Questões de Concurso Sobre serviço social
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Felipe é assistente social em um CRAS. Durante o atendimento realizado por uma estagiária, percebeu que ela não estava referenciando uma usuária como prioridade, apesar de esta portar a identificação de pessoa com deficiência oculta.
Assinale a opção que indica o símbolo que identifica essa pessoa.
O diretor de uma sociedade empresária de grande porte solicitou da assistente social um projeto para a implantação de benefícios para os funcionários de um determinado setor.
Para tanto, ela deverá realizar as tarefas listadas a seguir.
I. Fazer um prognóstico da situação, em futuro mediato e imediato.
II. Analisar as contingências para o estabelecimento da viabilidade desde a eficácia da intervenção.
III. Realizar grupos focais e visitas domiciliares para determinar as necessidades dos funcionários.
Está correto o que se afirma em
De acordo com Idañez & Ander-Egg, 2008), o diagnóstico social apoia-se em estudos cuja finalidade é “(...) obter conhecimentos para produzir mudanças introduzidas e/ou planificadas.”
Assim, o diagnóstico social baseia-se em uma
De acordo com Idañez e Ander-Egg (2008), o diagnóstico social, utilizado pelo Serviço Social desde a sua gênese para conhecer uma dada realidade e nela intervir, tem dois propósitos.
Assinale a opção que, corretamente, os apresenta.
Sobre a precarização dos espaços de atuação do assistente social, fenômeno observado atualmente, Iamamoto (2014) afirma que este fenômeno se deve ao fato de que o Estado impulsiona
De acordo com Iamamoto (2014), as demandas e requisições que se apresentam para o Serviço Social têm uma dimensão contraditória, pois são “(...) expressão das forças sociais que nelas incidem”.
A partir dessa assertiva, sobre o exercício profissional do assistente social assinale a afirmativa correta.
O Programa Criança Feliz prevê a realização de visitas domiciliares mensais, devidamente planejadas, às gestantes que aderirem ao Programa. O acompanhamento da gestação até os 24 meses de vida da criança objetiva
Para que os pais e/ou cuidadores da criança, com ou sem deficiência, no seu dia a dia possam alcançar todo o potencial de aprendizagem e desenvolvimento infantil, é função do visitador
O Programa Criança Feliz prevê ações intersetoriais e quando o visitador percebe a necessidade de benefícios eventuais (cestas básicas, kit enxoval, alimentos, roupas, brinquedos, entre outros), é preciso comunicar ao seu supervisor e delegar essa tarefa ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), o qual consiste em um
O Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária – PNCFC (2006) apresenta como objetivo central a valorização da família, reordenamento dos abrigos, implementação de programas de famílias acolhedoras e a adoção centrada no interesse da criança e do adolescente em situação de vulnerabilidade. O PNCFC dialoga com o Programa Criança Feliz, e fortalece as “competências familiares”, assim definidas no Manual do Visitador (2019):
A visita domiciliar é uma ação adotada pelo Programa Criança Feliz que permite aos visitadores perceberem aspectos fundamentais sobre os diversificados contextos socioculturais nos quais se encontram as famílias e as crianças. Conforme o Manual do Visitador (2019), a visita é considerada uma estratégia integral porque
Os visitadores são agentes públicos e como tal, devem seguir um código de ética previsto em princípios no art.37 na Constituição Federal brasileira (1988). Um código de ética determina normas de conduta no desempenho de suas funções e no caso do visitador do Programa Criança Feliz, destaca como seus pontos essenciais:
O Educador Social compõe as equipes de referência do SUAS e atua diretamente em ações que têm por objetivo o impacto social previsto na Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais para cada serviço, programa ou projeto realizado pelo SUAS, cuja atuação deve pautar-se pelos princípios éticos estabelecidos na NOB-RH/SUAS e na NOB/SUAS 2012. São atribuições desse profissional:
A Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social (NOB-SUAS) disciplina a gestão pública da Política de Assistência em todo território brasileiro, tendo como um dos principais objetivos o de indicar as equipes de referência dos equipamentos no âmbito do SUAS. Nesse aspecto, estabelece como equipe para os CRAS de Porte II, que possuam até 3.500 famílias referenciadas:
Os serviços de abordagem social de rua, medidas socioeducativas em meio-aberto (Prestação de Serviços à Comunidade – PSC e Liberdade Assistida – LA), atendimento especializado ao idoso, pessoa com deficiência e mulheres em situações de risco social ou com vínculo familiar fragilizado e/ou rompido, caracterizam serviços no âmbito da
Refere-se à porta de entrada da Assistência Social. É um local público, localizado prioritariamente em áreas de maior vulnerabilidade social, onde são oferecidos os serviços de Assistência Social, com o objetivo de fortalecer a convivência com a família e com a comunidade. Trata-se do
A Política Nacional de Assistência Social (PNAS) de 2004 tem como centralidade a família, concebida como sendo
Os serviços sócios assistenciais de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) e o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) compõem
A Assistência Social realiza-se de forma integrada às políticas setoriais, com o intuito de garantir a proteção social das populações atendidas. Nesse aspecto, prover serviços, programas, projetos e benefícios para famílias, indivíduos e grupos que deles necessitarem, bem como contribuir com a inclusão e a equidade dos usuários e grupos específicos, ampliando o acesso aos bens e serviços, tendo como horizonte a centralidade na família e a garantia da convivência familiar e comunitária, constitui-se como
A Política Nacional de Assistência Social (PNAS) de 2004 representa um significativo avanço para a sociedade brasileira, na perspectiva da construção de um novo padrão de proteção social. Essa política tem como diretrizes