Questões de Concurso
Sobre sistema de saúde brasileira em segurança e saúde no trabalho
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A vigilância em saúde do trabalhador, enquanto campo de atuação, distingue-se da vigilância em saúde em geral e de outras disciplinas no campo das relações entre saúde e trabalho por delimitar como seu objeto específico a investigação e intervenção na relação do processo de trabalho com a saúde.
MACHADO, J. M. H. Processo de vigilância em saúde do trabalhador. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 13(Supl. 2):33- 45, 1997. P. 34. Disponível em: <www.scielo.br/pdf/csp/cq3s2/1362.pdf>. Acesso em: 26 mar. 2018.
Nesse contexto, a vigilância em saúde do trabalhador tem
como uma de suas características/princípios a(o)
O tipo de dermatose e o mecanismo desencadeador desse agravo são, respectivamente:
Qual metal é causador desse quadro de intoxicação crônica?
Mecânico naval de 44 anos, tabagista de 2 maços por dia por quase 30 anos, apresenta, durante a jornada de trabalho, quadro de hemiparesia de instalação súbita. Ao exame, estava obnubilado, corado, pupilas isocóricas fotorreagentes, ausência de sinais de irritação meníngea, hemiparesia à direita com desvio da comissura labial. Pulmões limpos, ritmo cardíaco com 1 a 2 extrassístoles por minuto, com frequência cardíaca de 92 bpm, pressão arterial de 175/105 mmHg.
Diante da suspeita de acidente vascular encefálico, qual é a conduta adequada?
Um médico que trabalha em um hospital geral, sem saber, prescreve um medicamento que estaria contraindicado para um determinado paciente com asma, e este vem a falecer, pelo uso da medicação prescrita. Nesse caso, o médico não perguntou, e o paciente não informou que não poderia usar aquele tipo de medicação. A família resolve propor uma ação indenizatória contra o médico e o hospital.
Com base nessas informações, além do processo criminal e da denúncia no CRM, a responsabilidade civil atribuída a cada um dos réus – médico e hospital – é do tipo
Dentre as competências do SUS, está a de desenvolver ações destinadas à prevenção de deficiências por causas evitáveis.
NÃO é uma ação preventiva do SUS, nesse sentido, o(a)
De acordo com o protocolo clínico e as diretrizes para profilaxia pós-exposição de risco ao HIV, do Ministério da Saúde (2017), existem quatro informações que são fundamentais a serem obtidas sobre o caso para indicar a profilaxia pós-exposição. São relevantes o material biológico de risco, o tipo de exposição, o tempo decorrido entre a exposição e o atendimento e o resultado do teste para HIV da pessoa exposta no momento do atendimento.
Em qual das situações abaixo está indicada a profilaxia pós-exposição?
Dá entrada na emergência uma paciente de 40 anos de idade, hipertensa, apresentando uma paralisia facial súbita, unilateral, acometendo todo o dimídio facial. Não apresenta nenhuma alteração na marcha, estando com a força muscular preservada.
O diagnóstico mais provável ao caso é de
Paciente chega ao pronto socorro relatando desequilíbrio e vertígem de natureza rotatória súbitos, acompanhados de náuseas e vômitos intensos. Apresenta, ainda, nistagmo horizontal, batendo para um único lado. Sua pressão arterial está normal. Esteve resfriado uma semana antes.
O diagnóstico mais provável e a conduta apropriada são, nesse caso, respectivamente:
Paciente jovem, após realização de espirometria, apresentou volume expiratório final reduzido no 1° minuto (VEF1), capacidade vital forçada (CVF) reduzida e índice de Tiffenau < 70%.
Após prova broncodilatadora, houve aumento de 12% no VEF1, o que, nesse caso, aponta para o provável diagnóstico de
Paciente jovem, do sexo feminino, realizou testagem rápida para sífilis com resultado positivo. Foi encaminhada ao ambulatório de clínica médica onde o médico assistente lhe solicitou um teste não treponêmico, que, realizado no mesmo dia, apresentou o resultado de não reagente.
Com os resultados em mãos, a conduta a ser adotada pelo médico naquele momento é:
Sabendo-se que a prevalência da hipertensão arterial sistêmica no Brasil é alta, cabe a qualquer médico, independentemente da especialidade, e aos demais profissionais da saúde devidamente capacitados, a mensuração da pressão arterial (PA).
Para indivíduos com PA = 120 X 80 mmHg, recomenda- -se, pelo menos, a medição da PA, em adultos, a cada
Paciente masculino, 46 anos de idade, realizou glicemia após 8 horas de jejum, cujo resultado foi de 124 mg/dL. Seu médico assistente lhe solicitou que realizasse uma nova glicemia em uma semana, com jejum de 12 horas. O resultado desse 2° exame acusou 107 mg/dL.
Com esses resultados, o paciente é classificado como
Na abordagem ao trauma abdominal, após uma avaliação clínica inicial, vários recursos são utilizados para detecção de líquido na cavidade abdominal: o mais rápido é a ultrasonografia FAST; o mais preciso, quando o paciente está hemodinamicamente estável, é a tomografia computadorizada; o mais sensível é o lavado peritoneal diagnóstico, que detecta valores mínimos de sangue ou líquidos viscerais como, por exemplo, a bile.
Existe, entretanto, uma contraindicação relativa ao lavado peritoneal diagnóstico, que é a