Questões de Concurso
Sobre terapia ocupacional e saúde da família em terapia ocupacional
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“A gestora da Unidade de Saúde da Família Santa Filomena solicita uma reunião individual com a terapeuta ocupacional do NASF, Clarice, para avaliar os primeiros meses de trabalho. Já no início da conversa, Clarice afirma: - Tem sido desafiador não cumprir uma agenda específica de atendimentos. Mas, mais que isso, tem o desafio de estar onde as pessoas vivem, entrar em suas casas... também é diferente atuar em equipe com outros profissionais, pensar e construir ações sempre juntos. Me acostumei tanto a fazer as coisas sozinha que ainda estranho o formato desse trabalho.”
Dentre os desafios da Clarice, estão as diretrizes do trabalho no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). Segundo o Ministério da Saúde, a atuação no NASF pressupõe:
Takatori, Oshiro e Otashima (2004) descrevem o processo de rompimento do cotidiano vivenciado por crianças e famílias hospitalizadas.
Acerca do cuidado com o cotidiano, qual a contribuição da Terapia Ocupacional na assistência ao público infantil hospitalizado?
No contexto das Unidades de Terapia Intensivas Neonatais (UTIN) é comum que o tempo de internação das crianças seja prolongado, o que acarreta uma série de sofrimentos e ansiedades nos pais, e em especial nas mães, que na maioria dos casos costuma acompanhar a internação dos filhos na qualidade de acompanhantes. Como forma de prover um cuidado abrangente, capaz de acolher e dar vazão ao sofrimento de mães e pais de crianças internadas em UTIN, os Terapeutas Ocupacionais podem munir-se de intervenções:
As especialidades reconhecidas pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, no Brasil, são:
Como denunciam Souza e Rocha (2021), a maior parte das ações de cuidado voltadas às crianças em serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) centra-se exclusivamente nelas, isolando seus processos de cuidado daqueles destinados a suas famílias e adotando uma perspectiva biomédica e reducionista. Para que seja possível construir ações em terapia ocupacional abrangentes, em serviços de APS voltados para crianças, é necessário:
I. A funcionalidade e a incapacidade de uma pessoa são concebidas como uma interação dinâmica entre os estados de saúde.
II. As restrições da participação devem ser entendidas unicamente como características do indivíduo.
III. A interação entre a funcionalidade, incapacidade e participação está diretamente relacionada à percepção de qualidade de vida do indivíduo.
Está correto o que se afirma em
I. Na fase I, não é necessário avaliar a cognição e analisar o desempenho ocupacional do paciente em atividades manuais. II. Na fase II, um dos pilares terapêuticos é a adoção de técnicas de redução de estresse para o cuidador, visando a aliviar o estresse e a sobrecarga de cuidado vivenciada no dia a dia. III. Na fase III, os cuidadores aprendem a generalizar estratégias aprendidas e simplificar as atividades para declínios cognitivos futuros, por exemplo, aumentando os estímulos para os pacientes.
Está CORRETO o que se afirma:
I. O processo de evolução da ludicidade ocorre em uma sequência natural do desenvolvimento do jogo e do brincar. II. O fator ambiente é complexo, porque inclui tanto os contextos físicos quanto os psicológicos de uma atividade, e suas características afetam igualmente o comportamento lúdico. III. Os materiais lúdicos variam, dependendo da atividade, do ambiente e dos recursos da família. Qualquer pessoa, objeto ou material pode tornar-se parte do jogo/recreação e do brincar.
Está CORRETO o que se afirma: