Questões de Concurso Público Prefeitura de Silveiras - SP 2022 para Técnico em Enfermagem

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Q4157887 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
1-Leia atentamente as afirmações a seguir:

I– O autor da matéria discorda da autoavaliação de Michael Simkin, pois considera que Simkin é um excelente jogador de xadrez.
II – Segundo o texto, o matemático Simkin não se interessa por análises combinatórias.
III – Segundo a matéria, a revista alemã propôs um desdobramento a partir do primeiro desafio sobre as “n-rainhas”.

São incorretas as afirmativas: 
Alternativas
Q4157888 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
Segundo a matéria, é possível afirmar que:
Alternativas
Q4157889 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
Leia a sentença a seguir:

“Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n.”

Assinale a alternativa que indica, respectivamente, a classe gramatical das palavras destacadas:
Alternativas
Q4157890 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
A palavra “exímio”, presente em “[...] não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez” pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por:
Alternativas
Q4157891 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
A frase “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo” é um exemplo de oração subordinada substantiva objetiva direta. Assinale a alternativa que apresente outro exemplo desse tipo de oração:
Alternativas
Q4157892 Português
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4157893 Português
Assinale a alternativa correta, segundo a norma culta de língua:
Alternativas
Q4157895 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das sentenças a seguir, de acordo com a norma culta da Língua Portuguesa:

I – Ele tinha cabelo e pupila ________.
II – Foi ________, por muito tempo, a única possibilidade viável.
III – Ele tinha dentes e garras ________.
IV – Muitas precauções são ________. 
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: A
4: A
5: D
6: D
7: B
8: B
9: A
10: C