Questões de Concurso
Sobre protocolo em redes de computadores
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Não existem ataques de camada 2 eficientes que alterem a topologia de uma árvore STP com o IEEE 802.1d por meio de BPDUs (bridge protocol data units).
O OSPF não utiliza protocolos de transporte como TCP e UDP. O OSPF gera os datagramas IP diretamente e utiliza, no campo protocolo do cabeçalho IP, o número 89, que, por convenção, representa o OSPF.
O VRRP utiliza um endereço MAC próprio para sua configuração e funcionamento. O último byte do endereço MAC estabelece o VRID (virtual router identifier), sendo diferente para cada roteador virtual participante da rede.
O protocolo SNMPv2 (versão 2) é utilizado para a transmissão de informações, comumente através do protocolo UDP, entre uma entidade de gerenciamento e um agente localizado junto ao dispositivo a ser gerenciado. As informações transmitidas por meio desse protocolo são importantes para o gerenciamento de dispositivos, como roteadores e switches.
Por ser proprietária, a implementação do Kerberos V5 em Windows 2012 R2 não é passível de integração com outras soluções que utilizem o Kerberos como protocolo de autenticação.
O SNMPv3 elimina o conceito de gerenciadores e agentes e, por esse motivo, não oferece suporte às operações definidas no SNMPv1 e SNMPv2c.
Caso ocorra, no SNMPv3, incidência na rede, as notificações Trap e Inform podem ser utilizadas por um agente para a comunicação ao gerente sobre o evento ocorrido. A diferença fundamental entre elas é a necessidade de confirmação de recebimento pelo receptor quando se utiliza a notificação Inform.
Entre as vantagens do modelo de gerência SNMP em relação ao CMIP, cita-se o uso do protocolo TCP/IP, em vez da pilha de protocolos OSI, dada a simplicidade do modelo, além do fato de ser implementado na maioria dos dispositivos de rede, como hubs, bridges e routers.
Em um sistema IPv4, considerando uma subrede definida pelo prefixo 224.67.3.192 / 26, é possível definir dois hosts distintos, nessa subrede, com os endereços 224.67.3.23 e 224.67.3.198.
Diferentemente do TCP, que é orientado à conexão, no UDP (user datagram protocol) não é estabelecida uma conexão entre o servidor e o seu cliente. O UDP não garante o recebimento correto de todos os pacotes nem garante que esses pacotes chegarão na ordem correta, no entanto é o protocolo que permite a transmissão em multicast.
No IPv4, o campo de comprimento total define o comprimento total do datagrama, sem considerar o tamanho do cabeçalho, que já é previamente conhecido.
Um dos avanços significativos do protocolo IPv6 com relação ao IPv4 é o suporte à autoconfiguração automática de endereços IP, o que torna o uso de servidor DHCP totalmente desnecessário.
A tecnologia Fibre Channel (FC), utilizada em armazenamento de dados em rede, define uma estrutura de cinco camadas para o transporte de dados, as quais são codificadas em uma sequência numérica de 0 a 4, na forma FC-0 a FC-4. O Fibre Channel Protocol é implementado na camada FC-4.
A versão 2 do protocolo de gerência de rede SNMP (SNMPv2) é incompatível com a versão 1 (SNMPv1). Os formatos das mensagens são diferentes e há dois novos tipos de mensagens na SNMPv2 que não existem na SNMPv1: GetBulk e Inform.
No protocolo IPv6, não existe endereço broadcast, normalmente responsável por direcionar um pacote para todos os nós de um mesmo domínio. Nesse protocolo, essa função é atribuída a tipos específicos de endereços multicast.
O Microsoft Exchange Server 2010 suporta o IPv6 mesmo quando o IPv4 não é usado, uma vez que há suporte a um ambiente de IPv6 puro.
No Microsoft Exchange Server 2010, federação é uma tecnologia usada para a gestão de grupos de usuários, que são integrados a serviços de LDAP, o que permite que as contas de usuários sejam administradas e organizadas por meio de uma estrutura de árvores.
O serviço DHCP (dynamic host configuration protocol), ao ser disponibilizado no Windows Server, tem a capacidade de atualizar dinamicamente serviços de DNS que estejam configurados para suportar essa atualização