Questões de Concurso Sobre radiologia
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A medicina nuclear trabalha com radiofármacos e, através desses radiofármacos ministrados pela via intravenosa, quando estão na corrente sanguínea, são absorvidos pelos órgãos, e os órgãos, ao absorverem o radiofármaco, emitem radiação, e essa radiação é captada por um aparelho chamado gama‑câmara. Com base nessa informação, julgue o item seguinte, acerca do radiofármaco.
Em relação às imagens radiológicas, muitas possuem a mesma densidade, ou seja, os órgãos que correspondem às imagens absorvem quase que a mesma quantidade de raios‑X, então são mostradas com a mesma tonalidade de tons de cinza em um filme radiológico ou na radiologia digital, sendo que a injeção de contraste iodado via intravenosa, ao entrar pela corrente sanguínea e ser absorvida pelos órgãos. Estes órgãos absorvem de forma diferente, ocasionando o contraste na imagem. Alguns órgãos aparecem mais claros (radiopacos), outros mais escuros (radiotransparentes), possibilitando, assim, ao médico diferenciar os órgãos.
Os profissionais da radiologia trabalham com técnicas de diagnóstico por imagem que, utilizadas sem a devida habilidade, podem causar danos à saúde, seja para o paciente ou para próprio profissional. Todo profissional da radiologia deve se pautar em relação ao princípio ALARA (As Low as Reasonably Achievable – Tão baixo quanto razoavelmente alcançável). A partir dessas informações, julgue o item a seguir, no que se refere ao princípio ALARA.
A colimação do feixe de radiação na área de interesse possibilita menos radiação espalhada e melhora a qualidade da imagem.
Deve‑se checar sempre se o nome do paciente na identificação dos filmes radiológicos está correto, pois a troca do nome do paciente em um exame pode acarretar problemas sérios, como a realização de procedimentos incorretos em pessoas cuja identidade possa ter sido trocada.
Ao realizar um exame de raio‑X convencional, a primeira imagem formada é a imagem latente, não visível. Considerando essa informação, julgue o item seguinte, em relação à imagem latente.
Os cristais fluorescentes que ficam na superfície do écran absorvem a energia dos fótons de raios‑X e transformam em fóton de luz. Além do mais, essa luz sensibiliza os cristais (haletos de prata).
Ao realizar um exame de raio‑X convencional, a primeira imagem formada é a imagem latente, não visível. Considerando essa informação, julgue o item seguinte, em relação à imagem latente.
Na radiografia computadorizada RC (Computed Radiography), a imagem latente forma‑se em uma placa de fósforo sensível à radiação, que é lida por um laser para formar a imagem digital.
Ao realizar um exame de raio‑X convencional, a primeira imagem formada é a imagem latente, não visível. Considerando essa informação, julgue o item seguinte, em relação à imagem latente.
Os raios‑X que atravessam o paciente são captados pelos detectores que, por intermédio de um processo digital e computacional, são transformados em imagens.
Para se diagnosticar tuberculose, o raio‑X provou ser uma ferramenta eficiente, possibilitando, assim, o começo do tratamento com maior rapidez. Com base nessa informação, julgue o item a seguir a respeito da aplicação das técnicas de exames de radiologia, em caso de tuberculose.
Em raio‑X de tórax com incidências PA e perfil, áreas que são radio transparentes aparecem radiopacas devido a um processo inflamatório que preenche os alvéolos.
Para se diagnosticar tuberculose, o raio‑X provou ser uma ferramenta eficiente, possibilitando, assim, o começo do tratamento com maior rapidez. Com base nessa informação, julgue o item a seguir a respeito da aplicação das técnicas de exames de radiologia, em caso de tuberculose.
Em raio‑X de tórax com incidências PA e perfil com imagem radiopaca do ápice pulmonar, sugere‑se um tipo de bactéria aeróbica.
Para se diagnosticar tuberculose, o raio‑X provou ser uma ferramenta eficiente, possibilitando, assim, o começo do tratamento com maior rapidez. Com base nessa informação, julgue o item a seguir a respeito da aplicação das técnicas de exames de radiologia, em caso de tuberculose.
Em raio‑X de tórax com incidências póstero anterior (PA) e perfil com imagem radiopaca do ressesso costo diafragmático.
É possível utilizar o fenômeno de fluxo em exames de ressonância magnética, para visualização de vasos, sem a utilização de contraste intravenoso. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, acerca do fenômeno de fluxo em ressonância magnética.
A técnica TOF (Time‑of‑Flight) utiliza‑se da diferença de sinal do próprio sangue em movimento em relação ao sangue estacionário.
É possível utilizar o fenômeno de fluxo em exames de ressonância magnética, para visualização de vasos, sem a utilização de contraste intravenoso. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, acerca do fenômeno de fluxo em ressonância magnética.
A técnica de preenchimento rápido do espaço K é importante para estruturas anatômicas que possuem movimento, como o de respiração no caso de exames de abdome. Essa técnica é chamada por alguns fabricantes de ressonância magnética de SSFSE (Single Shot Fast Spin Eco).
A matriz em ressonância magnética é representada como linhas e colunas, sendo o pixel a intersecção entre linhas e colunas basicamente. Em relação a um exame em que a equipe médica necessite que a imagem tenha melhor resolução espacial, mais detalhes, alterar a matriz e a modificação de outros parâmetros do protocolo seria uma boa opção. Com base nessa informação, julgue o item seguinte, acerca da matriz em ressonância magnética.
Se uma matriz de 456 × 456 tiver aumentado o número de excitação (NEX), ocorrerá o aumento da relação sinal ruído.
A matriz em ressonância magnética é representada como linhas e colunas, sendo o pixel a intersecção entre linhas e colunas basicamente. Em relação a um exame em que a equipe médica necessite que a imagem tenha melhor resolução espacial, mais detalhes, alterar a matriz e a modificação de outros parâmetros do protocolo seria uma boa opção. Com base nessa informação, julgue o item seguinte, acerca da matriz em ressonância magnética.
Se uma matriz 456 × 456 for modificada para 1024 × 1024, ocorrerá a diminuição da relação sinal ruído.
Em pacientes com hematoma ou hemorragia cerebral, sangue fora do vaso para diagnóstico em ressonância magnética em uma sequência T2 Spin Eco, o sangue e o líquido cerebrospinal (LCR) aparecem com o mesmo sinal, ou seja, hipersinal, para um diagnóstico mais preciso, sendo necessária uma sequência que sature o LCR para que o sangue extravasado (fora do vaso) fique evidente. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, quanto ao hematoma ou às hemorragias em ressonância de crânio.
A sequência FLAIR (Fluid Attenuated Inversion Recovery) faz parte de um exame de ressonância magnética de crânio e, também, evidencia áreas de gliose.
Em pacientes com hematoma ou hemorragia cerebral, sangue fora do vaso para diagnóstico em ressonância magnética em uma sequência T2 Spin Eco, o sangue e o líquido cerebrospinal (LCR) aparecem com o mesmo sinal, ou seja, hipersinal, para um diagnóstico mais preciso, sendo necessária uma sequência que sature o LCR para que o sangue extravasado (fora do vaso) fique evidente. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, quanto ao hematoma ou às hemorragias em ressonância de crânio.
A sequência IR (Inversion Recovery) satura a gordura, evidenciando o líquido cerebrospinal (LCR).
Em pacientes com hematoma ou hemorragia cerebral, sangue fora do vaso para diagnóstico em ressonância magnética em uma sequência T2 Spin Eco, o sangue e o líquido cerebrospinal (LCR) aparecem com o mesmo sinal, ou seja, hipersinal, para um diagnóstico mais preciso, sendo necessária uma sequência que sature o LCR para que o sangue extravasado (fora do vaso) fique evidente. A partir dessa informação, julgue o item a seguir, quanto ao hematoma ou às hemorragias em ressonância de crânio.
A sequência FSE (Fast Spin Eco) T2 fabricante GE faz com que o exame fique mais rápido, e o líquido ficará com hipersinal.
A mielina é uma capa protetora dos neurônios. A esclerose múltipla é uma doença autoimune que destrói a mielina, a ressonância magnética é essencial para diagnóstico, sendo que algumas sequências no protocolo são essenciais para o diagnóstico por imagem. Considerando essa informação, julgue o item seguinte, em relação à patologia envolvendo a mielina em ressonância magnética de crânio.
Coronal IR (Inversion Recovery) tem como finalidade saturar as moléculas de gordura.
A mielina é uma capa protetora dos neurônios. A esclerose múltipla é uma doença autoimune que destrói a mielina, a ressonância magnética é essencial para diagnóstico, sendo que algumas sequências no protocolo são essenciais para o diagnóstico por imagem. Considerando essa informação, julgue o item seguinte, em relação à patologia envolvendo a mielina em ressonância magnética de crânio.
Axial T1 MTC utiliza‑se da técnica de transferência de magnetização.
A mielina é uma capa protetora dos neurônios. A esclerose múltipla é uma doença autoimune que destrói a mielina, a ressonância magnética é essencial para diagnóstico, sendo que algumas sequências no protocolo são essenciais para o diagnóstico por imagem. Considerando essa informação, julgue o item seguinte, em relação à patologia envolvendo a mielina em ressonância magnética de crânio.
Axial T2* e a sequência SWI (Susceptibility Weighted Imaging) também evidenciam sangramento no parênquima cerebral.
A mielina é uma capa protetora dos neurônios. A esclerose múltipla é uma doença autoimune que destrói a mielina, a ressonância magnética é essencial para diagnóstico, sendo que algumas sequências no protocolo são essenciais para o diagnóstico por imagem. Considerando essa informação, julgue o item seguinte, em relação à patologia envolvendo a mielina em ressonância magnética de crânio.
Axial T2 evidencia líquido no cérebro e o coronal T2 também (hipersinal), ambos evidenciando a estrutura em planos diferentes.