Questões de Concurso Sobre comunicações por satélites em engenharia de telecomunicações

Foram encontradas 142 questões

Ano: 2013 Banca: CESGRANRIO Órgão: LIQUIGÁS
Q1198330 Engenharia de Telecomunicações
Atualmente, existem sistemas de satélite operando em faixas das bandas C, Ka e Ku. Cada uma dessas faixas de frequência apresenta diferenças quanto aos fatores que influenciam a propagação do sinal de comunicação. Por exemplo, mantendo-se todas as demais condições inalteradas, o sinal de comunicação em um sistema satélite propagado na banda C apresenta um efeito da
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Ano: 2013 Banca: CESGRANRIO Órgão: LIQUIGÁS
Q1198248 Engenharia de Telecomunicações
Um determinado satélite pode estar situado em uma órbita LEO (órbita baixa), MEO (órbita média) ou GEO (órbita geoestácionária).  Cada órbita apresenta características diferentes das demais, sendo que a
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Q561942 Engenharia de Telecomunicações

         

Considerando o sistema de comunicações representado pelo diagrama de blocos acima, julgue os
itens subsecutivos.

Caso a EIRP (equivalent isotropic radiated power) do satélite o enlace de descida seja de 60 dBW, o ganho da antena, de 50 dBi e a potência de saída do amplificador TWT, de 15 dBW, então o recuo de potência (back-off) de saída do amplificador deverá ser de -5 Db.


Alternativas
Q561940 Engenharia de Telecomunicações

         

Considerando o sistema de comunicações representado pelo diagrama de blocos acima, julgue os itens subsecutivos.

Esse diagrama representa, de maneira simplificada, um transponder de satélite no qual há modulação e demodulação da mensagem transmitida.


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Q475216 Engenharia de Telecomunicações
A respeito das tecnologias envolvidas nos processos de comunicação, julgue o  item  a seguir.

Um canal com multipercurso classificado como não plano, também chamado de canal duplamente dispersivo, é não seletivo quanto à frequência e ao tempo.
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Q475213 Engenharia de Telecomunicações
A respeito das tecnologias envolvidas nos processos de comunicação, julgue o  item  a seguir.

Uma das vantagens da utilização da banda C para comunicações por satélite é que ela usa frequências diferentes das utilizadas nos sistemas de micro-ondas terrestres. Contudo, um dos maiores problemas verificados nessa faixa de frequência é a forte atenuação ocorrida em função das chuvas, o que encarece os transponders utilizados nos satélites.
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Q348919 Engenharia de Telecomunicações
Acerca de antenas e propagação, julgue os itens seguintes.

Sinais transmitidos na banda HF (high frequency) entre 3 MHz e 30 MHz podem ser refletidos pela ionosfera, podendo, assim, serem transmitidos a longas distâncias, contornando a curvatura da Terra.

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Q305666 Engenharia de Telecomunicações
Indique a alternativa que corresponde apenas a funções realizadas pela interface de linha.
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Q1626647 Engenharia de Telecomunicações

No que diz respeito aos sistemas de comunicações por meio de satélites geoestacionários, analise as afirmativas abaixo:


I. O fenômeno relacionado à cintilação ionosférica é mais forte na banda C do que na banda Ku.

II. Apesar de sofrer atenuação por gases atmosféricos, aatenuação por chuva pode ser desprezada na banda Ka.

III. A potência de ruído presente na recepção da estação terrena depende do ângulo de elevação da antena da estação e da ocorrência ou não de chuva no enlace de descida.


Está correto apenas o que se afirma em:

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Q457388 Engenharia de Telecomunicações
A abertura efetiva, importante parâmetro de uma antena, depende da frequência de operação.

O valor da área efetiva é
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Q282715 Engenharia de Telecomunicações

     No final de 2011, a ANATEL submeteu a consulta pública proposta de norma para condições de operação de satélites geoestacionários em banda Ka com cobertura sobre o território brasileiro. A norma tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros técnicos de forma a disciplinar a operação, sobre o território brasileiro, de satélites geoestacionários espaçados de 2 graus, nas faixas de frequências de 17,7 GHz a 20,2 GHz, para enlaces de descida, e de 27 GHz a 30 GHz, para enlaces de subida.

     No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.  

     A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.


                                                                                    Internet: <www.anatel.gov.br> (com adaptações).  

Considere que se deseje implementar sistema que ofereça  aplicações de transmissão de dados em banda larga por meio de  rede de satélites geoestacionários transparentes, para cobrir o  território nacional. Espera-se, para essas aplicações, disponibilidade  elevada para o sistema, incluindo-se os equipamentos terrestres e  satelitais e os enlaces de subida e de descida. Para isso, o sistema deverá apresentar, nos enlaces de subida, em situações de céu claro,  potência quiescente do sinal transmitido igual à potência necessária,  nessas situações, à obtenção de requisitos de qualidade e à da taxa  transmissão de dados, sem acréscimo de margem de  desvanecimento por chuva. A norma que a ANATEL planeja  regulamentar, apresentada em parte no texto acima, deve ser  considerada, pois o sistema deverá operar em banda Ka. Com  relação ao sistema proposto e às informações apresentadas, julgue  o  item .

O controle automático de potência nos enlaces de subida, cuja permissão está sendo prevista pela ANATEL para sistemas que operam em banda Ka na órbita geoestacionária, é uma medida que pode facilitar a obtenção da disponibilidade elevada desejada para o sistema. Nesse sentido, considerando-se apenas o desvanecimento decorrente da atenuação por chuva e tomando-se por base a figura a seguir — que ilustra gráficos da porcentagem do tempo em que a atenuação por chuva é excedida para transmissão via satélite geoestacionário, em diversas bandas de frequência, quando são verificadas taxas de precipitação de chuva semelhantes às encontradas no território nacional —, é correto afirmar que, com o uso do referido controle automático de potência, é possível, por exemplo, que em cada enlace de subida seja garantida disponibilidade de 99% para o sistema proposto, caso esse controle seja capaz de proporcionar ganho de até 40 dB à potência quiescente do sinal transmitido pelas estações terrenas.

                                     Imagem 004.jpg
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Q282714 Engenharia de Telecomunicações

     No final de 2011, a ANATEL submeteu a consulta pública proposta de norma para condições de operação de satélites geoestacionários em banda Ka com cobertura sobre o território brasileiro. A norma tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros técnicos de forma a disciplinar a operação, sobre o território brasileiro, de satélites geoestacionários espaçados de 2 graus, nas faixas de frequências de 17,7 GHz a 20,2 GHz, para enlaces de descida, e de 27 GHz a 30 GHz, para enlaces de subida.

     No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.  

     A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.


                                                                                    Internet: <www.anatel.gov.br> (com adaptações).  

Considere que se deseje implementar sistema que ofereça  aplicações de transmissão de dados em banda larga por meio de  rede de satélites geoestacionários transparentes, para cobrir o  território nacional. Espera-se, para essas aplicações, disponibilidade  elevada para o sistema, incluindo-se os equipamentos terrestres e  satelitais e os enlaces de subida e de descida. Para isso, o sistema deverá apresentar, nos enlaces de subida, em situações de céu claro,  potência quiescente do sinal transmitido igual à potência necessária,  nessas situações, à obtenção de requisitos de qualidade e à da taxa  transmissão de dados, sem acréscimo de margem de  desvanecimento por chuva. A norma que a ANATEL planeja  regulamentar, apresentada em parte no texto acima, deve ser  considerada, pois o sistema deverá operar em banda Ka. Com  relação ao sistema proposto e às informações apresentadas, julgue  o  item .

Nas propostas da norma da ANATEL apresentadas no texto, há, pelo menos, dois critérios que permitem reduzir a interferência entre satélites e entre satélites e estações terrenas que operam na órbita geoestacionária na banda Ka, o que pode facilitar a obtenção de determinada relação C/I necessária ao sistema proposto e reduzir a necessidade de coordenação entre exploradoras de segmento espacial.
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Q282713 Engenharia de Telecomunicações

     No final de 2011, a ANATEL submeteu a consulta pública proposta de norma para condições de operação de satélites geoestacionários em banda Ka com cobertura sobre o território brasileiro. A norma tem por objetivo estabelecer critérios e parâmetros técnicos de forma a disciplinar a operação, sobre o território brasileiro, de satélites geoestacionários espaçados de 2 graus, nas faixas de frequências de 17,7 GHz a 20,2 GHz, para enlaces de descida, e de 27 GHz a 30 GHz, para enlaces de subida.

     No referido projeto de norma, a ANATEL propõe que estações espaciais e terrenas devam utilizar antenas com polarização circular. Propõe, também, controle de emissões fora do eixo de radiação principal da antena, ao definir requisitos para o diagrama de radiação das antenas de transmissão. Além disso, prevê a utilização de controle automático de potência nos enlaces de subida.  

     A exploração de satélites na banda Ka tem atraído o interesse de operadoras nacionais e estrangeiras, em função da crescente demanda por largura de banda nas aplicações por satélite e dos avanços tecnológicos que encorajaram investimentos em projetos de redes de satélites em faixas de frequências mais altas.


                                                                                    Internet: <www.anatel.gov.br> (com adaptações).  

Considere que se deseje implementar sistema que ofereça  aplicações de transmissão de dados em banda larga por meio de  rede de satélites geoestacionários transparentes, para cobrir o  território nacional. Espera-se, para essas aplicações, disponibilidade  elevada para o sistema, incluindo-se os equipamentos terrestres e  satelitais e os enlaces de subida e de descida. Para isso, o sistema deverá apresentar, nos enlaces de subida, em situações de céu claro,  potência quiescente do sinal transmitido igual à potência necessária,  nessas situações, à obtenção de requisitos de qualidade e à da taxa  transmissão de dados, sem acréscimo de margem de  desvanecimento por chuva. A norma que a ANATEL planeja  regulamentar, apresentada em parte no texto acima, deve ser  considerada, pois o sistema deverá operar em banda Ka. Com  relação ao sistema proposto e às informações apresentadas, julgue  o  item .

Há, nas propostas da norma da ANATEL apresentadas no texto, pelo menos uma medida que permite eliminar a interferência por polarização cruzada e, por isso, facilitar a obtenção de relação C/I necessária à implementação de aplicações que exigem taxas de transmissão de dados elevadas para o sistema proposto.
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Ano: 2012 Banca: ESAF Órgão: MI Prova: ESAF - 2012 - MI - Engenheiro - Telecomunicações |
Q273326 Engenharia de Telecomunicações
Um rádio para transmissão de dados utiliza codificação convolucional de ganho igual a 3/4 e sistema OFDM com 48 subportadoras QAM que geram um símbolo a cada Imagem 015.jpg Considerando que a taxa de transmissão de dados seja 54 Mbps, assinale a opção que indica quantos bits devem ser agrupados em cada símbolo.
Alternativas
Q242731 Engenharia de Telecomunicações
Julgue os itens subsequentes, relativos à radiodifusão via satélite e
tecnologias relacionadas.

O padrão DVB-S permite a utilização das modulações QPSK e BPSK. Já pelo padrão DVD-S2, evolução do DVB-S, é permitida a utilização de quatro técnicas: QPSK, 8-PSK, 16APSK e 32APSK, sendo as duas últimas destinadas, principalmente, a aplicações profissionais, embora também possam ser usadas para broadcasting, mas requerem um nível mais alto de C/N disponível e a adoção de métodos de pré-distorção na estação de up-link para minimizar o efeito da não linearidade do transponder.
Alternativas
Q242725 Engenharia de Telecomunicações
A respeito da propagação de sinais em meios diversos, julgue os
itens subsequentes.

Considere que a ERP para determinada região da Terra coberta pela irradiação da antena de um satélite seja conhecida. Nesse caso, é possível calcular a potência que será recebida por uma antena localizada nessa região, mesmo que não se conheça a distância entre o satélite e a estação terrena.
Alternativas
Q242723 Engenharia de Telecomunicações
Imagem 023.jpg

Os gráficos acima mostram o coeficiente de onda estacionária e o
ganho Imagem 026.jpg em função da frequência, na direção de máxima
radiação, de uma antena projetada para operar em espaço livre e ser
alimentada por uma linha coaxial de 50 ohms. Considerando que
essas informações sejam válidas tanto para transmissão quanto para
recepção, julgue os próximos itens.
Na direção de máxima recepção, a abertura efetiva dessa antena para 300 MHz será menor que a sua abertura efetiva para 600 MHz.
Alternativas
Q242722 Engenharia de Telecomunicações
Imagem 023.jpg

Os gráficos acima mostram o coeficiente de onda estacionária e o
ganho Imagem 026.jpg em função da frequência, na direção de máxima
radiação, de uma antena projetada para operar em espaço livre e ser
alimentada por uma linha coaxial de 50 ohms. Considerando que
essas informações sejam válidas tanto para transmissão quanto para
recepção, julgue os próximos itens.
Caso essa antena esteja conectada a uma linha coaxial de 50 Imagem 024.jpg por meio da qual receba, em seus terminais de entrada, uma potência de 100 W, na faixa de 300 MHz a 700 MHz, a potência refletida será menor que 4 W.
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Q220301 Engenharia de Telecomunicações
Analise o diagrama de irradiação de uma antena mostrado abaixo.

Imagem 019.jpg

No ponto I, o campo elétrico vale Emáx ou 0 dB e nos pontos II e III ele vale 0,707.Emáx ou -3 dB. O parâmetro a denomina-se
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Q183266 Engenharia de Telecomunicações
Um satélite geoestacionário transmite uma potência de 2 W por meio de uma antena, com ganho de 17 dB, em relação à antena isotrópica. Considere a antena transmissora do satélite e a receptora na superfície terrestre perfeitamente alinhadas. As perdas envolvidas nesse enlace, são de 210 dB, e o ganho da antena receptora, em relação à antena isotrópica, é de 52 dB. A potência recebida, em dBW, é
Dados: log10 (2)=0,3
Alternativas
Respostas
101: B
102: E
103: E
104: E
105: E
106: E
107: C
108: D
109: C
110: B
111: E
112: C
113: E
114: B
115: C
116: E
117: E
118: C
119: B
120: A