolve suas atividades. A formação em área de conhecimento com relação direta ao ambiente organizacional de atuação do servidor proporcionará o percentual máximo, enquanto formação com relação indireta, corresponderão ao percentual mínimo.


O benefício é pago em percentuais calculados sobre o padrão de vencimento recebido pelo servidor. Os percentuais são fixados em tabela, que podem variar de 5% a 75%.


Um servidor aprovado em concurso para cargo TAE de nível médio inicia suas atividades numa determinada instituição com vencimento básico (salário base) no valor R$ 2.446,96. Após 3 anos de trabalho o servidor fez um curso de especialização (área de conhecimento com relação direta) com carga horária de 360 horas e solicitou o incentivo ao setor responsável que deferiu o pedido e no mês seguinte recebeu seu salário com o aumento percentual correspondente. Qual o novo valor aproximado do vencimento básico (salário base) recebido pelo servidor? 
Alternativas
Q3619295 Matemática Financeira

TEXTO PARA A QUESTÃO


INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO DO SERVIDOR FEDERAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO (TAE)


O Incentivo à qualificação é um direito do servidor e é devido sempre que o mesmo possuir educação formal superior ao exigido para o cargo do qual é titular. Por exemplo, se o servidor possui exigência mínima de ensino médio para o exercício do cargo e conclui um curso superior, ele poderá obter um aumento no salário, dependendo do plano de carreira da instituição na qual desenvolve suas atividades. A formação em área de conhecimento com relação direta ao ambiente organizacional de atuação do servidor proporcionará o percentual máximo, enquanto formação com relação indireta, corresponderão ao percentual mínimo.


O benefício é pago em percentuais calculados sobre o padrão de vencimento recebido pelo servidor. Os percentuais são fixados em tabela, que podem variar de 5% a 75%.


Considere a seguinte situação: dois servidores com cargo TAE de nível médio e vencimentos básicos iguais a R$ 2.446,96 solicitam no mesmo dia incentivo a qualificação ao setor responsável. Um dos servidores fez um curso de Mestrado (área de conhecimento com relação direta) e o outro servidor fez um curso de Doutorado (área de conhecimento com relação indireta), os dois pedidos foram deferidos em uma mesma data e no mês seguinte os servidores receberam seus salários com os respectivos aumentos correspondentes aos cursos que fizeram. Qual o valor aproximado da diferença positiva dos salários considerando um período de 12 meses de recebimentos? 
Alternativas
Q3619296 Raciocínio Lógico

TEXTO PARA A QUESTÃO.


CALENDÁRIO GREGORIANO E O ANO BISSEXTO


O calendário gregoriano é o calendário solar para contagem dos anos, meses, semanas e dias e que tem como base as estações do ano. O calendário gregoriano foi criado na Europa em 1582, mais precisamente no dia 15 de outubro, por iniciativa do papa Gregório XIII. De acordo com o calendário gregoriano, o ano é constituído por 12 meses que podem ter entre 28 e 31 dias.

Um ano no calendário gregoriano pode ter 365 ou 366 dias, o ano com 366 dias é chamado neste caso de “ano bissexto”, pois o número 366 possui o algarismo “seis” duas vezes daí o uso do termo “bissexto”.

Normalmente o mês de fevereiro tem 28 dias, mas nos anos bissextos o mês de fevereiro possui 29 dias excepcionalmente.


Para verificar se um ano é bissexto ou não, utilizamos algumas regras bastante práticas:


⋅ Regra prática número 1: Se o ano não terminar em “00” e for divisível por 4, dizemos que ele é bissexto (um número é divisível por 4 quando a sua dezena é divisível por 4); 


⋅ Regra prática número 2: Os anos terminados em “00” serão bissextos se a divisão deles por 400 for exata.

Observe as afirmativas a seguir:


A) O ano de 1998 foi bissexto.


B) O ano de 2020 foi bissexto.


C) O ano de 2028 não será bissexto.


D) O ano de 2100 será bissexto.



Considerando as afirmativas A, B, C e D é correto concluir que:

Alternativas
Q3619297 Matemática

TEXTO PARA A QUESTÃO.


CALENDÁRIO GREGORIANO E O ANO BISSEXTO


O calendário gregoriano é o calendário solar para contagem dos anos, meses, semanas e dias e que tem como base as estações do ano. O calendário gregoriano foi criado na Europa em 1582, mais precisamente no dia 15 de outubro, por iniciativa do papa Gregório XIII. De acordo com o calendário gregoriano, o ano é constituído por 12 meses que podem ter entre 28 e 31 dias.

Um ano no calendário gregoriano pode ter 365 ou 366 dias, o ano com 366 dias é chamado neste caso de “ano bissexto”, pois o número 366 possui o algarismo “seis” duas vezes daí o uso do termo “bissexto”.

Normalmente o mês de fevereiro tem 28 dias, mas nos anos bissextos o mês de fevereiro possui 29 dias excepcionalmente.


Para verificar se um ano é bissexto ou não, utilizamos algumas regras bastante práticas:


⋅ Regra prática número 1: Se o ano não terminar em “00” e for divisível por 4, dizemos que ele é bissexto (um número é divisível por 4 quando a sua dezena é divisível por 4); 


⋅ Regra prática número 2: Os anos terminados em “00” serão bissextos se a divisão deles por 400 for exata.

De acordo com o calendário gregoriano, o ano é constituído por 12 meses que podem ter entre 28 e 31 dias. Qual a razão entre a quantidade de meses que possuem 31 dias exatamente e a quantidade meses que tem 30 dias exatamente?
Alternativas
Q3619298 Raciocínio Lógico

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Agenor um rapaz bem apessoado, inteligente, comunicativo e desinibido, estava à procura de emprego e conseguiu se inscrever num programa de recrutamento e seleção de vagas para uma empresa na área de tecnologia. Após o término do programa de recrutamento e seleção, a empresa publicou uma lista com o resultado final dos aprovados e felizmente Agenor foi um dos contemplados com uma das vagas de emprego. Na lista continha a observação que a relação candidato/vaga era de 18 para 1, ou seja, 18 candidatos para cada vaga disponível na empresa. Curiosamente Agenor verificou que sua classificação final na lista de aprovados foi a vigésima primeira posição tanto olhando do primeiro para o último colocado quanto do último para o primeiro colocado.

Qual a quantidade de pessoas contempladas com a vaga de emprego nessa seleção? 
Alternativas
Q3619299 Matemática

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Agenor um rapaz bem apessoado, inteligente, comunicativo e desinibido, estava à procura de emprego e conseguiu se inscrever num programa de recrutamento e seleção de vagas para uma empresa na área de tecnologia. Após o término do programa de recrutamento e seleção, a empresa publicou uma lista com o resultado final dos aprovados e felizmente Agenor foi um dos contemplados com uma das vagas de emprego. Na lista continha a observação que a relação candidato/vaga era de 18 para 1, ou seja, 18 candidatos para cada vaga disponível na empresa. Curiosamente Agenor verificou que sua classificação final na lista de aprovados foi a vigésima primeira posição tanto olhando do primeiro para o último colocado quanto do último para o primeiro colocado.

Qual o total de participantes da seleção de emprego? 
Alternativas
Q3619300 Matemática

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Agenor um rapaz bem apessoado, inteligente, comunicativo e desinibido, estava à procura de emprego e conseguiu se inscrever num programa de recrutamento e seleção de vagas para uma empresa na área de tecnologia. Após o término do programa de recrutamento e seleção, a empresa publicou uma lista com o resultado final dos aprovados e felizmente Agenor foi um dos contemplados com uma das vagas de emprego. Na lista continha a observação que a relação candidato/vaga era de 18 para 1, ou seja, 18 candidatos para cada vaga disponível na empresa. Curiosamente Agenor verificou que sua classificação final na lista de aprovados foi a vigésima primeira posição tanto olhando do primeiro para o último colocado quanto do último para o primeiro colocado.

Qual a porcentagem de candidatos aprovados na seleção aproximadamente?
Alternativas
Respostas
1: E
2: C
3: E
4: B
5: B
6: D
7: A
8: B
9: A
10: D
11: D
12: E
13: C
14: A
15: D
16: A
17: C
18: C
19: C
20: E