Questões de Concurso Público Prefeitura de Jaborá - SC 2024 para Professor de Português

Foram encontradas 23 questões

Q3351575 Português
O que torna o céu colorido na aurora boreal?

A aurora boreal é um espetacular show de luzes da natureza que ocorre quando explosões na superfície do Sol − as chamadas erupções solares − colidem com os gases da atmosfera da Terra, criando faixas cintilantes tingidas de vermelho, verde e roxo.

Ela é causada por partículas carregadas do sol que atingem gases na atmosfera da Terra. E as cores ocorrem devido a diferentes gases na atmosfera terrestre sendo energizados pelas partículas carregadas.

Os dois gases mais comuns na atmosfera terrestre são o nitrogênio e o oxigênio. Os átomos de oxigênio brilham em verde, a cor mais frequentemente vista na aurora boreal, enquanto os átomos de nitrogênio emitem roxo, azul e rosa.

As auroras mais impressionantes ocorrem quando o Sol emite nuvens realmente grandes de partículas chamadas "ejeções de massa coronal".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c3g8e8r7kmro.adaptado. 
A aurora boreal 'é' um show de luzes que 'ocorre' quando explosões na superfície do Sol 'colidem' com os gases da atmosfera da Terra.
Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo (ser), e no pretérito imperfeito do subjuntivo (ocorrer/colidir), respectivamente, tem-se: (considere as alterações necessárias)
Alternativas
Q3351576 Português
O que torna o céu colorido na aurora boreal?

A aurora boreal é um espetacular show de luzes da natureza que ocorre quando explosões na superfície do Sol − as chamadas erupções solares − colidem com os gases da atmosfera da Terra, criando faixas cintilantes tingidas de vermelho, verde e roxo.

Ela é causada por partículas carregadas do sol que atingem gases na atmosfera da Terra. E as cores ocorrem devido a diferentes gases na atmosfera terrestre sendo energizados pelas partículas carregadas.

Os dois gases mais comuns na atmosfera terrestre são o nitrogênio e o oxigênio. Os átomos de oxigênio brilham em verde, a cor mais frequentemente vista na aurora boreal, enquanto os átomos de nitrogênio emitem roxo, azul e rosa.

As auroras mais impressionantes ocorrem quando o Sol emite nuvens realmente grandes de partículas chamadas "ejeções de massa coronal".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c3g8e8r7kmro.adaptado. 
A aurora boreal fez uma aparição rara em todo o Reino Unido na noite de sexta-feira, além de outros países como a Suíça.
Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto base?
Alternativas
Q3351577 Português
O que torna o céu colorido na aurora boreal?

A aurora boreal é um espetacular show de luzes da natureza que ocorre quando explosões na superfície do Sol − as chamadas erupções solares − colidem com os gases da atmosfera da Terra, criando faixas cintilantes tingidas de vermelho, verde e roxo.

Ela é causada por partículas carregadas do sol que atingem gases na atmosfera da Terra. E as cores ocorrem devido a diferentes gases na atmosfera terrestre sendo energizados pelas partículas carregadas.

Os dois gases mais comuns na atmosfera terrestre são o nitrogênio e o oxigênio. Os átomos de oxigênio brilham em verde, a cor mais frequentemente vista na aurora boreal, enquanto os átomos de nitrogênio emitem roxo, azul e rosa.

As auroras mais impressionantes ocorrem quando o Sol emite nuvens realmente grandes de partículas chamadas "ejeções de massa coronal".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c3g8e8r7kmro.adaptado. 

Ela é causada por partículas carregadas do sol que 'atingem' gases na atmosfera da Terra.


O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

Alternativas
Q3351578 Português
O que torna o céu colorido na aurora boreal?

A aurora boreal é um espetacular show de luzes da natureza que ocorre quando explosões na superfície do Sol − as chamadas erupções solares − colidem com os gases da atmosfera da Terra, criando faixas cintilantes tingidas de vermelho, verde e roxo.

Ela é causada por partículas carregadas do sol que atingem gases na atmosfera da Terra. E as cores ocorrem devido a diferentes gases na atmosfera terrestre sendo energizados pelas partículas carregadas.

Os dois gases mais comuns na atmosfera terrestre são o nitrogênio e o oxigênio. Os átomos de oxigênio brilham em verde, a cor mais frequentemente vista na aurora boreal, enquanto os átomos de nitrogênio emitem roxo, azul e rosa.

As auroras mais impressionantes ocorrem quando o Sol emite nuvens realmente grandes de partículas chamadas "ejeções de massa coronal".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c3g8e8r7kmro.adaptado. 
As chamadas erupções solares colidem com os gases da atmosfera da Terra, 'criando faixas cintilantes tingidas de vermelho, verde e roxo'.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3351579 Português
O que torna o céu colorido na aurora boreal?

A aurora boreal é um espetacular show de luzes da natureza que ocorre quando explosões na superfície do Sol − as chamadas erupções solares − colidem com os gases da atmosfera da Terra, criando faixas cintilantes tingidas de vermelho, verde e roxo.

Ela é causada por partículas carregadas do sol que atingem gases na atmosfera da Terra. E as cores ocorrem devido a diferentes gases na atmosfera terrestre sendo energizados pelas partículas carregadas.

Os dois gases mais comuns na atmosfera terrestre são o nitrogênio e o oxigênio. Os átomos de oxigênio brilham em verde, a cor mais frequentemente vista na aurora boreal, enquanto os átomos de nitrogênio emitem roxo, azul e rosa.

As auroras mais impressionantes ocorrem quando o Sol emite nuvens realmente grandes de partículas chamadas "ejeções de massa coronal".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c3g8e8r7kmro.adaptado. 
Os átomos de oxigênio brilham em verde, a cor mais frequentemente vista na aurora boreal.
Sintaticamente, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3351595 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.

Águas mais quentes ocupam mais espaço, o que eleva o nível do mar e aumenta o risco de inundações.

Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto base?

Alternativas
Q3351596 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.
Os meses subsequentes não representaram 'trégua alguma': a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.
A expressão destacada na frase representa um:
Alternativas
Q3351597 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.
Um evento global de branqueamento de corais foi observado por cientistas segundo dados estabelecidos pela análise do projeto.
Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto base?
Alternativas
Q3351598 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.
'Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra' em termos de alterações climáticas.
Na expressão destacada, encontra-se uma figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q3351599 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.
'O Copernicus também confirmou' que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar.
Na expressão destacada, encontra-se uma figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q3351600 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.
A análise 'baseia-se' em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.
Conjugando o verbo destacado no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se:
Alternativas
Q3351601 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.

[...] mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.


O número de substantivos presentes na frase é de:

Alternativas
Q3351602 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.
"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.
O número de orações presentes na frase em questão é de:
Alternativas
Q3351603 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.


Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:

Alternativas
Q3351604 Português
Oceanos quebraram recorde de temperatura todos os dias em um ano

Turbinados pelas alterações climáticas, os oceanos do mundo superaram os recordes de temperatura todos os dias durante doze meses, revela uma análise. A análise baseia-se em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia.

Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.

Os gases que aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno, mas o evento climático natural El Niño também aqueceu ainda mais os oceanos.

Este superaquecimento atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de branqueamento de corais.

O Copernicus também confirmou que o mês de abril foi o mês mais quente já registrado em termos de temperaturas do ar. Esses recordes também foram batidos nos onze meses anteriores.

Durante muitas décadas, os oceanos do mundo foram a válvula de escape da Terra em termos de alterações climáticas.

Eles não só retêm cerca de um quarto do dióxido de carbono produzido pelos humanos, como também absorvem cerca de noventa por cento do excesso de calor.

Porém, durante o ano passado, os oceanos apresentaram as evidências mais preocupantes de que enfrentam dificuldades para lidar com a situação: a superfície do mar sente particularmente.

A partir de março de 2023, a temperatura média da superfície dos oceanos subiu cada vez mais acima da média de longo prazo, e atingiu um novo recorde máximo em agosto do ano passado.

Os meses subsequentes não representaram trégua alguma: a superfície do mar atingiu um novo máximo diário médio 21,09 ºC em fevereiro e março de 2024.

De acordo com dados do Copernicus, não apenas todos os dias desde quatro de maio de 2023 estão acima dos recordes anteriores de temperatura, mas em alguns dias, a margem em relação aos registros passados foi enorme.

Em cerca de quarenta e sete dias nesse período, o recorde de temperatura foi superado em, pelo menos, 0,3°C segundo a análise de dados do Copernicus.

Nunca antes, na era dos satélites, foi observada uma diferença tão grande.

Os dias com maior recorde foram 23 de agosto de 2023, 3 de janeiro de 2024 e 5 de janeiro de 2024, quando o recorde anterior foi batido em cerca de 0,34ºC.

"O fato de todo esse calor ir para o oceano e gerar um aquecimento com uma rapidez maior do que pensávamos é motivo de grande preocupação", afirma Mike Meredith, do grupo de pesquisa British Antarctic Survey.

"Esses são sinais reais de que as alterações no ambiente movem-se para áreas onde realmente não queremos que elas estejam. Se continuarmos nessa direção, as consequências serão graves", alertou ele.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19dy7y728lo.adaptado.

Os gases 'que' aquecem o planeta são os principais culpados pelo fenômeno.


Morfologicamente, o termo destacado trata-se de:

Alternativas
Q3351605 Português
Os gêneros discursivos são manifestações da língua, moldadas por características formais habituais e relacionadas a diferentes atividades sociais, sendo que a escrita também se justapõe em gêneros, uma forma convencional da linguagem à qual atribuímos algum papel social, algum valor ou alguma função. No que tange à perspectiva do ensino de Língua Portuguesa a partir dos gêneros do discurso, entende-se que a vivência das mais diversas situações comunicativas possibilita o contato do sujeito com uma maior diversidade de gêneros.
(Fonte: https://l1nq.com/generos-discursivos.adaptado)
Qual das seguintes afirmações está de acordo com o texto fornecido?
Alternativas
Q3351607 Português
As tipologias textuais são os tipos de textos criados em determinados contextos e que dependerão da intenção e necessidade de comunicação das pessoas.
Assinale a alternativa correta sobre os diferentes tipos de tipologia textual.
Alternativas
Q3351608 Português
Este 'superaquecimento' atinge duramente a vida marinha e provoca uma nova onda de 'branqueamento' de corais.
Os vocábulos destacados são formados pelos processos de, respectivamente:
Alternativas
Q3351609 Português
A linguagem dialógica é a forma característica da comunicação utilizada na educação a distância. Ela surge da união dos termos Linguagem, que é a capacidade humana de manifestar expressões de sentimentos, desejos, opiniões e troca de informações em diferentes culturas, e Dialógica, que carrega em sua essência o significado de dialogismo, consistindo na construção e reflexão sob a forma de diálogo. Perceba que ambos os termos estão condicionados ao diálogo. Em um diálogo se verifica diferentes níveis. Esses diferentes níveis podem ser entre o falante e o interlocutor diretamente envolvido, entre o falante e o sistema linguístico no qual assenta e do qual deriva o seu discurso particular, entre aquele e o contexto imediato e mediato. Portanto, o dialogismo deve privilegiar uma voz, um ponto de vista, em detrimento dos outros, uma vez que todos os discursos, todos os pontos de vista surgem em igualdade, em um mesmo plano.
(Fonte: https://conteudos.uniasselvi.com.br/edtech/ docs/manual_dialogismo.pdf.adaptado)

Qual das seguintes afirmações é verdadeira com base no texto fornecido?
Alternativas
Q3351610 Português
Quase cinquenta dias superaram as temperaturas máximas registradas para a mesma época de anos anteriores, segundo dados de satélites.
Assinale a opção correta quanto às classes de palavras dos vocábulos mencionados.
Alternativas
Respostas
1: B
2: B
3: D
4: C
5: C
6: A
7: A
8: B
9: E
10: A
11: A
12: A
13: A
14: B
15: E
16: C
17: B
18: C
19: B
20: D