Questões de Concurso Público Câmara de Dionísio Cerqueira - SC 2025 para Agente de Serviços Gerais

Foram encontradas 11 questões

Q3515559 Português
43,5 horas: essa é a quantidade de tempo que um trabalhador brasileiro passa em seu local de trabalho ao longo de uma semana. E como se trata de uma média, isso significa que muitas pessoas trabalham ainda mais. Quem convive com os colegas por um período tão extenso sabe o quanto as relações interpessoais impactam na qualidade de vida e na própria produtividade do colaborador.

Fonte: Portal educação. Disponível em: https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/portal-da-estrategia/artigo s-gestao-estrategica/o-impacto-das-relacoes-interpessoais-no-ambient e-de-trabalho

Diante do texto, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3515571 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento."

Em relação ao emprego e concordância dos adjetivos do trecho, analise uma informação INCORRETA. 
Alternativas
Q3515572 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental."
"A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão."

Em relação à separação e à classificação dos vocábulos contidos nos trechos, identifique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3515573 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão."

O masculino de 'mulher' é 'homem'. A seguir, Identifique a alternativa que relaciona masculino e feminino de forma INCORRETA. 
Alternativas
Q3515574 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos."

Deverão ser acentuados pela mesma regra de 'Pacífico' e 'Índico' as palavras a seguir, EXCETO: 
Alternativas
Q3515575 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral."

A alternativa que apresenta um vocábulo que NÃO foi escrito corretamente com hífen, da mesma forma que o vocábulo 'peixe-leão' é:
Alternativas
Q3515576 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?"
Em relação ao número e tipo de sílabas da palavra 'proteger' NÃO é correto o que se afirma em:

A sílaba 'te' é considerada uma sílaba simples.
Alternativas
Q3515577 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus."

Os enunciados a seguir apresentam vocábulos escrito com 'x' corretamente, assim com a palavra 'peixe'do trecho, EXCETO: 
Alternativas
Q3515578 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As destemidas caçadoras de peixes-leão do Caribe

A ilha de Curaçao enfrenta um desafio ecológico: o peixe-leão invasor.

Com suas listras vermelhas e brancas parecidas com as da zebra, seus tentáculos carnudos e longas barbatanas com aparência de leque, o peixe-leão é peçonhento.

Ele é nativo do Pacífico Sul e do Oceano Índico, mas, no final dos anos 1980, a espécie foi introduzida nas águas quentes tropicais do Oceano Atlântico − mais precisamente, no litoral da Flórida, nos Estados Unidos.

A causa exata é desconhecida, mas se imagina que eles tenham sido libertados por aquários marinhos.

No Brasil, o peixe-leão foi avistado pela primeira vez em 2020, no arquipélago de Fernando de Noronha. De lá, ele se espalhou pelo litoral do Nordeste, podendo vir a atingir toda a costa brasileira.

Na verdade, o peixe-leão não é bem-vindo em nenhum lugar. Isso porque ele se reproduz em velocidade alarmante.

As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral. Este comportamento cria um desequilíbrio que prejudica o ecossistema dos recifes.

A presença do peixe-leão interfere com o turismo de mergulho e com a pesca comercial. Pesquisas demonstram que a presença do peixe-leão, mesmo que por curto período, pode reduzir a população de peixes nativos do recife em 79%.

Mas o que era um grande problema catalisou um movimento pela adaptação inovadora e responsabilidade ambiental.

A alimentação, arte e educação fizeram com que duas mulheres locais, Helmi Smeulders e Lisette Keus, enfrentassem o relacionamento único, mas complicado, entre Curaçao e o peixe-leão.

Smeulders abandonou sua carreira de advogada na Holanda em 1998 e se mudou para Curaçao, onde acabou se tornando chef de cozinha, mergulhadora e conservacionista. Mas o que ela sabia sobre o combate ao invasivo peixe-leão, a pesca sustentável e a importância de proteger o recife para as gerações futuras?

Na verdade, não muita coisa, até conhecer Keus. A mergulhadora local ensinou a Smeulders − e a outras mulheres da ilha − como encontrar e capturar o peixe-leão para salvar o recife de coral.

"Mostrei [aos chefs] como limpar os peixes, ofereci receitas e dei lotes [de peixe] de graça para os restaurantes praticarem", conta Keus.

Em 2023, o Ibama informou em nota à BBC News Brasil que, embora não haja proibição legal no país, a autarquia não recomenda o consumo do peixe-leão, pois seu manejo "requer técnicas específicas".


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7e0ey230lo -fragmento)
"As fêmeas liberam cerca de 2 milhões de ovos por ano. E, durante o crescimento, o peixe-leão se alimenta de peixes nativos menores e da vida marinha que protege os recifes de coral."
Quanto à classificação dos substantivos do trecho, marque com(V)verdadeiro e (F) falso para as afirmativas:

(__) O substantivo 'ovo' é masculino, e não flexiona em gênero e número.
(__) O substantivo 'peixes' é classificado em simples e concreto, podendo ser flexionado em número.
(__) O vocábulo 'marinha' é um substantivo que nomeia o adjetivo 'vida'.
(__) Os vocábulos 'coral' e 'recifes' são substantivos simples e concretos.

A sequência que preenche os parênteses corretamente está na alternativa:
Alternativas
Q3515579 Português
O bilhete é comumente usado como uma forma de comunicação, especialmente entre pessoas próximas, com um certo nível de intimidade. Para identificar esse gênero textual, algumas características são essenciais, como, EXCETO:
Alternativas
Q3515580 Português
Quanto à definição e uso dos adjetivos, analise as afirmativas:

I. Adjetivos uniformes - apresentam uma forma para os dois gêneros (feminino e masculino). Exemplo: menino feliz; menina feliz.
II. Adjetivos biformes - a forma varia conforme o gênero (masculino e feminino). Exemplo: homem carinhoso; mulher carinhosa.
III. Os adjetivos podem estar no singular ou no plural, concordando com o número do substantivo a que se referem. Assim, a sua formação se assemelha à dos substantivos: Pessoa feliz - pessoas felizes.

Estão corretas: 
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: A
4: C
5: A
6: A
7: C
8: B
9: B
10: D
11: B