Questões de Concurso
Comentadas sobre comunicações por satélites em engenharia de telecomunicações
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Os receptores GPS estão em contínuo desenvolvimento tecnológico. Podem ser classificados de acordo com a comunidade usuária (Civil e Militar); de acordo com a aplicação (Navegação, Geodésicos e Topográficos).
Dos itens seguintes, a classificação que se apresenta mais aceita e adequada considera
Os satélites acima do Cinturão de Van Allen superior são denominados:
Considerando que a latência na transmissão de um sinal entre a Terra e um satélite geoestacionário seja de, aproximadamente, 250 ms, as comunicações por satélite se tornam inviáveis para a comunicação de dados, uma vez que a latência típica em redes de computadores é de 10 ms.
Além de atenuações, ganhos de antenas e demais parâmetros que influenciam o projeto de sistemas de satélites geoestacionários, outros tipos de influências devem ser considerados nessas comunicações como, por exemplo, o índice pluviométrico da região onde ficarão as antenas e a interferência solar.
Considerando um ambiente de propagação em espaço livre, é correto afirmar que um sistema satélite operante na banda Ka apresenta menos perdas no caminho de propagação que um sistema atuante na banda Ku.
Satélites que operam em banda Ku estão mais sujeitos à atenuação causada pela chuva que satélites que operam em banda C.
No comportamento da probabilidade de erro de bit, o desempenho de sistemas digitais de comunicação por satélites do tipo regenerativo, com processamento on board, pode ser semelhante ao observado em satélites do tipo bent pipe, de acordo com os valores de razão portadora-ruído nos enlaces de subida e de descida.
Os efeitos de propagação na ionosfera são mais acentuados em satélites que operam em banda L que em satélites que estejam operando em banda C.
Em um sistema DBS, a antena recebe os sinais de micro-ondas diretamente do satélite e os encaminha ao conversor, que, em seguida, produz informações de saída que podem ser visualizadas no receptor de TV.
Enlaces com base na hierarquia digital plesiócrona de segunda ordem ou superior permitem o acesso direto aos canais dos tributários sem a necessidade de demultiplexação, dada a estrutura em time slots baseada em TDM. Essa facilidade não ocorre em enlaces da hierarquia digital síncrona, na qual os campos de overhead devem ser inicialmente extraídos para a recuperação dos dados na área útil do quadro.
Um LNB (low-noise block downconverter) com frequência de oscilador local de 11,25 GHz e com sinal de entrada entre 12,20 GHz e 12,70 GHz deve eliminar frequências-imagem localizadas entre 9,80 GHz e 10,30 GHz
Em uma órbita geoestacionária polar, o satélite deve ter suprimento de energia extra para acomodar dois períodos de eclipse durante o ano, caso o satélite não seja capaz de carregar as células solares devido à sombra da Terra.
Mantendo-se todos os parâmetros inalterados, exceto a frequência de operação, é correto afirmar que um enlace de satélite que opere na banda Ka experimenta uma atenuação por chuva maior que um enlace que opere na banda Ku. Por sua vez, o valor do ângulo de elevação (medido a partir do horizonte) mínimo para um enlace na banda C pode ser menor que o de um enlace na banda Ka.
No caso de interferências prejudiciais causadas por emissões ndesejáveis de estações base dos serviços de comunicação que operam na faixa de 700 MHz sobre a recepção do sinal do SBTVD por meio de antena externa, uma das técnicas de mitigação é a instalação de filtros adicionais na saída do ransmissor da estação base para que haja melhoria do ACLR (adjacent channel leakage ratio).
Em sistemas de comunicação em banda-base, não é previsto o uso de antenas
I – A latência de um enlace de subida de um satélite GEO é menor do que a de um satélite LEO.
II – Os satélites são mais apropriados para aplicações que envolvem difusão do que os meios confinados.
III - As frequências dos enlaces de descida são maiores do que as dos enlaces de subida.
Está correto apenas o que se afirma em :