Questões de Concurso Público Prefeitura de Guaraciaba - SC 2025 para Professor II-N1 (Inglês) - Concurso Público

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Q3657655 Português
Câncer de Ovário: O Tumor Ginecológico Mais Letal e Os Novos Caminhos da Imunoterapia

O câncer de ovário, apesar de menos incidente do que o de mama ou o de colo do útero, é o tumor ginecológico mais letal entre as mulheres. Isso acontece principalmente porque, na maioria das vezes, a doença é diagnosticada em estágios avançados, quando as chances de cura são menores e os tratamentos, mais agressivos.

Um dos principais obstáculos é a ausência de sintomas específicos nas fases iniciais e a falta de um método eficaz de rastreamento, o que faz com que o diagnóstico precoce ainda seja uma exceção. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar mais de 7 mil novos casos de câncer de ovário em 2025.

Na ASCO 2025, maior congresso mundial de oncologia, recém-encerrado em Chicago, um dos estudos mais relevantes apresentados na área de tumores ginecológicos avaliou justamente novas estratégias para o câncer de ovário. O trabalho investigou o papel da imunoterapia, uma abordagem que tem revolucionado o tratamento de diversos tipos de câncer, como os de pulmão, rim e melanoma.

O estudo envolveu pacientes com doença avançada, que haviam recebido os tratamentos tradicionais (cirurgia e quimioterapia) e passaram a ser tratadas com inibidores da enzima PARP, uma classe de medicamentos que impede que o tumor se reconstrua após o ataque inicial do tratamento. A novidade foi adicionar à estratégia o imunoterápico dostarlimabe, que estimula o sistema imunológico a reconhecer e combater as células tumorais de forma mais eficaz.

Os resultados mostraram um ganho relevante e promissor: a combinação reduziu em 15% o risco de progressão da doença ou morte, em comparação ao uso isolado do inibidor da PARP. Embora esse número ainda seja inferior ao impacto que a imunoterapia tem demonstrado em outros tumores, ele representa um passo importante na busca por novas soluções para o câncer de ovário.

Mais do que um resultado imediato, o estudo reforça a necessidade de desenvolver imunoterapias mais potentes e específicas para esse tipo de tumor, que tem características biológicas bastante particulares. Também aponta para um futuro em que a combinação inteligente de terapias — cirurgia, quimioterapia, drogas-alvo e imunoterapia — possa oferecer às pacientes uma maior sobrevida e, principalmente, mais qualidade de vida.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/06/fernando-maluf-cancer-de-o vario-o-tumor-ginecologico-mais-letal-e-os-novos-caminhos-da-imunote rapia/
Determinadas doenças apresentam maior letalidade não apenas pela sua agressividade, mas também pelas dificuldades de diagnóstico precoce. No caso do câncer de ovário, as características apresentadas no texto apontam para fatores que explicam sua gravidade. Considerando esse contexto, qual alternativa traduz de forma adequada a mensagem central?
Alternativas
Q3657656 Português
Câncer de Ovário: O Tumor Ginecológico Mais Letal e Os Novos Caminhos da Imunoterapia

O câncer de ovário, apesar de menos incidente do que o de mama ou o de colo do útero, é o tumor ginecológico mais letal entre as mulheres. Isso acontece principalmente porque, na maioria das vezes, a doença é diagnosticada em estágios avançados, quando as chances de cura são menores e os tratamentos, mais agressivos.

Um dos principais obstáculos é a ausência de sintomas específicos nas fases iniciais e a falta de um método eficaz de rastreamento, o que faz com que o diagnóstico precoce ainda seja uma exceção. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar mais de 7 mil novos casos de câncer de ovário em 2025.

Na ASCO 2025, maior congresso mundial de oncologia, recém-encerrado em Chicago, um dos estudos mais relevantes apresentados na área de tumores ginecológicos avaliou justamente novas estratégias para o câncer de ovário. O trabalho investigou o papel da imunoterapia, uma abordagem que tem revolucionado o tratamento de diversos tipos de câncer, como os de pulmão, rim e melanoma.

O estudo envolveu pacientes com doença avançada, que haviam recebido os tratamentos tradicionais (cirurgia e quimioterapia) e passaram a ser tratadas com inibidores da enzima PARP, uma classe de medicamentos que impede que o tumor se reconstrua após o ataque inicial do tratamento. A novidade foi adicionar à estratégia o imunoterápico dostarlimabe, que estimula o sistema imunológico a reconhecer e combater as células tumorais de forma mais eficaz.

Os resultados mostraram um ganho relevante e promissor: a combinação reduziu em 15% o risco de progressão da doença ou morte, em comparação ao uso isolado do inibidor da PARP. Embora esse número ainda seja inferior ao impacto que a imunoterapia tem demonstrado em outros tumores, ele representa um passo importante na busca por novas soluções para o câncer de ovário.

Mais do que um resultado imediato, o estudo reforça a necessidade de desenvolver imunoterapias mais potentes e específicas para esse tipo de tumor, que tem características biológicas bastante particulares. Também aponta para um futuro em que a combinação inteligente de terapias — cirurgia, quimioterapia, drogas-alvo e imunoterapia — possa oferecer às pacientes uma maior sobrevida e, principalmente, mais qualidade de vida.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/06/fernando-maluf-cancer-de-o vario-o-tumor-ginecologico-mais-letal-e-os-novos-caminhos-da-imunote rapia/
O progresso científico nem sempre se resume aos resultados alcançados em curto prazo, mas também à abertura de novas perspectivas para a evolução dos tratamentos. No caso do câncer de ovário, as descobertas recentes sinalizam caminhos que vão além da eficácia imediata. Considerando o texto, qual interpretação traduz de forma adequada essa ideia?
Alternativas
Q3657658 Português
Câncer de Ovário: O Tumor Ginecológico Mais Letal e Os Novos Caminhos da Imunoterapia

O câncer de ovário, apesar de menos incidente do que o de mama ou o de colo do útero, é o tumor ginecológico mais letal entre as mulheres. Isso acontece principalmente porque, na maioria das vezes, a doença é diagnosticada em estágios avançados, quando as chances de cura são menores e os tratamentos, mais agressivos.

Um dos principais obstáculos é a ausência de sintomas específicos nas fases iniciais e a falta de um método eficaz de rastreamento, o que faz com que o diagnóstico precoce ainda seja uma exceção. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar mais de 7 mil novos casos de câncer de ovário em 2025.

Na ASCO 2025, maior congresso mundial de oncologia, recém-encerrado em Chicago, um dos estudos mais relevantes apresentados na área de tumores ginecológicos avaliou justamente novas estratégias para o câncer de ovário. O trabalho investigou o papel da imunoterapia, uma abordagem que tem revolucionado o tratamento de diversos tipos de câncer, como os de pulmão, rim e melanoma.

O estudo envolveu pacientes com doença avançada, que haviam recebido os tratamentos tradicionais (cirurgia e quimioterapia) e passaram a ser tratadas com inibidores da enzima PARP, uma classe de medicamentos que impede que o tumor se reconstrua após o ataque inicial do tratamento. A novidade foi adicionar à estratégia o imunoterápico dostarlimabe, que estimula o sistema imunológico a reconhecer e combater as células tumorais de forma mais eficaz.

Os resultados mostraram um ganho relevante e promissor: a combinação reduziu em 15% o risco de progressão da doença ou morte, em comparação ao uso isolado do inibidor da PARP. Embora esse número ainda seja inferior ao impacto que a imunoterapia tem demonstrado em outros tumores, ele representa um passo importante na busca por novas soluções para o câncer de ovário.

Mais do que um resultado imediato, o estudo reforça a necessidade de desenvolver imunoterapias mais potentes e específicas para esse tipo de tumor, que tem características biológicas bastante particulares. Também aponta para um futuro em que a combinação inteligente de terapias — cirurgia, quimioterapia, drogas-alvo e imunoterapia — possa oferecer às pacientes uma maior sobrevida e, principalmente, mais qualidade de vida.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/06/fernando-maluf-cancer-de-o vario-o-tumor-ginecologico-mais-letal-e-os-novos-caminhos-da-imunote rapia/
O avanço das pesquisas médicas frequentemente resulta na combinação de terapias tradicionais com novas abordagens, visando ampliar as chances de sucesso no enfrentamento de doenças graves. No estudo apresentado no congresso internacional de oncologia, o foco esteve na busca de alternativas para pacientes com câncer de ovário em estágio avançado. Considerando o que foi exposto, qual interpretação é adequada?
Alternativas
Q3657659 Português
Câncer de Ovário: O Tumor Ginecológico Mais Letal e Os Novos Caminhos da Imunoterapia

O câncer de ovário, apesar de menos incidente do que o de mama ou o de colo do útero, é o tumor ginecológico mais letal entre as mulheres. Isso acontece principalmente porque, na maioria das vezes, a doença é diagnosticada em estágios avançados, quando as chances de cura são menores e os tratamentos, mais agressivos.

Um dos principais obstáculos é a ausência de sintomas específicos nas fases iniciais e a falta de um método eficaz de rastreamento, o que faz com que o diagnóstico precoce ainda seja uma exceção. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar mais de 7 mil novos casos de câncer de ovário em 2025.

Na ASCO 2025, maior congresso mundial de oncologia, recém-encerrado em Chicago, um dos estudos mais relevantes apresentados na área de tumores ginecológicos avaliou justamente novas estratégias para o câncer de ovário. O trabalho investigou o papel da imunoterapia, uma abordagem que tem revolucionado o tratamento de diversos tipos de câncer, como os de pulmão, rim e melanoma.

O estudo envolveu pacientes com doença avançada, que haviam recebido os tratamentos tradicionais (cirurgia e quimioterapia) e passaram a ser tratadas com inibidores da enzima PARP, uma classe de medicamentos que impede que o tumor se reconstrua após o ataque inicial do tratamento. A novidade foi adicionar à estratégia o imunoterápico dostarlimabe, que estimula o sistema imunológico a reconhecer e combater as células tumorais de forma mais eficaz.

Os resultados mostraram um ganho relevante e promissor: a combinação reduziu em 15% o risco de progressão da doença ou morte, em comparação ao uso isolado do inibidor da PARP. Embora esse número ainda seja inferior ao impacto que a imunoterapia tem demonstrado em outros tumores, ele representa um passo importante na busca por novas soluções para o câncer de ovário.

Mais do que um resultado imediato, o estudo reforça a necessidade de desenvolver imunoterapias mais potentes e específicas para esse tipo de tumor, que tem características biológicas bastante particulares. Também aponta para um futuro em que a combinação inteligente de terapias — cirurgia, quimioterapia, drogas-alvo e imunoterapia — possa oferecer às pacientes uma maior sobrevida e, principalmente, mais qualidade de vida.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/06/fernando-maluf-cancer-de-o vario-o-tumor-ginecologico-mais-letal-e-os-novos-caminhos-da-imunote rapia/
A regência nominal constitui um dos aspectos mais complexos da norma culta da Língua Portuguesa, pois muitas vezes os falantes utilizam preposições inadequadas em determinadas construções. Leia atentamente as afirmações abaixo, que tratam de usos frequentes de regência nominal:
I.A frase "O filme foi adaptado do romance francês" está correta, pois o termo adaptado exige a preposição de quando se indica origem.
II.A construção "Estou disposto em aceitar a proposta" está de acordo com a norma culta, já que o termo disposto pode ser regido tanto por a quanto por em.
III.A expressão "Tenho certeza de que ele chegará cedo" é adequada, visto que o termo certeza rege a preposição de antes de orações subordinadas.
IV.A frase "Os alunos foram obedientes com os professores" está de acordo com a norma-padrão, pois obediente exige a preposição com.

Assinale a alternativa que indica quais afirmativas são verdadeiras, de acordo com a norma-padrão: 
Alternativas
Q3657660 Português
Os diferentes tipos de texto apresentam finalidades e estruturas próprias que permitem distingui-los.
Diante dessa diversidade, analise as alternativas abaixo e identifique aquela que apresenta corretamente a relação entre o tipo de texto e sua característica essencial:
Alternativas
Q3657661 Português
A concordância do verbo ser apresenta particularidades que o diferenciam de outros verbos, sobretudo quando o sujeito é representado por pronomes, expressões numéricas ou indicações de tempo. Analise as alternativas abaixo e assinale aquela em que o uso do verbo ser está de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3657662 Português
O aposto e o vocativo são termos frequentemente confundidos em razão de sua semelhança formal, já que ambos podem aparecer separados por vírgulas, travessões ou dois pontos.
Associe corretamente cada exemplo à sua classificação, considerando se se trata de aposto ou vocativo:
Coluna A (__)Camilo Castelo Branco, escritor português, nasceu em Lisboa. (__)Volta, ó esperança, e não me abandones agora! (__)Só me falta uma coisa: paz. (__)Maria, você poderia ajudar-me com os livros?
Coluna B I.Aposto. II.Vocativo.

Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3657663 Português
A norma culta da Língua Portuguesa busca evitar construções que possam comprometer a clareza, a correção gramatical ou a elegância estilística do texto. Os chamados vícios de linguagem são exemplos de desvios que prejudicam a comunicação, ainda que sejam frequentemente encontrados na oralidade e até em textos escritos. Analise as alternativas a seguir e identifique aquela em que há a ocorrência de um solecismo.
Alternativas
Q3657664 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um exemplo de complemento nominal:
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: B
4: C
5: D
6: B
7: B
8: A
9: C