Questões de Concurso Público Prefeitura de Santa Maria da Boa Vista - PE 2020 para Psicólogo

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Q1713448 Psicologia
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)


(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).


A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma, um apelo contra as condições amorais das clínicas psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.

O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram uma revolução psiquiátrica e um tratamento verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.

A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos familiares e comprometer-se com a construção dos projetos de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.

Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares, respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares e usuários e articulações intersetoriais que potencializem suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

Esta definição institui a grande importância destes centros de reabilitação e atendimento para toda a população, remontando de forma equipada e humanizada a valorização do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
Leia o texto 'Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Após a análise do texto, é possível concluir que o CAPS deve proporcionar o cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

II. O CAPS realiza ações que reduzem a capacidade de prestação de serviços de reabilitação e atendimento para a população, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713449 Psicologia
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)


(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).


A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma, um apelo contra as condições amorais das clínicas psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.

O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram uma revolução psiquiátrica e um tratamento verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.

A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos familiares e comprometer-se com a construção dos projetos de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.

Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares, respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares e usuários e articulações intersetoriais que potencializem suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

Esta definição institui a grande importância destes centros de reabilitação e atendimento para toda a população, remontando de forma equipada e humanizada a valorização do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
Leia o texto 'Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Após a análise do texto, é possível inferir que o CAPS deve considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros.

II. O texto sugere que a psicologia clínica aplicada às instituições foi, em suma, o maior reforço em favor das condições amorais das clínicas psiquiátricas.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713450 Psicologia
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)


(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).


A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma, um apelo contra as condições amorais das clínicas psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.

O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram uma revolução psiquiátrica e um tratamento verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.

A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos familiares e comprometer-se com a construção dos projetos de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.

Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares, respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares e usuários e articulações intersetoriais que potencializem suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

Esta definição institui a grande importância destes centros de reabilitação e atendimento para toda a população, remontando de forma equipada e humanizada a valorização do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
Leia o texto 'Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A psicologia clínica aplicada às instituições impede e dificulta a higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental, conforme sugere o texto.

II. As informações presentes no texto permitem inferir que o CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias deles, para que lhes sejam tolhidas as capacidades de agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

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Q1713451 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Jellen et al. sinalizam que a violência psicológica tem sido desassociada do abuso infantil e da negligência, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.

II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que estudiosos no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança.

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Alternativas
Q1713452 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Uma das ideias presentes no texto é a de que a violência psicológica causa sérios danos e distorções introduzidas no mapa psicológico da criança sobre o mundo.

II. Ignorar a criança, ou seja, privá-la de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual, é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.

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Alternativas
Q1713453 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As informações presentes no texto permitem concluir que o ato de corromper ocorre quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais, sendo esse um comportamento parental tóxico do ponto de vista psicológico infantil.

II. Após a análise do texto, é possível concluir que isolar a criança, ou seja, separá-la de experiências sociais normais, impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo, é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713454 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor feliz e o aumento da capacidade de fazer novos amigos, mantendo relações saudáveis, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico na criança.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713455 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que Garbarino et al. referem-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido.

II. Após a análise do texto, é possível inferir que rejeitar a criança, ou seja, recusar-se a reconhecer a sua importância e a legitimidade de suas necessidades é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713456 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As informações presentes no texto permitem inferir que aterrorizar a criança, ou seja, atacá-la verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil, é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil.

II. O texto procura deixar claro para o leitor que Garbarino et al. elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção do abuso psicológico.

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Alternativas
Q1713457 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Claussen et al. afirmam que a violência psicológica não costuma causar mais danos no desenvolvimento infantil, pois esse é um prejuízo exclusivo da violência física, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

II. O'Hagan e Brassard et al. focalizam a conceituação dos maus-tratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos professores, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada e querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713458 Matemática
Analise as afirmativas a seguir:

I. Uma loja vendeu 25 unidades do produto do tipo X a um mesmo cliente. Sabe-se que efetuou o pagamento com quatro notas de R$ 20, três notas de R$ 10 e três notas de R$ 5. Esse cliente não recebeu troco, pois o valor pago representa o preço total dos produtos comprados. Assim, é correto afirmar que o preço da unidade do produto X é superior a R$ 5,31.

II. A empresa A contabilizou vendas na ordem de R$ 5 milhões. A empresa B registrou vendas na ordem de R$ 30 milhões. Assim, diante dos dados apresentados, é correto afirmar que o faturamento da empresa B é mais de 411% maior que o da empresa A.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713459 Matemática
Analise as afirmativas a seguir:

I. Sobre o preço de um celular foi aplicado um aumento de 6% e, assim, ele passou a custar R$ 742,00. Dessa forma, considerando apenas os dados apresentados, é correto afirmar que o preço anterior desse produto, sem o aumento, era inferior a R$ 709,30.

II. Considere 4 fundos de investimento (FI) aqui identificados apenas como FI1, FI2, FI3 e FI4. Sabe-se que essas aplicações são distintas, todas têm duração de 6 meses e seus rendimentos são isentos de incidência de quaisquer impostos. No FI4, foi investido o valor de R$ 240 e, após 6 meses, essa aplicação gerou um montante de R$ 280. Ao final do semestre, o FI3 rendeu o mesmo que o FI4. No mesmo período, o FI2 rendeu apenas a metade do que rendeu o FI3. Nesse período, o FI1 rendeu 5% a mais que o rendimento do FI2. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o total dos rendimentos auferidos no conjunto desses 4 FI, no semestre considerado, foi superior a R$ 206.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713460 Matemática
Analise as afirmativas a seguir:

I. Sobre o preço inicial de um produto, foi dado um desconto de 12%. Com esse desconto, o cliente pagou apenas o valor de R$ 105,60 pelo item. Nessas condições, é correto afirmar que o preço do produto, sem o desconto, é maior que R$ 107,90.

II. Há duas semanas, o preço de um determinado cereal em um supermercado era de R$ 3,10 por quilo. Há uma semana, seu preço era de R$ 3,40 por quilo. Atualmente, seu preço é R$ 2,20 por quilo. Assim, considerando apenas os dados apresentados, é correto afirmar que o preço médio desse cereal, no período considerado, é superior a R$ 3,11 por quilo.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713461 Matemática
Analise as afirmativas a seguir:

I. Considere duas figuras geométricas planas, aqui identificadas como 1 e 2. A figura 1 é um retângulo com largura igual a 2 metros e comprimento igual a 3 metros. A figura 2 é um retângulo com largura igual a 4 metros e comprimento igual a 5 metros. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a área da figura 2 equivale a 241% da área da figura 1.

II. Uma figura geométrica de formato retangular teve a sua largura aumentada em 35% e o seu comprimento reduzido a 76% da medida inicial. Assim, considerando exclusivamente os dados apresentados, é correto afirmar que, após essa mudança, a área inicial da figura foi reduzida em 12,5%.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713462 Matemática
Analise as afirmativas a seguir:

I. Sabe-se que o raio de um círculo é igual a 139 metros. Assim, se considerarmos que o valor de Pi (π) é igual a 3,14, então a área dessa figura será menor que 61.461,22 m².

II. Considere 5 escolas que possuem, respectivamente: 232 alunos; 145 alunos; 121 alunos; 604 alunos; e 602 alunos. Todos esses alunos devem receber um kit escolar que custa R$ 97 por aluno. A distribuição dos kits exige o trabalho de uma equipe capaz de entregar até 12 kits por dia nas residências dos alunos, ao custo de R$ 50 por dia de trabalho. Assim, considerando apenas os dados apresentados, é correto afirmar que o custo total desse projeto será superior a R$ 161 mil.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713463 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Pronome é a classe de palavras categoremáticas que reúne unidades em número limitado e que se refere a um significado léxico pela situação ou por outras palavras do contexto.

II. Em “Júlia foi buscar a sua caneta no carro, quando percebeu que não estava em sua bolsa”, a conjunção “QUANDO” tem função de explicação.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713464 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Do ponto de vista da gramática normativa, o enunciado seguinte, com o pronome oblíquo, não é aceitável: “É impossível, para mim, realizar este trabalho”.

II. Os pronomes interrogativos, indefinidos e os demais pronomes têm por função principal apontar para as pessoas do discurso, ou se relacionar com elas, indicando-lhes sua situação no tempo ou no espaço. Em virtude dessa característica, os pronomes apresentam uma forma específica para cada pessoa do discurso.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713465 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Substantivo abstrato é o que designa ser de existência independente: prazer, beijo, trabalho, saída, beleza, cansaço, por exemplo.

II. É correto afirmar que, na formação do adjetivo pátrio composto, o primeiro elemento aparece exclusivamente na forma ampliada, e nunca erudita.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713466 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Os pronomes podem apresentar-se como adjuntos do núcleo - capazes de funcionar como núcleo de sintagma nominal, à maneira dos substantivos - ou como absolutos, à maneira dos adjetivos, dos artigos e dos numerais.

II. Verbos são palavras invariáveis que servem para conectar orações ou dois termos de mesma função sintática, estabelecendo, entre eles, uma relação de dependência. Assim, verbo é uma classe de palavras variável com que se designam ou se nomeiam os seres em geral ou são as palavras variáveis com que se designam os seres.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713467 Português
Analise as afirmativas a seguir:

I. Adjetivos são palavras que caracterizam um substantivo, conferindo-lhe uma qualidade, característica, aspecto ou estado. A grafia do adjetivo seguinte está correta: fêxado.

II. Adjetivo é a classe de lexema que se caracteriza por constituir a delimitação, isto é, por caracterizar as possibilidades designativas do substantivo, orientando delimitativamente a referência a uma parte ou a um aspecto do denotado.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
21: B
22: B
23: D
24: C
25: A
26: A
27: C
28: A
29: A
30: D
31: C
32: B
33: D
34: D
35: A
36: B
37: D
38: D
39: D
40: C