Questões de Concurso Público Prefeitura de Itapiranga - SC 2023 para Professor de Língua Portuguesa (Português)

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Q3663640 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão:


Cientistas defendem livros didáticos em papel


Dá para renunciar a livros físicos e estudar somente pelas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura? Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel. O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.


Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar para o ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é a forma mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil.


Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - foram ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.


Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.


No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - identificou que estudantes de 15 anos que tinham o hábito de lerem livros em papel fizeram, em média, 49 pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação aos jovens que raramente ou nunca liam livros. Esses 49 pontos equivalem a mais ou menos 10% da pontuação média total dos países na prova de leitura do Pisa.


Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também demonstraram mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais. "Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE. A leitura digital tem vantagens importantes, como a busca rápida por fontes de informação e checagem de dados. Mas uma preocupação dos cientistas é que, nas telas, nossa leitura é mais superficial do que no papel, ou seja, "passamos os olhos" em vez de ler de verdade.


"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão do quanto as pessoas se lembram do que leem, ela é sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC News Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington.


O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, geralmente ditado pelo ritmo das redes sociais e da multitarefa, agrega Baron. "Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí, seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não ficará checando o seu telefone, você foca mais."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq52xyr0l92o. Adaptado. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores 'que' lamentam 'que' questões igualmente importantes foram ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.


Os vocábulos destacados na frase são, respectivamente:

Alternativas
Q3663641 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão:


Cientistas defendem livros didáticos em papel


Dá para renunciar a livros físicos e estudar somente pelas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura? Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel. O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.


Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar para o ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é a forma mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil.


Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - foram ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.


Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.


No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - identificou que estudantes de 15 anos que tinham o hábito de lerem livros em papel fizeram, em média, 49 pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação aos jovens que raramente ou nunca liam livros. Esses 49 pontos equivalem a mais ou menos 10% da pontuação média total dos países na prova de leitura do Pisa.


Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também demonstraram mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais. "Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE. A leitura digital tem vantagens importantes, como a busca rápida por fontes de informação e checagem de dados. Mas uma preocupação dos cientistas é que, nas telas, nossa leitura é mais superficial do que no papel, ou seja, "passamos os olhos" em vez de ler de verdade.


"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão do quanto as pessoas se lembram do que leem, ela é sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC News Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington.


O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, geralmente ditado pelo ritmo das redes sociais e da multitarefa, agrega Baron. "Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí, seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não ficará checando o seu telefone, você foca mais."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq52xyr0l92o. Adaptado. 

Esses 49 pontos equivalem a mais ou menos 10% da pontuação média total dos países na prova de leitura do Pisa.


Sintaticamente, é correto afirmar que o(a): 

Alternativas
Q3663642 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão:


Cientistas defendem livros didáticos em papel


Dá para renunciar a livros físicos e estudar somente pelas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura? Essa discussão foi alimentada pelo anúncio, agora parcialmente revertido, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel. O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.


Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar para o ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é a forma mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil.


Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - foram ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.


Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.


No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - identificou que estudantes de 15 anos que tinham o hábito de lerem livros em papel fizeram, em média, 49 pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação aos jovens que raramente ou nunca liam livros. Esses 49 pontos equivalem a mais ou menos 10% da pontuação média total dos países na prova de leitura do Pisa.


Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também demonstraram mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais. "Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE. A leitura digital tem vantagens importantes, como a busca rápida por fontes de informação e checagem de dados. Mas uma preocupação dos cientistas é que, nas telas, nossa leitura é mais superficial do que no papel, ou seja, "passamos os olhos" em vez de ler de verdade.


"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão do quanto as pessoas se lembram do que leem, ela é sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC News Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington.


O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, geralmente ditado pelo ritmo das redes sociais e da multitarefa, agrega Baron. "Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí, seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não ficará checando o seu telefone, você foca mais."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq52xyr0l92o. Adaptado. 

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar para o ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é a forma mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica.


Morfologicamente, na expressão:

Alternativas
Q3663643 Português

A entidade organizadora do exame 'identificou' que estudantes de 15 anos que 'tinham' o hábito de 'lerem' livros em papel fizeram 49 pontos.


Os verbos destacados encontram-se conjugados, respectivamente, no:

Alternativas
Q3663644 Português

Os resultados do Pisa confirmam que o acesso 'a capital cultural', como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes.


Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q3663645 Português

A origem da escrita remonta à necessidade humana de registrar informações, a fim de preservar sua história. A trajetória da escrita ao longo da história da humanidade foi delineada por meio de símbolos que gradualmente se desenvolveram. A utilização desses símbolos representa uma das primeiras formas de expressão escrita, concebida com a finalidade de comunicação por meio da leitura.


(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/ enfase-na-dislexia. Adaptado.)


A habilidade de leitura surge a partir da escrita; portanto, para adquirir a capacidade de ler e escrever, o aluno deve construir um entendimento, principalmente, de natureza: 

Alternativas
Q3663648 Português

Pesquisas indicam que a leitura aprofundada e prazerosa ainda é favorecida pelo texto em papel. 'Se você medir a compreensão - o quanto as pessoas se lembram do que leem - ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos', diz pesquisadora.


Assinale a opção correta de acordo com o texto base.

Alternativas
Q3663654 Português

"Meu pai, que havia arrancado três dentes, não pôde viajar naquele dia".


A oração grifada classifica-se como subordinada: 

Alternativas
Q3663655 Português
Na frase: "Gabriel estava convicto de que estava para ser homenageado", a oração destacada é:
Alternativas
Q3663656 Português

Lembro-me de que ela só comprava sapatos caros".


A oração sublinhada é: 

Alternativas
Q3663658 Português
"Trinta e cinco anos depois de ser promulgada, a nossa Constituição ganhou a primeira tradução oficial em uma língua indígena."
Acesso em:https://g1.globo.com/jornal-nacional
A constituição foi traduzida para qual língua indígena: 
Alternativas
Respostas
1: C
2: C
3: B
4: A
5: B
6: A
7: C
8: C
9: B
10: A
11: A