Questões de Concurso
Sobre métricas de software em engenharia de software
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Os projetos de melhoria não podem envolver inclusões de funcionalidades.
A reunião da documentação disponível integra o processo de contagem de pontos de função.
A NESMA (Netherlands Software Metrics Association) reconhece três tipos de contagem de pontos de função (PF): detalhada, estimada e indicativa. Os parâmetros para contagem de pontos de função não ajustados são funções dos tipos: Arquivo Lógico Interno (ALI); Arquivo de Interface Externa (AIE); Entradas Externas (EE); Saídas Externas (SE); Consultas Externas (CE). Em relação a esses métodos, é correto afirmar que na contagem
I. Identifique todos os dados ou informações de controle reconhecidos pelo usuário logicamente relacionados no escopo da contagem.
II. Exclua as entidades não mantidas por qualquer aplicação.
III. Agrupe em arquivos lógicos as entidades relacionadas que forem entidades dependentes.
IV. Exclua aquelas entidades referenciadas como dados de código.
V. Exclua as entidades que não contenham atributos exigidos pelo usuário.
VI. Remova as entidades associativas que contenham atributos adicionais não exigidos pelo usuário e entidades associativas que contenham apenas chaves estrangeiras; agrupe os atributos chave estrangeira com as entidades principais.
De acordo com o CPM, o mais difícil é o passo
De acordo com a versão 4.3 do CPM, em caso de requisitos de usuário para o desenvolvimento de funcionalidades de manutenção de help, deve-se contar também a função de dados e as funcionalidades de manutenção.
No CPM 4.3, estão definidos dois tipos de projetos de software: o de desenvolvimento e o de melhoria. Caso seja requisitada no projeto de software a migração ou carga inicial de dados para uma nova aplicação, tanto no projeto de desenvolvimento quanto no projeto de melhoria, não serão consideradas as funcionalidades de conversão de dados.
De acordo com o CPM, Scope Creep é o fenômeno que explica a mudança de requisitos anteriores à implantação dos projetos de desenvolvimento e de manutenção de software, a partir do maior conhecimento sobre as necessidades e funcionalidades de negócio adquiridas pelo usuário e pelo desenvolvedor
Um dos mecanismos para se medir a qualidade de um software é chamado de modelo empírico, como o Constructive Cost Model, COCOMO, que é um modelo desenvolvido para estimar esforço, prazo, custo, e tamanho da equipe que trabalhará em projeto de software.
Uma tela de um sistema de cadastro usado por um estabelecimento comercial que possibilite a visualização dos produtos vendidos em forma de lista e ordenados por valor é considerada uma saída externa (SE) segundo a APF, uma vez que ela apresenta dados derivados.
Arquivos Lógicos Internos (ALIs); Arquivos de Interface Externa (AIEs); Entradas Externas (EEs); Consultas Externas (CEs); e Saídas Externas (SEs). Com base nessas contagens, Roger e sua equipe podem fazer as estimativas de software aplicando o método:

Considerando que a tabela acima apresente dados de determinada
aplicação que tenha como referência a pontuação da análise de
pontos de função (APF), assinale a opção que contém a quantidade
de pontos não ajustados dessa aplicação.
A análise de pontos de função (APF), técnica de medição das funcionalidades de um software do ponto de vista de seus usuários, é utilizada para estimar esforço, prazo e custo para desenvolvimento de um software.
Métricas orientadas à função oferecem medidas indiretas e, em vez de contar as linhas de código, concentram-se na funcionalidade do software, que é baseada na visão externa do usuário. Dessa forma, independentemente da linguagem utilizada, essas métricas permitem calcular o esforço de programação e auxiliam o usuário final a melhorar o exame e avaliação de projetos.
APF é uma técnica que visa medir o tamanho do software por meio da quantificação da funcionalidade do processamento da aplicação; os tipos de componentes lógicos da APF são: ALI, AIE, EE, ME e SE.