Questões de Concurso Comentadas sobre segurança da informação
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SHA-1 e MD-5 são exemplos de hashes criptográficos largamente utilizados na Internet. O MD-5 tem sido substituído pelo SHA-1 pelo fato de este gerar um hash maior e ser o único à prova de colisões.
Embora o algoritmo RSA satisfaça aos requisitos necessários para prover assinatura digital, ele é utilizado, por questões de desempenho, em conjunto com funções de hashes criptográficos, como SHA-1.
Ao acessar um sítio seguro na Internet e receber o certificado digital do servidor, o navegador do cliente faz uma consulta à autoridade certificadora que assinou aquele certificado para verificar, por exemplo, se o certificado é válido ou não está revogado. Essa verificação é feita com o uso do protocolo OCSP (Online Certificate Status Protocol).
A confidencialidade e a integridade de uma comunicação são garantidas com o uso de criptografia tanto simétrica quanto assimétrica. No entanto, para garantir autenticidade e irretratabilidade, é necessário o uso combinado desses dois tipos de criptografia.
Modos de operação de cifra de bloco permitem cifrar mensagens de tamanhos arbitrários com a utilização de algoritmos de cifragem de blocos, que trabalham com blocos de tamanho fixo. Os modos de operação existentes asseguram a confidencialidade e a integridade da mensagem cifrada, embora nem todos possam ser utilizados para autenticação.
O CLASP (Comprehensive, Lightweight Application Security Process) fornece uma taxonomia de vulnerabilidades que podem ocorrer no código-fonte e que podem ser verificadas com o uso de ferramentas automatizadas para análise estática de código.
Um aplicativo que utiliza recursos biométricos para a criptografia de arquivos, como a impressão digital de um indivíduo tanto para encriptar quanto decriptar, assemelha-se a um sistema criptográfico simétrico.
O ser humano possui traços psicológicos e comportamentais que o tornam vulneráveis a ataques de engenharia social, como a vontade de ser útil, a busca por novas amizades, esteganografia e autoconfiança.
Segundo a norma ISO/IEC 27001:2006, no estabelecimento do Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI), devem-se identificar e avaliar as opções para o tratamento de riscos, cujas ações englobam a aceitação consciente dos riscos (desde que satisfaçam às políticas estabelecidas dentro da organização), bem como a possibilidade de transferência dos riscos para outras partes, como seguradoras e fornecedores.
Segundo a norma ISO/IEC 27001:2006, a organização deve elaborar uma declaração de aplicabilidade, detalhando os ativos dentro do escopo do SGSI e os seus proprietários, bem como as possíveis ameaças aplicadas a tais ativos e as vulnerabilidades por elas exploradas.
De acordo com a norma ISO/IEC 27001:2006, a formulação de um plano de tratamento de riscos que identifique a ação apropriada, os recursos, as responsabilidades e as prioridades para a gestão de riscos está relacionada à etapa Do do ciclo PDCA.
Programas maliciosos do tipo RootKits são os mais perigosos, principalmente para usuários de Internet Banking, pois esses programas têm a função de capturar as teclas digitadas no computador.
Cópias de segurança físicas armazenam dados, usando uma estrutura de diretório e permitem que os dados de arquivo sejam recuperados por sistemas heterogêneos. Salvar arquivos nesse formato é eficiente, pois não ocorre sobrecarga na tradução entre o formato do arquivo nativo e o formato de arquivamento.
1. Aumentar a velocidade do link de internet.
2. Trocar periodicamente as senhas de e-mail e internet banking.
3. Proteger dados sigilosos com criptografia.
4. Utilizar software antivírus e atualizá-lo constantemente.
São todas boas práticas de segurança da informação:
A assinatura digital, que é uma unidade de dados originada de uma transformação criptográfica, possibilita que um destinatário da unidade de dados comprove a origem e a integridade dessa unidade e se proteja contra falsificação.
No que tange à autenticação, a confiabilidade trata especificamente da proteção contra negação, por parte das entidades envolvidas em uma comunicação, de ter participado de toda ou parte desta comunicação.
A norma ISO/IEC 17.799 recomenda que as senhas sejam alteradas no primeiro acesso ao sistema e que as senhas definitivas sejam inclusas em processos automáticos de acesso, como, por exemplo, em macros.
O principal objetivo da norma ISO/IEC 15.408 é especificar os requisitos para estabelecer, implementar, operar, monitorar, analisar criticamente, manter e melhorar um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI).
Impacto é uma mudança adversa no nível obtido dos objetivos de negócios, e vulnerabilidade é uma falha que, quando explorada por um atacante, resulta na violação da segurança.
Um exemplo da utilização de criptografia contra ataques à confidencialidade é a criptografia de enlace, em que cada enlace de comunicação vulnerável é equipado nas duas extremidades com um dispositivo de criptografia, protegendo o tráfego em todos os enlaces de comunicações.