Questões de Concurso Público Prefeitura de Riachão do Bacamarte - PB 2025 para Professor - Ensino Religioso
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FEUERBACH, Ludwig. A essência do cristianismo. Tradução e notas de José da Silva Brandão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. p. 36.
Com base na passagem acima e na concepção antropológica de Feuerbach, assinale a alternativa correta:
FEUERBACH, Ludwig. A essência do cristianismo. Tradução e notas de José da Silva Brandão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. p. 45.
A partir da leitura do trecho e considerando a crítica feuerbachiana, é correto afirmar que:
FEUERBACH, Ludwig. A essência do cristianismo. Tradução e notas de José da Silva Brandão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. p. 45.
Considerando o princípio de redução antropológica desenvolvido por Feuerbach, é correto afirmar:
OTTO, Rudolf. O sagrado: O racional e o irracional na ideia de Deus. Tradução de E. L. de Souza Campos. Niterói, 2022. p. 7–8.
A partir do trecho e da concepção do numinoso, é correto afirmar:
OTTO, Rudolf. O sagrado: O racional e o irracional na ideia de Deus. Tradução de E. L. de Souza Campos. Niterói, 2022. p. 17–18.
Com base no conceito de mysterium tremendum, assinale a alternativa correta:
OTTO, Rudolf. O sagrado: O racional e o irracional na ideia de Deus. Tradução de E. L. de Souza Campos. Niterói, 2022. p. 42–44.
Considerando o conceito de mysterium e sua distinção em relação ao tremendum, é correto afirmar que:
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. Tradução: Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 17.
De acordo com Eliade, a experiência religiosa do espaço sagrado implica que:
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. Tradução: Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 38.
Segundo Eliade, o tempo sagrado nas religiões arcaicas caracteriza-se por:
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o Profano. Tradução: Rogério Fernandes. São Paulo: Martins Fontes, 1992. p. 50.
Para Eliade, a função principal do mito é:
ELIADE, Mircea. Origens: História e Sentido na Religião. Lisboa: Edições 70, s/d. p. 8. No trecho, Eliade discute manifestações contemporâneas do sagrado.
Qual é sua posição em relação a essas “recuperações”?