Questões de Concurso Comentadas sobre políticas públicas, planejamento e gestão em saúde pública em saúde pública

Foram encontradas 17.154 questões

Q3581736 Saúde Pública
Texto para a questão


Estima-se que, anualmente, 2,6 milhões de óbitos sejam decorrentes de eventos adversos (EA) relacionados à atenção à saúde em hospitais no mundo. Uma das principais causas de morte e incapacidade de pacientes é referente a EA, que são os incidentes e saúde que causam danos aos pacientes. Tendo em vista que grande parte dos EA são evitáveis, faz-se necessária a implementação de estratégias e políticas públicas destinadas a reduzir danos aos pacientes. No Brasil, o Ministério da Saúde (MS) instaurou, por meio da Portaria MS/Gabinete do Ministro (GM) nº 529, de 1º de abril de 2013, o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), que tem como objetivo geral qualificar o cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional – públicos ou privados, e como objetivos específicos promover e implantar iniciativas voltadas à segurança do paciente, com a criação do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) nos estabelecimentos de saúde. (ANDRADE et al., 2020).
Com relação aos conceitos adotados pela referida Portaria, correlacione as duas colunas a seguir e assinale a alternativa que traz a sequência CORRETA:

Coluna 1

(1) Segurança do paciente
(2) Dano
(3) Incidente
(4) Evento adverso
(5) Gestão de risco

Coluna 2

( ) Incidente que resulta em dano ao paciente.
( ) Comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo.
( ) Aplicação sistêmica e contínua de iniciativas, procedimentos, condutas e recursos na avaliação e controle de riscos e eventos adversos.
( ) Redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde.
( ) Evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou em dano desnecessário ao paciente. 
Alternativas
Q3581735 Saúde Pública
A Política Nacional de Humanização (PNH), lançada em 2003, vinculada à Secretaria de Atenção Básica do Ministério da Saúde, tem por objetivo estimular a construção de um processo coletivo voltado para o cuidado. Inserida na Política do SUS, é também divulgada como HumanizaSUS, que, numa linguagem simples, se aproxima da população usuária do SUS de forma bastante inclusiva, sendo que gestores e trabalhadores procuram entender as carências e necessidades desses usuários, formando elos e construindo assim novos processos de trabalhos que se adequem melhor aos usuários (BRASIL, 2006). Humanizar se traduz, então, como inclusão das diferenças nos processos de gestão e de cuidado. De acordo com a PNH, essa inclusão significa, EXCETO
Alternativas
Q3581733 Saúde Pública
Texto para a questão.


Um dos grandes problemas enfrentados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é o “pronto atendimento” aos usuários do sistema. As suas portas de urgência e emergência ainda apresentam dificuldades evidentes, em maior grau, provocadas pela imensa demanda de condições clínicas de urgência e emergência. Assim, o Ministério da Saúde, nos últimos anos, vem realizando esforços permanentes e progressivos no sentido de fortalecer a sua Rede de Urgência e Emergência (RUE). A busca da resolutividade nesses cenários assistenciais trata-se de uma das grandes prioridades do sistema (UNASUS/UFMA). Nesse sentido, o Ministério da Saúde lançou, em 07 de julho de 2011, a Portaria Nº 1600, que reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no SUS.
No que diz respeito aos componentes da Rede de Atenção às Urgências e seus objetivos, é CORRETO afirmar o seguinte: 
Alternativas
Q3581732 Saúde Pública
Texto para a questão.


Um dos grandes problemas enfrentados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é o “pronto atendimento” aos usuários do sistema. As suas portas de urgência e emergência ainda apresentam dificuldades evidentes, em maior grau, provocadas pela imensa demanda de condições clínicas de urgência e emergência. Assim, o Ministério da Saúde, nos últimos anos, vem realizando esforços permanentes e progressivos no sentido de fortalecer a sua Rede de Urgência e Emergência (RUE). A busca da resolutividade nesses cenários assistenciais trata-se de uma das grandes prioridades do sistema (UNASUS/UFMA). Nesse sentido, o Ministério da Saúde lançou, em 07 de julho de 2011, a Portaria Nº 1600, que reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no SUS.
À luz das diretrizes dispostas na Portaria citada, é INCORRETO afirmar o seguinte: 
Alternativas
Q3581670 Saúde Pública
Na Rede de Atenção à Saúde existem diretrizes a serem seguidas para a organização do componente "Atenção Básica". Entre as diretrizes a serem operacionalizadas está:
Alternativas
Q3581669 Saúde Pública
Na organização do Sistema Único de Saúde é estabelecido o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa. Para este fim são definidos institutos específicos. Figura entre esses o Serviços Especiais de Acesso Aberto, que tem por função:
Alternativas
Q3581668 Saúde Pública
Na assistência multiprofissional em saúde da família, a realização de visitas domiciliares regulares e periódicas, são consideradas atividades típicas do Agente Comunitário de Saúde em sua área geográfica de atuação. Essa atividade tem entre suas finalidades o acolhimento e acompanhamento:
Alternativas
Q3581667 Saúde Pública
Os órgãos e instituições federais, estaduais, municipais da administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo poder público, prestam um conjunto de serviços e ações que constituem o Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, cabe à iniciativa privada poder participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter:
Alternativas
Q3581666 Saúde Pública
O Sistema Único de Saúde (SUS) é constituído por uma rede regionalizada e hierarquizada que é integrada pelas ações e serviços públicos de saúde. Faz parte de uma diretriz da organização do SUS:
Alternativas
Q3576152 Saúde Pública
Primeira campanha sanitária posta em prática, oficialmente no Brasil, Recife (PE), elaborada por João Ferreira da Rosa, médico português, e executada pelo Marquês de Montebelo, Governador da então Capitania de Pernambuco. Embora utilizando bases técnicas equivocadas, a "ditadura sanitária", operacionalizada mediante ações direcionadas para a segregação dos doentes, purificação do ar, das casas, cemitérios, portos, limpeza das ruas e outras1, alcançou o resultado esperado. Essa campanha lançou as bases do modelo das estratégias de vigilância e controle que se seguiriam, essa campanha ocorreu no ano de:  
Alternativas
Q3576125 Saúde Pública

Ciência cidadã no combate à dengue


O combate ao mosquito transmissor é capaz de controlar a proliferação da doença


Soraya Smaili, Pedro Arantes e Maria Angélica Minhoto | 1º mar 2024



    A ciência nos trouxe evidências, há mais de cem anos, sobre o vírus que causa a dengue. É inacreditável que o conheçamos há tanto tempo, assim como sua forma de transmissão, e ainda estejamos tão longe de controlá-lo. Ao contrário, a informação que temos é de que, ano após ano, o número de casos vem aumentando. Em 2024, a doença se disseminou mais cedo no Brasil e já se espalhou por vários países da América do Sul.


    Mudanças climáticas, falta de políticas de combate e baixo apoio ao SUS marcaram fortemente esse cenário nos últimos anos. Já vão longe os dias em que a cidade de São Paulo e outros municípios contavam com os agentes de saúde caçadores de mosquitos, que tinham como papel fundamental orientar a população e mostrar como combater o vetor da doença. Hoje temos fortes mudanças climáticas, quatro variantes conhecidas, um sistema de saúde sobrecarregado e pouca disposição dos diversos governos municipais em se engajar neste combate. Sabemos como é causada a dengue e também como tratá-la (graças ao conhecimento científico), mas, apesar disso, há um alastramento da doença.


    O vírus da dengue chegou ao Brasil no século 19. Poucas pessoas sabem que, naquela época, o Brasil já tinha pesquisadores sobre o tema. E, sob responsabilidade do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), anterior à Fundação Oswaldo Cruz, o trabalho pioneiro do virologista Hermann Schatzmayr mostrou um enorme resultado: o isolamento do vírus transmissor da dengue. Mais tarde, três variantes foram detectadas: DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A ciência também descobriu a forma de transmissão do vírus por meio de um mosquito, o Aedes aegypti. Do momento do seu isolamento até agora, o Brasil passou por algumas epidemias, apesar da primeira ter sido documentada em 1982. Está mais do que claro que o vírus está entre nós há bastante tempo e que as mudanças climáticas, o aquecimento global e as chuvas constantes têm favorecido a proliferação do vírus.


    As vacinas contra a dengue ainda não estão disponíveis para todos e todas, pois foram produzidas recentemente. Somente depois dos estudos clínicos de eficácia e de segurança, foi possível aprovar o seu uso de forma generalizada. Porém, o laboratório que a produz não tem capacidade para distribuir o volume necessário para atender às demandas brasileiras. Por outro lado, a tarefa está voltada para nós mesmos, pois, mesmo que tivéssemos vacinas suficientes para toda a população, o benefício talvez não gerasse a imunização a tempo.


    Diante disso, só nos restam duas opções: 1) combater o mosquito e 2) reconhecer e tratar as pessoas acometidas pela doença. O combate ao mosquito transmissor é efetivo, já que ele é o responsável pela transmissão do vírus e, ao combatê-lo, é possível controlar a proliferação. Essa medida é urgente, pois, nesta semana, ultrapassamos a marca de mais de um milhão de casos de dengue registrados. Certamente esse número é maior, pois muitos deles não foram contabilizados e ficarão de fora dos dados oficiais.


    Contar com políticas públicas efetivas, governantes engajados, fortalecimento e apoio ao SUS para o atendimento do alto número de casos, bem como realizar as campanhas de conscientização e envolver toda a população fazem parte do conjunto de ações que permitirá solucionar o problema.


    Por isso, é tão importante e necessária a campanha que está sendo lançada pelo Ministério da Saúde e que se inicia no dia 2 de março. A campanha deste ano envolverá diversas iniciativas, inclusive em escolas e em setores diversos ao da Educação. É preciso agir para eliminar o vetor, já que 75% dos focos dos mosquitos estão nos domicílios. Portanto, todos podem agir, espalhando e trabalhando em prol da ciência cidadã. Com a participação da população e seguindo as diretrizes das campanhas de conscientização, é possível atuar para minimizar os danos e para salvar vidas.


    Essas são medidas fundamentais para encaminhar soluções imediatas para resolver o problema. Enquanto não contamos com as medidas de controle do aquecimento global e das fortes chuvas, teremos que buscar alternativas através da participação e da conscientização para a ciência - e o que de melhor pode vir dela - para esclarecer e transformar a realidade.



SMAILI, Soraya; ARANTES, Pedro; MINHOTO, Maria Angélica. Ciência cidadã no combate à dengue. Folha de São Paulo, 1º de março de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/sou-ciencia/2024/03/ciencia-cidada-no-combate-adengue.shtml. Acesso em: 01 mar. 2024. Adaptado.

De acordo com esse artigo, no Brasil,  
Alternativas
Q3569069 Saúde Pública

A Estratégia Saúde da Família (ESF) visa a reorganização da atenção básica no pais, de acordo com os preceitos do Sistema Único de Saúde. Os profissionais de saúde que atuam na ESF conhecem a importância da apropriada abordagem familiar, que é baseada em três pontos fundamentais. Entre eles, destaca-se

Alternativas
Q3569037 Saúde Pública

Leia o texto a seguir.


O tratamento oncológico (principalmente a cirurgia oncológica, a quimioterapia e a radioterapia) depende do apoio de uma estrutura hospitalar de alta complexidade, com maior densidade tecnológica, especialmente preparada para confirmar o diagnóstico, realizar o estadiamento e promover o tratamento, a reabilitação e os cuidados paliativos, que podem ser organizados, na rede de serviços de saúde, de forma integrada com a Atenção Primária e a Média Complexidade.



BRASIL, Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. ABC do câncer: abordagens básicas para o controle do câncer. 6. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: INCA, 2020.



Esse tipo de manejo refere-se ao tema de  

Alternativas
Q3568181 Saúde Pública
Qual foi uma das características da Norma Operacional Básica (NOB) do Sistema Único de Saúde (SUS) 01/96? 
Alternativas
Q3568176 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Básica (Ministério da Saúde, 2017)
Alternativas
Q3566056 Saúde Pública
As Redes de Atenção à Saúde (RAS) organizam-se por meio de pontos de atenção à saúde. Nas RAS, o centro de comunicação é a Atenção Primária à Saúde (APS), sendo essa 
Alternativas
Q3566045 Saúde Pública
A Política Nacional de Vigilância em Saúde é uma política pública de Estado e função essencial do SUS, tendo caráter universal, transversal e orientador do modelo de atenção nos territórios, sendo a sua gestão de responsabilidade exclusiva do poder público. A vigilância que define o conjunto de ações que proporcionam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes da saúde individual e coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças, transmissíveis e não-transmissíveis, e agravos à saúde é a
Alternativas
Q3566035 Saúde Pública
O Sistema Único de Saúde (SUS) é constituído pela conjugação das ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde executados pelos entes federativos, de forma direta ou indireta, mediante a participação complementar da iniciativa privada, sendo organizado de forma regionalizada e hierarquizada. É baseado em princípios que norteiam as ações e atividades. O nome do princípio que se refere ao conjunto articulado e contínuo de ações e serviços preventivos, curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema, é o da
Alternativas
Q3566031 Saúde Pública
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS) foi instituída no ano de 2004 e representa um marco para a formação e trabalho em saúde no País. No contexto da PNEPS, o Programa para o Fortalecimento das Práticas de Educação Permanente em Saúde no SUS (PRO EPS-SUS) visa a fortalecer as ações de Educação Permanente em Saúde (EPS), dar centralidade aos processos de gestão da PNEPS na lógica do modelo de atenção à saúde e reconhecer as contribuições dos principais atores nesse processo. É um critério para adesão dos municípios no PRO EPS-SUS a
Alternativas
Q3565706 Saúde Pública
Na atenção primária, o planejamento, a gestão e o atendimento das necessidades de saúde da população requerem delimitação de território para as unidades de atendimento que passará a ser referência para a população e, ao mesmo tempo, determinará a responsabilização da equipe de saúde pelo cuidado da clientela adscrita, proporcionando
Alternativas
Respostas
6201: A
6202: E
6203: B
6204: B
6205: D
6206: A
6207: C
6208: A
6209: B
6210: C
6211: B
6212: C
6213: B
6214: D
6215: B
6216: C
6217: D
6218: C
6219: C
6220: C