Questões de Concurso Sobre redes de computadores
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Uma vez que uma VPN MPLS pode ser vista como uma intranet privada, é possível a utilização de serviços IP, como o multicast.
Uma VPN MPLS, por padrão, isola o tráfego, a fim de garantir que os dados transmitidos por meio de um túnel MPLS estejam cifrados.
Uma característica de funcionamento de túneis embasados em VPN MPLS é o isolamento do tráfego por VLAN, padrão IEEE 802.1Q, antes de o tráfego entrar no roteador.
Considera-se VPN MPLS uma tecnologia orientada a conexão, de acordo com os modelos comuns de VPN.
Em um ambiente H.323, o gatekeeper deverá operar gerenciando na sua zona todos os terminais e gateways, porém, para eventos como videoconferência, a largura de banda deverá ser gerenciada pela MCU (multipoint control units).
No padrão SIP (session initialization protocol), a mídia e a sinalização são separadas, seguindo o mesmo direcionamento do sistema de sinalização número 7 (SS7).
O MPEG-4 é usado em ambientes interativos que necessitam de média resolução e, por esse motivo, necessita de taxa muito maior que o MPEG-2.
Em transmissões de voz, o TCP deverá ser o protocolo padrão sempre que a mídia estiver sendo transmitida, devido à sua capacidade de sequenciamento e de correção de erros na camada de transporte (modelo OSI).
O MPEG-1 trata os sinais de vídeo e áudio de forma completamente separadas, o que facilita a transmissão, pois, além de garantir a sincronização na recepção, os sinais poderão ser transmitidos por meios distintos e não multiplexados.
Se, na análise de uma sequência de comunicação, uma mensagem path for detectada, será correto inferir que o ambiente funciona com a arquitetura INTServ (serviços integrados) e que a mensagem poderá ser a resposta a um comando Resv de solicitação de reversa.
FIFO (first in first out) é um dos mecanismos de enfileiramento que podem ser usados para melhorar o desempenho de ambientes com qualidade de serviço.
Na diferenciação de serviços, durante a fase de PHB (per-hop behavior) são realizados os mecanismos de enfileiramento e descarte de pacotes, os quais ocorrem sempre a cada salto (hop) na rede.
Em conexões de longa distância, fibras ópticas do tipo multimodo, e não as do tipo monomodo, devem ser usadas, principalmente para aumentar a capacidade dos enlaces quando são necessários diversos modos de propagação para a transmissão de dados.
Um enlace via satélite para comunicação de voz gera um problema relacionado a eco, devido ao atraso inerente à propagação. Nesse caso, a fim de minimizar o efeito de eco, é necessário o uso de canceladores.
Uma rede IP conectada através de uma rede frame relay com topologia hub-and-spoke ficará totalmente paralisada se o ponto principal (hub) falhar.
Se um roteador possuir apenas interfaces gigabit ethernet e fast ethernet, ele será inadequado para ser usado em interconexões de longa distância, pois, atualmente, essas interfaces são usadas apenas em redes locais.
Em uma rede IP, o atraso na transmissão de pacotes em redes de longa distância tem uma relação direta com as distâncias entre os roteadores, mesmo se for utilizada fibra óptica na camada física.
No Brasil, quando for necessário usar uma interface de 622 Mbps, a escolha correta será uma interface OC-12.
Apesar de terem nomenclaturas distintas, os padrões SONET e SDH são totalmente compatíveis e interconectáveis. Como exemplo, a interface SONET OC-3 tem as mesmas características da interface SDH STM-1, ambas com capacidade de 155 Mbps.
Um AS (autonomous system), ao se comunicar com outro AS, deverá efetuar uma troca de todas suas rotas internas, usando protocolos iGP, que podem ser o OSPF ou RIP, por exemplo.