Questões de Concurso
Comentadas sobre protocolo em redes de computadores
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Autenticação e privacidade são características observadas na RFC (request for comments) do SNMP v3.
Os equipamentos que suportam o protocolo SNMP v3, em especial com a aplicação de criptografia dos dados, restringem-se a switches.
Em razão de suas características, o real time protocol (RTP) pode ser utilizado para fluxo de dados em tempo real, como tráfego de voz.
Por meio de comando SNMP do tipo set <objeto>, uma estação de gerência de rede é capaz de alterar um valor, desde que passe a comunidade que tenha permissão de escrita.
O SNMP v3 utiliza comandos ethernet para habilitar e desabilitar portas UDP.
Uma vez definida uma comunidade de leitura, tanto na versão 1 quanto na versão 2 do SNMP, a estação de gerência, a partir dessa comunidade, poderá enviar comandos SNMP do tipo get <objeto> para verificar o que está definido no objeto em questão.
Entradas ARP são comuns em switches e, por padrão, o SNMP v3 utiliza o comando snmp get bulk_arp_forgery para a identificação de entradas ARP que possam ter sido forjadas.
Tanto o SNMP v1 quanto o SNMP v2 cifram a comunidade de escrita para coibir a captura de dados em texto claro.
Um AS (autonomous system), ao se comunicar com outro AS, deverá efetuar uma troca de todas suas rotas internas, usando protocolos iGP, que podem ser o OSPF ou RIP, por exemplo.
A grande vantagem do uso do BGP v4 para o roteamento em um AS é a possibilidade do controle total do tráfego em toda a Internet, tanto com relação aos caminhos de entrada quanto aos de saída nas conexões entre os ASs.
A funcionalidade de reflexão de rotas no ambiente do BGP é usada apenas nas conexões externas, pois estas são responsáveis pela recepção do maior número de rotas que o roteador irá armazenar.
O estabelecimento de uma sessão BGP v4 é efetuado sempre ponto a ponto; portanto, todos os roteadores internos a uma rede que tenham necessidade de receber rotas diretamente do protocolo BGP deverão ter rotas entre si. Essa é uma configuração topológica do tipo full-meshed.
O estabelecimento de uma sessão BGP depende do estabelecimento de conectividade entre os diversos elementos que compõem a rede. Dessa forma, é necessário que exista uma rota ativa entre os peers (pontos) que estabelecerão a sessão TCP.
O RIP v1 é embasado no algoritmo Bellman-Ford e opera com desempenho adequado para redes em pequena escala; porém, para redes com um maior número de elementos na camada de rede, o seu desempenho é ruim, se comparado ao tempo de convergência do OSPF.
Se uma rede for dotada de equipamentos roteadores que possuam apenas funcionalidade de roteamento RIP v1, então as sub-redes ligadas a esses roteadores deverão ser configuradas com base em endereços do tipo CIDR.
Dois roteadores que pertençam à mesma área irão conter bases de dados de estado de enlace distintas, pois cada roteador executa o seu próprio processo OSPF.
A camada Internet é responsável pelo endereçamento e, consequentemente, pela formação de rede. Nesse caso, os endereçamentos IPv4 e IPv6 estarão presentes, porém o endereço MAC deverá ser tratado em outra camada.
A comunicação por primitivas que ocorre entre o processo de um usuário e o sistema operacional passa necessariamente pela camada de apresentação do modelo TCP/IP. Esse procedimento é necessário para resolver o problema de sequenciamento, que ocorre ao ser usado o UDP como protocolo de transporte para o FTP (file transfer protocol).
nas redes de comunicação. A crescente variedade e a complexidade
de tais protocolos exigem técnicas robustas e eficientes para o
desenvolvimento de sistemas bem sucedidos. A esse respeito, julgue
os itens a seguir.
nas redes de comunicação. A crescente variedade e a complexidade
de tais protocolos exigem técnicas robustas e eficientes para o
desenvolvimento de sistemas bem sucedidos. A esse respeito, julgue
os itens a seguir.