Questões de Concurso
Sobre criptografia em segurança da informação
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Cifras de bloco são aquelas que codificam fluxos de dados digitais, um bit ou um byte de cada vez, à medida que esses dados são enviados por fontes de dados ou acolhidos por receptores.
Algoritmos de criptografia baseiam-se nos princípios gerais de substituição e transposição, e a maior parte dos sistemas envolve vários estágios de substituições e transposições.
Nos casos em que a criptografia de chaves simétricas é usada para compartilhamento de informações com várias entidades, ela se torna complexa e pouco escalável, uma vez que exige um canal de comunicação seguro com cada parceiro para o compartilhamento da chave secreta e impõe dificuldades de gerenciamento de grandes quantidades de chaves.
Para realizar as funções de substituição de bytes, permutação, operações aritméticas sobre um corpo finito e operação XOR com uma chave, o algoritmo AES utiliza, em cada rodada completa, um bloco de tamanho igual a 128 bits.
A criptografia com chave simétrica, em conjunto com a assinatura digital, tem a função de garantir a disponibilidade da informação, de modo a permitir ao usuário final maior acesso à informação ao utilizar a mesma chave para criptografar, decriptografar e assinar a mensagem.
AES e 3DES são exemplos de algoritmos criptográficos que podem ser usados pelas partes A e B.
As partes A e B compartilham a mesma chave criptográfica, também denominada chave secreta.
A parte A pode usar as mensagens cifradas pela parte B para provar a autenticidade dessas mensagens para terceiros.
I. Uma desvantagem da criptografia assimétrica é o baixo desempenho, por exigir muito processamento.
II. O não repúdio é obtido através de criptografia simétrica.
III. Um exemplo de uso de cifra de transposição é a cifra de César, usada pelo político romano para se comunicar com seus generais.
Está correto somente o que se afirma em:
O TLS, considerado uma evolução do SSL, atualmente está na versão 1.2, e suporta algoritmos como RSA e DH-RSA.
Os protocolos criptográficos Diffie-Hellman e RSA são amplamente usados para fins de autenticação.
Em comunicações seguras com os cidadãos que são afetados pelas políticas públicas conduzidas pelo ministério, efetuadas predominantemente com o uso de navegadores e servidores web, devem ser adotados sistemas criptográficos assimétricos, de chave pública, mas não sistemas criptográficos simétricos, pois esses últimos exigiriam que os cidadãos tivessem prévio acesso às chaves criptográficas dos sítios do ministério, ou que o ministério tivesse acesso prévio às chaves criptográficas dos cidadãos, sendo esses acessos inviáveis na prática. Política inversa deve ser adotada internamente ao ministério, com a adoção de sistemas criptográficos simétricos.
A prescrição para banimento do uso da função MD5, em favor da adoção de SHA-1, pode ser recomendada, especialmente porque a facilidade de produção de ataques de colisão em sistemas que usam MD5 tornaria mais simples a implementação de ataques de dicionário em sistemas de armazenamento de senhas criptografadas nos bancos de dados de autenticação de usuários do ministério.
O AES (advanced encryption standard) é um algoritmo de criptografia de chave simétrica que criptografa e descriptografa dados por meio de uma chave criptografada e de blocos, cujos tamanhos são de 128, 192 ou 256 bits.
O DES (data encryption standard) é considerado um algoritmo de criptografia assimétrico, visto que as suas chaves pública e privada são diferentes.