Questões de Concurso
Sobre sistema operacional em noções de informática
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Para garantir desempenho e tolerância à falha em um servidor de operações de banco de dados com Windows Server 2003, será criado um array para RAID-5. Considere os drives adicionados ao servidor:
1- 18GB;
2- 18GB;
3- 36GB;
4- 36GB.
Com esses drives instalados, o tamanho efetivo do RAID-5 no servidor é de
Um servidor com Windows Server 2003 está sendo preparado para “rodar” um banco de dados. Para garantir tolerância à falha, o recurso de mirroring deverá ser utilizado para criar uma imagem do drive de boot/sistema. Considerando que esse servidor possui dois drives, sendo o primeiro de 18 GB e o segundo de 9 GB, a partição de boot/sistema será de
O ícone a seguir faz parte do conteúdo da pasta “Painel de controle” do Windows XP.
A principal função do dispositivo relacionado ao ícone é
Os softwares podem ser classificados basicamente como de Sistema e Aplicação. Qual alternativa NÃO representa um software de Aplicação?
Analise as afirmações a seguir considerando o Sistema Operacional Windows XP.
l .O usuário pode configurar sua impressora padrão utilizando-se da opção Hardware do Gerenciador de Dispositivos.
ll O Windows permite a utilização do sistema por mais de um usuário, sendo que, para que seja feita a troca de um por outro, é necessário reiniciar o computador.
lll Com o recurso Tarefas Agendadas o usuário pode agendar a execução de programas para horários específicos.
lV Na Barra de Tarefas é onde ficam localizados o Botão Iniciar e os botões referentes aos programas abertos pelo usuário
V A opção Vídeo, no Painel de Controle, oferece recursos para personalização das cores da Área de Trabalho do usuário.
Todas as afirmações corretas estão em:
TEXTO: O TERCEIRO SETOR E AS FUNDAÇÕES
O Terceiro Setor envolve inúmeras organizações não governamentais que foram criadas para exercerem finalidade de interesse público, e por isso contam com o apoio do próprio Estado e da sociedade civil para custearem suas atividades.
Na presente pesquisa, elaboramos um estudo sobre a remuneração de “dirigentes” em fundações privadas e fundações públicas com personalidade jurídica de direito privado que recebem menos de 50% (cinquenta por cento) do Orçamento Público, enfocando aspectos legais, morais e o reflexo desta despesa no patrimônio das entidades, já que apresentam normalmente em seus quadros pessoas que são remuneradas para exercerem o comando da entidade.
Estudando essas fundações percebemos que as da área de educação, especificamente, têm se configurado mais como um tipo de empreendimento onde existe um hiato significativo entre a teoria e a prática. O seu surgimento foi caracterizado pela satisfação de uma necessidade coletiva, e sua regulação foi elaborada no sentido de dar respaldo e credibilidade à sua manutenção. No entanto, a má interpretação de alguns de seus dispositivos normativos, principalmente em função de interesses particulares, acabou por desvirtuar determinados procedimentos.
A insuficiência do Estado em sanar as necessidades da coletividade se estendeu também à fiscalização dessas instituições que, por serem consideradas instituições de grande utilidade e credibilidade, em função de sua finalidade pública, deixam de ser fiscalizadas com maior rigor, possibilitando abusos e disponibilização de recursos a quem não está realmente interessado em complementar as atividades estatais.
Como resultado da pesquisa, foi apresentado o reflexo da remuneração de dirigentes no patrimônio das fundações. O que se pode perceber, em primeiro lugar, foi a existência de pessoas remuneradas pertencentes aos órgãos de gestão, mesmo havendo vedação legal. A segunda constatação, não menos importante, é que os recursos despendidos na remuneração de dirigentes influenciam diretamente no resultado patrimonial das entidades, principalmente se for considerado que os benefícios fiscais podem ser cancelados.
É necessária uma revisão nos instrumentos normativos que regulam as fundações, bem como dos requisitos para obtenção de benefícios fiscais. Procedimentos de fiscalização e acompanhamento devem ser otimizados com o objetivo de dar maior credibilidade à atuação dessas instituições que, a cada dia, ganham mais importância em função de sua atuação, e da complexidade trazida pela desigualdade social.
SANTOS, Jair Alcides. In: http://www.scribd.com/doc/6486899/Revista-N11- Ministerio-Publico-SC-2007. Acesso em: 03/06/2006. Fragmento adaptado.
Analise as alternativas considerando o Sistema Operacional Windows XP. Sobre ele é correto afirmar, exceto:
A ferramenta do painel de controle do Windows XP que serve para alterar configurações de hardware, desempenho e atualizações automáticas é a opção:

Considerando a figura acima, que ilustra uma janela do Internet Explorer 6 (IE6), assinale a opção correta.
Com relação às ferramentas de busca na Internet, assinale a opção correta.
Para responder à questão, considere o seguinte quadro de tarefas

Para atender à recomendação contida em (X), deve-se optar pelo modo de exibição do Painel de controle por categoria; escolher Desempenho e manutenção e, após,
Para armazenarmos dados no computador todos os arquivos e pastas possuem um nome e extensão. Assinale a alternativa INCORRETA:
A alternativa que
possibilita o acesso ao menu iniciar por meio de um atalho de teclado é: Para a instalação do Microsoft Office 2007 em um computador com o sistema operacional Windows XP, não há necessidade de ter o service pack 2 (SP2) instalado.

Acerca da planilha e do software, assinale a opção correta.
Instruções: Para responder a questão, considere o texto abaixo.
Is Windows 7 Worth It?
Harry McCracken, PC World
Monday, October 19, 2009 10:00 AM PDT
Reading about a new operating system can tell you only
so much about it: After all, Windows Vista had far more features
than XP, [CONJUNCTION] fell far short of it in the eyes of many
users. To judge an OS accurately, you have to live with it. Over
the past ten months, I've spent a substantial percentage of my
computing life in Windows 7, starting with a preliminary version
and culminating in recent weeks with the final Release to
Manufacturing edition. I've run it on systems ranging from an
underpowered Asus EeePC 1000HE netbook to a potent HP
TouchSmart all-in-one. And I've used it to do real work, not lab
routines. Usually, I've run the OS in multiboot configurations with
Windows Vista and/or XP, so I've had a choice each time I
turned the computer on: [MODAL] I opt for Windows 7 or an
older version of the OS? The call has been easy to make,
because Win 7 is so pleasant to use.
So why wouldn't you want to run this operating system? Concern over its performance is one logical reason, especially since early versions of Windows Vista managed to turn PCs that ran XP with ease into lethargic underperformers. The PC World Test Center's speed benchmarks on five test PCs showed Windows 7 to be faster than Vista, but only by a little; I've found it to be reasonably quick on every computer I've used it on – even the Asus netbook, once I upgraded it to 2GB of RAM. (Our lab tried Win 7 on a Lenovo S10 netbook with 1GB of RAM and found it to be a shade slower than XP; for details see "Windows 7 Performance Tests.").
Here's a rule of thumb that errs on the side of caution: If your PC's specs qualify it to run Vista, get Windows 7; if they don't, avoid it. Microsoft's official hardware configuration requirements for Windows 7 are nearly identical to those it recommends for Windows Vista: a 1-GHz CPU, 1GB of RAM, 16GB of free disk space, and a DirectX 9-compatible graphics device with a WDDM 1.0 or higher driver. That's for the 32-bit version of Windows 7; the 64-bit version of the OS requires a 64-bit CPU, 2GB of RAM, and 20GB of disk space.
Fear of incompatible hardware and software is another understandable reason to be wary of Windows 7. One unfortunate law of operating-system upgrades – which applies equally to Macs and to Windows PCs – is that they will break some systems and applications, especially at first.
Under the hood, Windows 7 isn't radically different from Vista. That's a plus, since it should greatly reduce the volume of difficulties relating to drivers and apps compared to Vista's bumpy rollout. I have performed a half-dozen Windows 7 upgrades, and most of them went off without a hitch. The gnarliest problem arose when I had to track down a graphics driver for Dell's XPS M1330 laptop on my own - Windows 7 installed a generic VGA driver that couldn't run the Aero user interface, and as a result failed to support new Windows 7 features such as thumbnail views in the Taskbar.
The best way to reduce your odds of running into a showstopping problem with Windows 7 is to bide your time. When the new operating system arrives on October 22, sit back and let the earliest adopters discover the worst snafus. Within a few weeks, Microsoft and other software and hardware companies will have fixed most of them, and your chances of a happy migration to Win 7 will be much higher. If you want to be really conservative, hold off on moving to Win 7 until you're ready to buy a PC that's designed to run it well.
Waiting a bit before making the leap makes sense; waiting forever does not. Microsoft took far too long to come up with a satisfactory replacement for Windows XP. But whether you choose to install Windows 7 on your current systems or get it on the next new PC you buy, you'll find that it's the unassuming, thoroughly practical upgrade you've been waiting for − flaws and all.
(Adapted from
http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)
Segundo o texto, o Windows Vista