Questões de Concurso
Comentadas sobre meio ambiente e saúde pública em saúde pública
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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a porcentagem de população brasileira que reside em áreas urbanas cresceu de 31,24% em 1940, para 84,36% em 2010.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Séries históricas e estatísticas.
Taxa de urbanização. Disponível em: <https://seriesestatisticas.ibge.gov.br>.
Acesso em: 10 nov. 2020.
Em relação a esse processo, julgue o item a seguir.
O estabelecimento do processo de esgotamento s anitário
nos centros urbanos aumenta a incidência e a prevalência
de parasitoses intestinais e de doenças diarreicas.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a porcentagem de população brasileira que reside em áreas urbanas cresceu de 31,24% em 1940, para 84,36% em 2010.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Séries históricas e estatísticas.
Taxa de urbanização. Disponível em: <https://seriesestatisticas.ibge.gov.br>.
Acesso em: 10 nov. 2020.
Em relação a esse processo, julgue o item a seguir.
O maior acesso aos serviços de atendimento pré-natal e
puericultura e a melhor assistência à mulher durante o
trabalho de parto contribuíram, de maneira significativa,
para a redução da mortalidade infantil e materna.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a porcentagem de população brasileira que reside em áreas urbanas cresceu de 31,24% em 1940, para 84,36% em 2010.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Séries históricas e estatísticas.
Taxa de urbanização. Disponível em: <https://seriesestatisticas.ibge.gov.br>.
Acesso em: 10 nov. 2020.
Em relação a esse processo, julgue o item a seguir.
As doenças potencialmente letais, como meningites
bacterianas e pneumonias, foram controladas ou
tiveram sua carga reduzida em função da alta cobertura
vacinal facilitada pelo adensamento populacional dos
centros urbanos.
As condições do bar oferecem importante risco de
A doença de Chagas é uma antropozoonose de elevada prevalência e expressiva morbimortalidade. Apresenta curso clínico bifásico, composto por uma fase aguda (clinicamente aparente ou não) e uma fase crônica, que pode se manifestar nas formas indeterminada, cardíaca, digestiva ou cardiodigestiva. O vetor (triatomíneo), ao se alimentar em mamíferos infectados com elevadas taxas de T. cruzi, pode se infectar e, ao se alimentar novamente, infecta outro mamífero, inclusive o homem. Entre as formas habituais de transmissão de T. cruzi para o homem estão:
I. Vetorial.
II. Vertical.
III. Por via oral.
IV. Transfusional.
V. Acidentes biológicos.