Questões de Concurso Público Prefeitura de Seara - SC 2023 para Professor - Área de Língua Portuguesa

Foram encontradas 15 questões

Q4357218 Português
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental



Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional.

Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida.

Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados. Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores continuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
De acordo com a teoria do professor Thomas Lynch, o que não é fator determinante para definir qual o lado cada pessoa se inclina entre "subcontrole" e "supercontrole"?
Alternativas
Q4357219 Português
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental



Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional.

Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida.

Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados. Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores continuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
Quais são algumas características de pessoas altamente sob controle, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q4357221 Português
Assinale a alternativa em que há o uso do sentido conotativo na oração: 
Alternativas
Q4357222 Português
Leia as afirmativas abaixo:

I.O advogado impetrou um habeas-corpus em favor de seu cliente detido injustamente.
II.No meu dia-a-dia, costumo reservar um tempo para atividades físicas.
III.O transporte público é facilitado pela linha Norte-Sul, que conecta diferentes regiões da cidade.
IV.A testemunha relatou ter presenciado o crime ocorrendo a queima-roupa, sem chance de defesa.
V.A região é conhecida por sua produção de cana-de-açúcar, uma importante cultura agrícola na área.

Em quais das afirmativas há o emprego indevido do hífen?
Alternativas
Q4357238 Português
Sorvete, banho gelado e mais: o que você pode estar fazendo de errado no calor


Quinze estados e o DF seguem em alerta de grande perigo de onda de calor, com previsão de que as temperaturas continuem altas até a próxima sexta-feira (17), de acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O calorão impacta a saúde de toda a população, principalmente dos mais vulneráveis — como idosos, criança e pessoas com problemas de saúde, de acordo com Ministério da Saúde. A pasta alerta que nem tudo está valendo para se refrescar.

Evite alimentos com elevado teor de açúcar. Em entrevista à CNN, Gabriel Teixeira, gerente médico do Hospital Nipo-Brasileiro, explica que o excesso de açúcar pode contribuir para desidratação à medida que o organismo tenta eliminar as substâncias. A recomendação é optar por sorvetes naturais, feitos com frutas e sem açúcar.

Assim como o açúcar desidrata nosso organismo, bebidas que contém álcool tem o mesmo potencial. Isso acontece por conta do hormônio antidiurético (ADH), responsável por fazer com que nossos rins reabsorvam água.

Por essa razão, caipirinha, cerveja e outros bebidas levam o organismo a urinar mais — eliminando mais água. E a principal recomendação nos dias quentes é manter o corpo hidratado. Cada pessoa tem uma recomendação ideal para o consumo de água, a depender do peso e altura. Mas, em geral, homens devem ingerir 2,5 litros de água e mulheres, 2 litros, ao longo do dia.

Um dos maiores desafios em lidar com as altas temperaturas é manter o corpo hidratado, por isso a orientação do Ministério da Saúde é aumentar a ingestão de água ou de sucos de frutas naturais, mesmo sem ter sede.

Entretanto, água demais pode fazer mal. Em casos raros, o consumo de mais de 20 litros de água por dia pode levar à hiponatremia (perda de eletrólitos de sódio) por hiper-hidratação. Os sintomas incluem de confusão à convulsão.

As mudanças radicais de temperatura fazem com que o corpo perca sua capacidade de se autorregular. Os sintomas incluem fraqueza, oscilação na pressão, tontura, náuseas, convulsões e desmaio. Em casos mais graves, as mudanças abruptas levam até mesmo ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto.

Na troca de ambiente frio para o quente, os vasos sanguíneos dilatam, o que reduz a pressão arterial. Já do calor para o frio, acontece uma elevação da pressão arterial, por conta da rápida vasoconstrição. "Não há necessidade de tomar banho com água totalmente gelada, por questões de conforto. A água pode estar morna, mas evite banhos com temperatura alta", recomenda o médico.

Apesar de uma alternativa refrescante, os equipamentos reduzem a umidade relativa do ar. Doze estados estão em alerta de perigo potencial para baixa umidade do ar para os próximos dias, segundo o Inmet. A baixa umidade resseca os olhos, pele e pode prejudicar as vias respiratórias.

Para além dos riscos de mudanças radicais de temperatura do ambiente, os especialistas ressaltam que é necessário usar o ar-condicionado sem exagero e buscar formas de manter o ambiente úmido. A recomendação é usar umidificadores de ar, toalhas molhadas ou baldes de água.



https://www.cnnbrasil.com.br/saude/sorvete-banho-gelado-e-mais-o-qu e-voce-pode-estar-fazendo-de-errado-no-calor/
Qual o motivo pelo qual bebidas alcoólicas, como cerveja e caipirinha, são desaconselhadas nos dias quentes?
Alternativas
Q4357239 Português
Sorvete, banho gelado e mais: o que você pode estar fazendo de errado no calor


Quinze estados e o DF seguem em alerta de grande perigo de onda de calor, com previsão de que as temperaturas continuem altas até a próxima sexta-feira (17), de acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O calorão impacta a saúde de toda a população, principalmente dos mais vulneráveis — como idosos, criança e pessoas com problemas de saúde, de acordo com Ministério da Saúde. A pasta alerta que nem tudo está valendo para se refrescar.

Evite alimentos com elevado teor de açúcar. Em entrevista à CNN, Gabriel Teixeira, gerente médico do Hospital Nipo-Brasileiro, explica que o excesso de açúcar pode contribuir para desidratação à medida que o organismo tenta eliminar as substâncias. A recomendação é optar por sorvetes naturais, feitos com frutas e sem açúcar.

Assim como o açúcar desidrata nosso organismo, bebidas que contém álcool tem o mesmo potencial. Isso acontece por conta do hormônio antidiurético (ADH), responsável por fazer com que nossos rins reabsorvam água.

Por essa razão, caipirinha, cerveja e outros bebidas levam o organismo a urinar mais — eliminando mais água. E a principal recomendação nos dias quentes é manter o corpo hidratado. Cada pessoa tem uma recomendação ideal para o consumo de água, a depender do peso e altura. Mas, em geral, homens devem ingerir 2,5 litros de água e mulheres, 2 litros, ao longo do dia.

Um dos maiores desafios em lidar com as altas temperaturas é manter o corpo hidratado, por isso a orientação do Ministério da Saúde é aumentar a ingestão de água ou de sucos de frutas naturais, mesmo sem ter sede.

Entretanto, água demais pode fazer mal. Em casos raros, o consumo de mais de 20 litros de água por dia pode levar à hiponatremia (perda de eletrólitos de sódio) por hiper-hidratação. Os sintomas incluem de confusão à convulsão.

As mudanças radicais de temperatura fazem com que o corpo perca sua capacidade de se autorregular. Os sintomas incluem fraqueza, oscilação na pressão, tontura, náuseas, convulsões e desmaio. Em casos mais graves, as mudanças abruptas levam até mesmo ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto.

Na troca de ambiente frio para o quente, os vasos sanguíneos dilatam, o que reduz a pressão arterial. Já do calor para o frio, acontece uma elevação da pressão arterial, por conta da rápida vasoconstrição. "Não há necessidade de tomar banho com água totalmente gelada, por questões de conforto. A água pode estar morna, mas evite banhos com temperatura alta", recomenda o médico.

Apesar de uma alternativa refrescante, os equipamentos reduzem a umidade relativa do ar. Doze estados estão em alerta de perigo potencial para baixa umidade do ar para os próximos dias, segundo o Inmet. A baixa umidade resseca os olhos, pele e pode prejudicar as vias respiratórias.

Para além dos riscos de mudanças radicais de temperatura do ambiente, os especialistas ressaltam que é necessário usar o ar-condicionado sem exagero e buscar formas de manter o ambiente úmido. A recomendação é usar umidificadores de ar, toalhas molhadas ou baldes de água.



https://www.cnnbrasil.com.br/saude/sorvete-banho-gelado-e-mais-o-qu e-voce-pode-estar-fazendo-de-errado-no-calor/
O que é recomendado em relação ao consumo de sorvetes nos dias quentes, de acordo com o texto?
Alternativas
Q4357240 Português
Brasil ocupa 11º lugar em ranking global de saúde dos profissionais


O Brasil ocupa o 11º lugar entre 30 países avaliados em relação à saúde geral, ou holística, dos seus profissionais.

A nova pesquisa do McKinsey Health Institute abrange 30 mil trabalhadores e mostra como eles percebem sua saúde e a relacionam com o ambiente de trabalho.

A Turquia lidera o ranking, com a maior porcentagem de pontuações positivas em relação à saúde dos profissionais (78%) e o Japão ocupa o último lugar (25%).

Profissionais entre 18 e 24 anos tiveram as pontuações mais baixas em relação à saúde holística. Entrevistados que trabalham em empresas maiores (com mais de 250 funcionários) tiveram pontuações de saúde holística mais altas do que aqueles em empresas menores. Os níveis são semelhantes em todos os setores pesquisados.

Em relação aos cargos, os gerentes tiveram as maiores pontuações de saúde holística.

Numa era em que o trabalho é caracterizado por mudanças rápidas, prazos implacáveis ??e cada vez mais exigências, o foco na saúde dos trabalhadores nunca foi tão relevante. À medida que as empresas enfrentam esses desafios, surge um entendimento de que apenas reagir às consequências do esgotamento não é suficiente.

Ao enfatizar a ligação entre a satisfação no trabalho e o bem-estar geral, o estudo aborda a necessidade de as organizações criarem culturas de trabalho que apoiem todo o espectro de saúde dos seus funcionários. O objetivo é atingir um equilíbrio harmonioso entre as exigências do trabalho e o bem-estar pessoal.

E esses pontos estão conectados. Aqueles que relataram experiências positivas no trabalho também indicaram melhor saúde holística. Além disso, foram mais inovadores e apresentaram melhor desempenho profissional.

No entanto, é crucial compreender a complexidade dessa dinâmica entre trabalho, bem-estar e saúde. Embora os facilitadores do trabalho (como recursos adequados, sistemas e liderança eficientes e uma cultura positiva) estejam ligados a uma boa saúde geral, o esgotamento está intimamente relacionado aos fatores de estresse no trabalho.

Portanto, apenas oferecer facilitadores sem rever as formas de trabalho pode não ser suficiente para prevenir o esgotamento. Da mesma forma, apenas negar as exigências e demandas não vai te levar, necessariamente, a um quadro de saúde holística.

"Os sintomas de esgotamento e a saúde holística podem coexistir", diz Jacqueline Brassey, líder de saúde dos trabalhadores do McKinsey Health Institute. "Achar que seu trabalho é significativo ou ser resiliente são fatores importantes para uma melhor saúde holística. Mas isso por si só pode não protegê-lo do esgotamento se as demandas forem muito altas."

Como os adultos normalmente passam a maior parte do tempo no trabalho, os empregadores estão numa posição importante de influenciar o bem-estar dos seus funcionários.

A saúde geral não envolve apenas o bem-estar individual dos funcionários − é importante também para o sucesso financeiro da empresa.

Colaboradores esgotados e menos engajados são menos produtivos, se afastam com mais frequência e, como consequência, aumentam a taxa de turnover, o que se traduz em perdas financeiras.

Essas questões podem levar a uma perda de produtividade anual entre US$ 228 milhões e US$ 355 milhões para uma empresa média do índice S&P, que representa as maiores companhias listadas nos EUA, de acordo com um estudo do McKinsey Health Institute. "É hora de os empregadores irem além do esgotamento e também incluírem um foco no que será necessário para ajudar os funcionários a realmente prosperar em todas as dimensões da saúde − física, mental, social e espiritual", disse Brassey.

Metas x saúde

A busca pela produtividade a curto prazo e por metas imediatas pode entrar em conflito com investimentos focados no bem-estar dos funcionários. Contudo, conciliar essas ideias muitas vezes contraditórias requer uma liderança adaptativa. "Os líderes devem trabalhar com a tensão entre as exigências imediatas de desempenho organizacional e rentabilidade e as necessidades de saúde e flexibilidade a longo prazo da sua força de trabalho", observa Natalia Weisz, professora de liderança na IAE Business School da Argentina

É um processo de aprendizagem organizacional em que todos devem enfrentar alguma forma de perda. Isso porque priorizar a saúde dos profissionais obriga as empresas a mudar suas estruturas. "Requer abandonar hábitos, crenças e até valores profundamente enraizados, muitos dos quais podem parecer estar em desacordo com os valores da eficiência e lucratividade", afirma Weisz.


Trabalhar essa visão integrada de saúde não é apenas uma obrigação moral, mas também uma vantagem estratégica. Empregadores que dão prioridade ao tema estão preparados para criar ambientes em que os funcionários possam realmente se desenvolver e estabelecer um novo padrão do que significa ser uma organização bem-sucedida e com visão de futuro.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/brasil-ocupa-11o-lugar-em-rankin g-global-de-saude-dos-profissionais-veja-lista/
Segundo a pesquisa do McKinsey Health Institute, qual país lidera o ranking de saúde geral dos profissionais?
Alternativas
Q4357241 Português
Brasil ocupa 11º lugar em ranking global de saúde dos profissionais


O Brasil ocupa o 11º lugar entre 30 países avaliados em relação à saúde geral, ou holística, dos seus profissionais.

A nova pesquisa do McKinsey Health Institute abrange 30 mil trabalhadores e mostra como eles percebem sua saúde e a relacionam com o ambiente de trabalho.

A Turquia lidera o ranking, com a maior porcentagem de pontuações positivas em relação à saúde dos profissionais (78%) e o Japão ocupa o último lugar (25%).

Profissionais entre 18 e 24 anos tiveram as pontuações mais baixas em relação à saúde holística. Entrevistados que trabalham em empresas maiores (com mais de 250 funcionários) tiveram pontuações de saúde holística mais altas do que aqueles em empresas menores. Os níveis são semelhantes em todos os setores pesquisados.

Em relação aos cargos, os gerentes tiveram as maiores pontuações de saúde holística.

Numa era em que o trabalho é caracterizado por mudanças rápidas, prazos implacáveis ??e cada vez mais exigências, o foco na saúde dos trabalhadores nunca foi tão relevante. À medida que as empresas enfrentam esses desafios, surge um entendimento de que apenas reagir às consequências do esgotamento não é suficiente.

Ao enfatizar a ligação entre a satisfação no trabalho e o bem-estar geral, o estudo aborda a necessidade de as organizações criarem culturas de trabalho que apoiem todo o espectro de saúde dos seus funcionários. O objetivo é atingir um equilíbrio harmonioso entre as exigências do trabalho e o bem-estar pessoal.

E esses pontos estão conectados. Aqueles que relataram experiências positivas no trabalho também indicaram melhor saúde holística. Além disso, foram mais inovadores e apresentaram melhor desempenho profissional.

No entanto, é crucial compreender a complexidade dessa dinâmica entre trabalho, bem-estar e saúde. Embora os facilitadores do trabalho (como recursos adequados, sistemas e liderança eficientes e uma cultura positiva) estejam ligados a uma boa saúde geral, o esgotamento está intimamente relacionado aos fatores de estresse no trabalho.

Portanto, apenas oferecer facilitadores sem rever as formas de trabalho pode não ser suficiente para prevenir o esgotamento. Da mesma forma, apenas negar as exigências e demandas não vai te levar, necessariamente, a um quadro de saúde holística.

"Os sintomas de esgotamento e a saúde holística podem coexistir", diz Jacqueline Brassey, líder de saúde dos trabalhadores do McKinsey Health Institute. "Achar que seu trabalho é significativo ou ser resiliente são fatores importantes para uma melhor saúde holística. Mas isso por si só pode não protegê-lo do esgotamento se as demandas forem muito altas."

Como os adultos normalmente passam a maior parte do tempo no trabalho, os empregadores estão numa posição importante de influenciar o bem-estar dos seus funcionários.

A saúde geral não envolve apenas o bem-estar individual dos funcionários − é importante também para o sucesso financeiro da empresa.

Colaboradores esgotados e menos engajados são menos produtivos, se afastam com mais frequência e, como consequência, aumentam a taxa de turnover, o que se traduz em perdas financeiras.

Essas questões podem levar a uma perda de produtividade anual entre US$ 228 milhões e US$ 355 milhões para uma empresa média do índice S&P, que representa as maiores companhias listadas nos EUA, de acordo com um estudo do McKinsey Health Institute. "É hora de os empregadores irem além do esgotamento e também incluírem um foco no que será necessário para ajudar os funcionários a realmente prosperar em todas as dimensões da saúde − física, mental, social e espiritual", disse Brassey.

Metas x saúde

A busca pela produtividade a curto prazo e por metas imediatas pode entrar em conflito com investimentos focados no bem-estar dos funcionários. Contudo, conciliar essas ideias muitas vezes contraditórias requer uma liderança adaptativa. "Os líderes devem trabalhar com a tensão entre as exigências imediatas de desempenho organizacional e rentabilidade e as necessidades de saúde e flexibilidade a longo prazo da sua força de trabalho", observa Natalia Weisz, professora de liderança na IAE Business School da Argentina

É um processo de aprendizagem organizacional em que todos devem enfrentar alguma forma de perda. Isso porque priorizar a saúde dos profissionais obriga as empresas a mudar suas estruturas. "Requer abandonar hábitos, crenças e até valores profundamente enraizados, muitos dos quais podem parecer estar em desacordo com os valores da eficiência e lucratividade", afirma Weisz.


Trabalhar essa visão integrada de saúde não é apenas uma obrigação moral, mas também uma vantagem estratégica. Empregadores que dão prioridade ao tema estão preparados para criar ambientes em que os funcionários possam realmente se desenvolver e estabelecer um novo padrão do que significa ser uma organização bem-sucedida e com visão de futuro.


https://forbes.com.br/carreira/2023/11/brasil-ocupa-11o-lugar-em-rankin g-global-de-saude-dos-profissionais-veja-lista/
O que é mencionado como fundamental para uma melhor saúde holística, de acordo com Jacqueline Brassey, líder de saúde dos trabalhadores do McKinsey Health Institute?
Alternativas
Q4357243 Português
Leia com atenção as alternativas abaixo e assinale aquela que possui um erro de regência verbal:
Alternativas
Q4357245 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01:
(__)Eu vi um filme interessante no cinema. (__)Ela sempre pede ajuda aos colegas nos estudos. (__)O sol brilhava intensamente no céu. (__)Os pássaros cantam ao amanhecer. (__)Ele confia nos amigos para compartilhar segredos. (__)O professor explicou a matéria com clareza.
Coluna 02:
I.Verbo Transitivo Direto. II.Verbo Transitivo Indireto. III.Verbo Intransitivo.

Correlacione as colunas acima de acordo com a transitividade verbal do termo em destaque em cada sentença. Em seguida, assinale a alternativa com a ordem correta.
Alternativas
Q4357248 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Salvo imprevistos, a reunião está marcada para as 15 horas.
II.Maria foi a festa de aniversário ontem à noite.
III.Segundo os especialistas, medidas preventivas são fundamentais para evitar problemas futuros.
IV.João sempre estuda com muita dedicação.
V.Sob a luz da lua, o cenário ganhou um brilho mágico.

Quais dos termos grifados se tratam de preposições essenciais? 
Alternativas
Q4357249 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.A cidade onde cresci é cheia de lembranças especiais.
II.Ela é a pessoa para quem confiei meus segredos.
III.Conheci um escritor cujo livro se tornou um best-seller.
IV.Conheci alguém que pode nos ajudar com o projeto.
V.Maria encontrou o artigo, o qual continha informações valiosas.

Quais dos pronomes relativos acima são considerados invariáveis?
Alternativas
Q4357251 Português
Assinale a alternativa abaixo que o complemento nominal esteja em destaque:
Alternativas
Q4357254 Português
Leia o trecho da obra As Gaiolas de Rubem Alves a seguir:
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle.
Rubem Alves se utiliza de uma figura de linguagem para fazer uma crítica a um sistema de ensino que não seja libertador. Qual figura de linguagem é esta?
Alternativas
Q4357257 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01:
(__)Embora estivesse chovendo, decidimos fazer o passeio. (__)Faça o relatório conforme as instruções fornecidas pela supervisora. (__)Gostaria de participar, contudo já tinha compromissos agendados. (__)Estudei a noite toda, assim consegui obter uma boa pontuação na prova.
Coluna 02:
I.Conjunção coordenativa. II.Conjunção subordinativa.


Correlacione as colunas pelo termo em destaque e assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: B
4: E
5: E
6: D
7: B
8: A
9: A
10: B
11: E
12: D
13: E
14: D
15: E