Questões de Concurso Sobre saúde pública
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A Estratégia Saúde da Família atende apenas à população que vive em situação de pobreza extrema e é cadastrada em programas de transferência de renda.
A Estratégia Saúde da Família é a principal estratégia adotada pelo Brasil para operacionalizar e reorganizar a atenção primária à saúde no SUS.
A necessidade de paradas em locais potencialmente insalubres relacionase à insegurança das rotas e tem efeito mais evidente sobre a ocorrência de doenças infecciosas do que sobre condições de saúde mental da população caminhoneira.
NO QUE SE REFERE AO ACOLHIMENTO, JULGUE O ITEM ABAIXO.
O acolhimento não se reduz à recepção do usuário e deve ser entendido como uma postura ética e uma diretriz operacional que implica na garantia de resposta às necessidades do usuário.
A criação de conselhos locais de saúde, dentro de cada unidade básica, fortalece a governança e aproxima a gestão das demandas específicas de cada microterritório.
O matriciamento, estratégia de coordenação técnica entre especialistas e equipes de referência, funciona como uma ferramenta de articulação entre diferentes níveis de atenção.
Lideranças comunitárias devem ser vistas pelo gestor de saúde como receptores passivos de informações, devendo ser consultadas somente após a implementação de uma nova unidade de saúde.
O Ministério da Saúde exerce um papel de coordenação normativa e financiamento indutor: o repasse de recursos funciona como ferramenta de adesão dos municípios às políticas nacionais.
A promoção da saúde em áreas vulneráveis inclui ações coletivas como educação em saúde em escolas, espaços comunitários e associações locais.
Na formulação de estratégias de atenção primária, devem ser consideradas a mobilidade social e a informalidade laboral, adaptando-se horários e formatos de atendimento às rotinas da população.
A vigilância em saúde interligada à atenção primária permite a identificação precoce de mudanças no perfil epidemiológico e a reorganização das intervenções locais.
A equidade na atenção especializada dispensa integração com a atenção primária, pois cada nível de atenção à saúde possui responsabilidades independentes.
A priorização de casos graves na fila de espera por serviços de saúde configura privilégio indevido e fere o princípio da equidade.
A incorporação de práticas tradicionais em políticas públicas de saúde requer mediação intercultural, de forma a se evitar a descaracterização dos sentidos originais dessas práticas.
Sistemas médicos tradicionais podem coexistir com serviços biomédicos, produzindo itinerários terapêuticos híbridos que combinam diferentes técnicas de cuidado.
A participação social no SUS é restrita a usuários diretamente vinculados a serviços assistenciais ativos.
A definição de níveis assistenciais baseia-se exclusivamente na disponibilidade tecnológica dos serviços.
A relação entre instituições de justiça e serviços de saúde pode ocasionar a incorporação de tecnologias e medicamentos na rede pública.
A cooperação interfederativa influencia a oferta regional de serviços assistenciais especializados.
Políticas de saúde devem permanecer inalteradas após sua implementação inicial para a garantia da estabilidade administrativa.