Questões de Concurso
Comentadas sobre modelagem de dados em banco de dados
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Atributos identificadores são representativos de restrições de integridade.
A chave primária da entidade fraca compõe a chave primária da entidade forte, de tal forma que a eliminação da entidade fraca implica a eliminação de todas as ocorrências das entidades fortes.
O nível de visão é o nível mais baixo de abstração e descreve completamente o banco de dados.
Um modelo de dados é o resultado da adequação dos dados necessários para a aplicação ao modelo de dados do sistema de gerenciamento de banco de dados (SGBD).
O nível físico descreve quais dados estão armazenados no banco de dados e quais os inter-relacionamentos entre eles. Assim, o banco de dados como um todo é descrito em termos de um número relativamente pequeno de estruturas simples, conhecidas como tabelas.
Associações entre atributos são restrições semânticas das informações armazenadas como dados.
Na modelagem de dados, as entidades fracas são aquelas que não se relacionam com outro tipo de entidade para a combinação de valores de atributos.
Um esquema lógico de dados é o resultado da implementação dos requisitos identificados na modelagem conceitual sob a ótica da abordagem relacional.
No esquema conceitual, são expressas restrições mediante a utilização de conceitos fornecidos pelo modelo de dados de alto nível.
O modelo hierárquico é embasado em lógica de predicados e na teoria de conjuntos, sendo as informações, nesse modelo, representadas por valores em relações.
O modelo de dados é um conjunto de ferramentas físicas usadas para descrever os dados e definir as estruturas de armazenamento de dados.
Os modelos lógicos com base em objetos são usados na descrição de dados no nível lógico e de visões e caracterizam-se por viabilizar a especificação explícita das restrições dos dados.
Um agregado é tratado como uma entidade composta por um único relacionamento, servindo para que relacionamentos múltiplos sejam decompostos.
Para a identificação de relacionamento entre instâncias de objetos de diferentes tipos e entre instâncias de um mesmo tipo de objeto, devem ser seguidos os seguintes passos: identificar os objetivos envolvidos; caracterizar os objetos; representar os objetos; identificar o relacionamento entre os objetos; caracterizar o relacionamento entre os objetos; e representar o relacionamento.
As notações utilizadas para relacionamento indicam simultaneamente quatro aspectos: cardinalidade; opcionalidade de existência (dependência de existência); dependência de identificador; e significado (role).
Na criação do banco de dados físico, é recomendável deixar fora do banco de dados os módulos de software (procedures etc.) que utilizem e manipulem dados, a fim de se evitarem problemas de segurança e desempenho.
No relacionamento 1:N (um para muitos) em que haja autorrelacionamento, deve-se incluir a chave primária da entidade na própria entidade como chave estrangeira e gerar uma estrutura de acesso a partir dessa chave estrangeira.
Quando se transforma um modelo conceitual em um modelo lógico, os dados passam a ser vistos como estruturas de dados voltadas para as características do modelo lógico escolhido (hierárquico, rede, relacional etc.).
A generalização, mecanismo de conversão de várias entidades, com atributos comuns, em uma entidade com um nome genérico e com todos os atributos (comuns e não comuns), propicia, durante o processo de criação física do banco de dados, economia de espaço de armazenamento, uma vez que ela diminui a quantidade de tabelas que precisarão ser criadas.
Uma restrição importante das entidades de um tipo entidade é a chave ou restrição de unicidade. Um tipo entidade tem, geralmente, um ou mais atributos, denominado atributo-chave, cujos valores são distintos para cada uma das entidades do conjunto de entidades e podem ser usados para identificar cada entidade univocamente.