Questões de Concurso
Comentadas sobre técnicas radiográficas em tomografia computadorizada em radiologia
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A imagem resultante alongada em uma radiografia periapical é resultado de erro na angulação vertical.
Nesse método, a onda de radiofrequência é desligada.
Nesse método, submete-se o paciente a um campo magnético intenso.
As propriedades de ressonância magnética têm origem na interação entre átomos em um campo magnético interno.
No tecido do pulmão, a TC é de –900 a –400, de aspecto cinza escuro a preto.
A correlação entre UH e aspecto da imagem do tecido do rim é de TC 90, escala de cinza escuro a preto.
A correlação entre UH e aspecto da imagem do músculo é de TC 40 a 60, de aspecto escala de cinza.
Com base nesse caso hipotético, julgue o item.
Os achados indicam que o paciente em questão sofreu acidente vascular encefálico.
A tomografia computadorizada contrastada multifásica do abdome identificou lesão única, bem delimitada, com aspecto sugestivo de ser encapsulada e com foco hemorrágico intralesional, além de realce homogêneo na fase arterial e isoatenuante ao parênquima hepático na fase portal.
Diante desse achado, assinale a opção que indica o diagnóstico e a conduta a serem seguidos.
As principais vantagens da TC são sua maior resolução de contraste e o formato de exibição transversal. O alto contraste torna possível a diferenciação entre cálcio, tecido mole e gordura no interior de linfonodos pulmonares e estruturas do mediastino. A administração de agente de contraste intravenoso aprimora o contraste no interior de estruturas e massas ou vasos sanguíneos (por exemplo, êmbolos pulmonares, dissecção aórtica).
A maioria dos tecidos pode ser distinguida por meio de diferenças significativas em seus tempos de relaxamento T1 e T2 específicos. T1 e T2 são características do ambiente molecular tridimensional que circunda cada próton no tecido que está sendo examinado. T1 representa a rapidez com que determinado tecido perde sua magnetização. É uma medida da rapidez com que um tecido se torna magnetizado. T2 mede a capacidade do próton de trocar energia com a matriz química adjacente.
Embora a capacidade da RM de produzir imagens nos planos sagital e coronal seja uma nítida vantagem, comparativamente às imagens produzidas por TC, esta, diferentemente da RM, dispensa o uso de contraste intravenoso para identificação dos vasos.
Tomografia computadorizada, ressonância magnética e ultrassonografia são técnicas capazes de produzir imagens transversais do corpo.