Questões de Concurso
Comentadas sobre epidemiologia e saúde coletiva em saúde pública
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A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável, com elevada letalidade nas suas formas graves. A doença é causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois ciclos de transmissão (urbano e silvestre).
No ciclo urbano, a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos infectados. No ciclo silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos predominantemente silvestres. No ciclo silvestre, os primatas não humanos (PNHs) são considerados os principais hospedeiros, amplificadores do vírus, e são vítimas da doença assim como o ser humano, que, nesse ciclo, apresenta-se como hospedeiro acidental.
É uma doença de notificação compulsória imediata, ou seja, todo evento suspeito (tanto morte de primatas não-humanos, quanto casos humanos com sintomatologia compatível) deve ser prontamente comunicado/notificado, em até 24 horas após a suspeita inicial, às autoridades locais competentes pela via mais rápida (telefone, email etc.). Às autoridades estaduais de saúde cabe notificar os eventos de febre amarela suspeitos ao Ministério da Saúde.
Importante: No Brasil o ciclo da doença atualmente é silvestre. Os últimos casos de febre amarela urbana foram registrados no Brasil em 1942 e todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão.
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febreamarela. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre os ciclos urbano e silvestre de transmissão da febre amarela, há que se considerar que se diferem porque o ciclo
O Sr. A.E.S tem 73 anos e trabalha em uma área rural. Durante atendimento, A.E.S relatou dormência em algumas partes dos braços e das pernas. Após a realização do exame laboratorial, A.E.S recebeu o diagnóstico de hanseníase e, em seguida ao diagnóstico inicial da doença, recebeu o tratamento da Poliquimioterapia (PQT). Além disso, foi realizado o acompanhamento de familiares e de outras pessoas que convivem com o paciente, a fim de identificar novos casos precocemente.
As condutas descritas nesse caso foram realizadas
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
I. O vetor da leishmaniose é o flebotomíneo (mosquito-palha), que se prolifera em ambientes com matéria orgânica.
II. Cães podem apresentar sinais como emagrecimento, queda de pelos e feridas crônicas, sendo importantes reservatórios.
III. O período de incubação é sempre inferior a uma semana, independentemente do tipo de leishmaniose.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Uma nova tecnologia para tratamento de feridas foi introduzida e deseja-se avaliar se ela reduz a incidência de infecção prolongada (>30 dias) em pacientes com feridas crônicas, em comparação ao tratamento padrão. Considerando a necessidade de estabelecer relação temporal entre exposição (tecnologia) e desfecho (infecção prolongada), além de obter estimativas de risco absoluto (incidência), a alternativa de desenho de estudo que melhor se adequa a esse objetivo é:
I.A PNVS de 2018 representa um marco para a atuação do ACE, fortalecendo a integração entre os componentes da Vigilância em Saúde e a Atenção Primária à Saúde.
II.O ACE desempenha papel estratégico na implementação local das ações previstas pela PNVS, atuando no monitoramento de riscos ambientais e no combate às doenças transmitidas por vetores.
III.As atribuições do ACE concentram-se no fortalecimento das estratégias de promoção e proteção da saúde previstas na política pública, articulando ações no território.
É correto o que se afirma em: