Questões de Concurso
Sobre profissão do assistente social e o código de ética do serviço social em serviço social
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Um dos princípios fundamentais para o exercício profissional de assistente social prevê o compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com o aprimoramento intelectual, na perspectiva da competência profissional.
A Resolução CFESS n.º 594/2011 insere aperfeiçoamentos formais, gramaticais e conceituais no Código de Ética do(a) Assistente Social, garantindo a linguagem de gênero.
Para o serviço social brasileiro, uma das grandes conquistas da última década foi o estabelecimento da jornada de trabalho de 30 horas, aprovada no 39.º Encontro Nacional do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)/CRESS, em 2010.
O programa deve ser apreendido como a unidade mais operativa, tendo em vista que registra a tangibilidade das metas e dos objetivos e, consequentemente, o detalhamento do plano.
O projeto, documento oriundo do planejamento, possibilita demostrar a objetivação de um serviço, a partir da sistematização minuciosa das atividades, dos prazos e dos recursos (humanos, materiais e financeiros).
O plano é a sistematização do instrumento normativo-político alcunhado como projeto.
Os documentos denominados projeto, plano e programa registram níveis deliberativos provindos de um processo de planejamento.
A natureza interventiva e investigativa caracteriza o trabalho do assistente social, portanto, suas pesquisas, seus estudos e respectivas análises deverão estar em consonância com o projeto ético-político da categoria para que tenham valor social.
As metodologias qualitativas são necessárias ao dimensionamento dos problemas elencados para investigação, e as quantitativas são imprescindíveis ao conhecimento das percepções dos sujeitos pesquisados sobre as inúmeras expressões da questão social.
A partir da década de 1990, as condições e relações de trabalho encontram-se cada vez mais precarizadas, emergindo, então, a necessidade de enfrentamento dessa conjuntura pelos assistentes sociais, cuja atuação passa a basear-se no projeto ético-político e nos instrumentos normativos que dispõem sobre a regularização e a fiscalização do exercício profissional.
A Política Nacional de Fiscalização do Conselho Federal de Serviço Social e dos conselhos regionais de serviço social ratifica o enfoque afirmativo de princípios que representam a pactuação com as lutas ampliadas dos trabalhadores e, consequentemente, com a defesa e o robustecimento do projeto ético-político profissional do serviço social.
O Código de Ética do(a) assistente social de 1993 compromete-se com a defesa intransigente dos direitos, imprime o projeto ético-político do serviço social, sem, contudo, elidir a intenção de ruptura com o conservadorismo profissional.