Questões de Concurso Sobre relações internacionais
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No que se refere à União Sul-Americana de Nações (UNASUL), julgue (C ou E) o item subsecutivo.
Entre os objetivos da UNASUL, figura o de promover a
democracia, inclusive pela mediação de crises internacionais
ou internas dos países membros, como ocorreu nos casos da
tentativa separatista do Pando, na Bolívia, da sublevação da
Polícia Nacional do Equador e da crise entre Colômbia e
Venezuela.
A UNASUL visa aprofundar a cooperação regional; evita, pois, objetivos de integração regional, para não criar resistências políticas. Os esforços em prol da cooperação se empreendem no seio de seus doze conselhos, entre os quais se destacam o de educação e o de criação de medidas de confiança mútua.
A propósito das relações entre a União Europeia e o Brasil, julgue (C ou E) o item a seguir.
Representantes de alto nível da Comissão Europeia e dos
ministérios brasileiros do Desenvolvimento Social e Combate
à Fome, da Previdência Social e do Trabalho e Emprego
reúnem-se periodicamente para promover a cooperação sobre
políticas sociais em temas como mudanças demográficas,
direitos de trabalhadores migrantes e regimes especiais para
trabalhadores rurais, entre outros.
Brasil e União Europeia continuam a cooperar em áreas de comércio, investimento e negócios, inclusive via negociação de acordo preferencial UE-MERCOSUL, uma vez que compartilham a frustração de ver adiada a conclusão da Rodada Doha.
Os temas prioritários nas relações bilaterais entre EUA e Brasil incluem a cooperação visando reduzir as desigualdades de gênero e eliminar progressivamente a violência contra a mulher e o tráfico de mulheres, cuja implementação consta em documento específico.
Acerca da política externa norte-americana e das relações entre EUA e Brasil, julgue (C ou E) os seguinte item.
Devido ao apoio explícito dos EUA ao seu pleito por um
assento permanente no Conselho de Segurança da ONU,
o Brasil vem reconhecendo publicamente os avanços do país
norte-americano em suas negociações diretas com a Federação
Russa em favor do desarmamento nuclear.
Acerca da política externa norte-americana e das relações entre EUA e Brasil, julgue (C ou E) os seguinte item.
EUA e Brasil estabeleceram estratégia de cooperação
educacional por meio de um plano de ação negociado em nível
ministerial, no qual se evitou envolver o setor privado,
especialmente no programa Ciência sem Fronteiras, uma vez
que a pesquisa de ponta concentra-se em universidades
públicas nos EUA.
Acerca da política externa norte-americana e das relações entre EUA e Brasil, julgue (C ou E) os seguinte item.
Nos últimos dois anos, os EUA deixaram de ser o principal
parceiro comercial do Brasil — posto ocupado pela China —,
tornando sua relação comercial com o Brasil deficitária,
embora mantenham o padrão de concentrar suas compras
em matérias-primas e suas vendas em produtos industrializados
e serviços.
A. Menezes e P. Penna Filho. Integração regional. Os blocos econômicos nas relações internacionais. Rio de Janeiro: Campus, 2006, p. x.
Acerca da formação e estruturação dos blocos econômicos nas Américas, julgue (C ou E) o item a seguir.
A integração econômica dos países do Caribe ou Caribbean Community and Common Market foi criada nos anos 60 por um tratado que só entraria efetivamente em atividade nos anos 80, dando origem ao CARICOM.
A. Menezes e P. Penna Filho. Integração regional. Os blocos econômicos nas relações internacionais. Rio de Janeiro: Campus, 2006, p. x.
Acerca da formação e estruturação dos blocos econômicos nas Américas, julgue (C ou E) o item a seguir.
Nos últimos anos 80, os presidentes George Bush, dos EUA, e Carlos Salinas, do México, estabeleceram um acordo comercial mais profundo entre os dois países, criando uma união aduaneira, dando origem ao NAFTA.
Por ocasião do reinício das hostilidades entre Equador e Peru atinentes à disputa do vale do Cenepa, o Brasil coordenou uma intervenção conjunta com Argentina, Chile e Estados Unidos da América (EUA), países-garantes do Protocolo de 1942, contribuindo para a solução definitiva do contencioso mediante a assinatura dos Acordos de Paz de Brasília.
Para assegurar a defesa comum da África, em sua Declaração Solene sobre uma Política Africana Comum de Defesa e Segurança, os Estados-membros da União Africana consideram a necessidade de trabalhar com base em uma definição de defesa que abranja aspectos relacionados com a proteção dos valores sociais, políticos, culturais e econômicos dos povos africanos e dos seus tradicionais modos de vida.
O Tratado Interamericano de Assistência Recíproca estabelece que o órgão de consulta deve reunir-se imediatamente para deliberar acerca das medidas a serem tomadas em auxílio a Estado-parte alvo de atos de agressão que, embora não se configurem como ataques armados, ameacem a inviolabilidade ou a integridade de seu território, de sua soberania ou de sua independência.
A Estratégia de Segurança da União Europeia parte da premissa de que segurança constitui pré-condição para o desenvolvimento e identifica, entre as principais ameaças à segurança europeia, o terrorismo, os conflitos regionais, os Estados falidos, o crime organizado e, principalmente, a proliferação de armas de destruição em massa.
Entre os objetivos específicos do Conselho de Defesa Sul-Americano da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL), estão o de promover a cooperação no âmbito da indústria de defesa e a incorporação da perspectiva de gênero no campo da defesa.
A Escola Superior de Guerra classifica a inteligência, quanto a sua finalidade, em estratégica e operacional.
A paz, a estabilidade e a segurança de um país dependem, em larga escala, da capacidade de suas organizações de fazer cumprir a legislação nacional e de manter, de forma eficaz, a ordem pública.
Nas questões afetas ao Oriente Médio e norte da África, o Brasil assumiu, no passado recente, posições dissonantes daquelas sustentadas pelos EUA em temas como a crise na Líbia, a crise na Síria, o programa nuclear iraniano e as condições para a criação de um Estado palestino independente.