Questões de Concurso
Comentadas sobre psiquiatria infantil em psiquiatria
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O diagnóstico que melhor se compatibiliza com esse quadro clínico é o transtorno
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.
Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é
Antecedentes: episódio prévio de automutilação (cortes superficiais) há 6 meses, fazia acompanhamento em um serviço de saúde mental, porém abandonou o seguimento. Sem comorbidades clínicas conhecidas. Uso regular de fluoxetina 20 mg/dia para depressão moderada, prescrita há 4 meses.
Exame inicial: FC 98 bpm, PA 108/66 mmHg, FR 18 ipm, SatO₂ 98 % em ar ambiente, T 36,7 °C. Consciente, orientada, fala pausada, olhar no chão. Pupilas isofotorreagentes. Abdome flácido, indolor, sem vômitos. Sem alterações neurológicas focais. Cicatrizes lineares antigas nos antebraços. ECG: ritmo sinusal, QTc 470ms. Os exames laboratoriais iniciais revelam glicemia 88 mg/dL, eletrólitos e função renal normal.
Com base nas diretrizes atuais de manejo de tentativa de suicídio em crianças e adolescentes, a conduta inicial adequada neste momento é
(__)O tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade combina intervenções comportamentais, orientação a pais e professores, e medicação estimulante como metilfenidato ou lisdexanfetamina quando indicado.
(__)O envolvimento e orientação aos pais e cuidadores são fundamentais no tratamento de transtornos mentais na infância, incluindo psicoeducação sobre o transtorno, treinamento de habilidades parentais e manejo de comportamentos difíceis.
(__)A articulação com escola é importante para adaptações pedagógicas, manejo de dificuldades acadêmicas e comportamentais, e monitoramento da evolução da criança ou adolescente no ambiente escolar.
(__)O tratamento farmacológico deve ser sempre a primeira e única intervenção em todos os transtornos mentais infantojuvenis, sendo contraindicadas psicoterapia e intervenções psicossociais.
Assinale a sequência correta:
Nesse caso, considerando o DSM-5-TR, o paciente tem transtorno
I. Em adultos, o TDAH tende a desaparecer completamente, com ausência de sintomas clínicos relevantes.
II. A prevalência do TDAH é maior em ambientes urbanos devido a fatores sociais, sendo baixo em populações rurais.
III. A prevalência global do TDAH em crianças é estimada em cerca de 5%, com maior frequência de diagnóstico em meninos.
Quais estão corretas?
O quadro clínico descrito
Sobre o transtorno do espectro autista (TEA), segundo o DSM-5, podemos afirmar que
Uma professora de classe pré-escolar percebeu que um de seus alunos se manifesta com comunicação verbal e não verbal deficientes para a sua idade, possui baixa interação social com seus colegas de classe, apresenta padrões restritivos e repetitivos de interesses e atividades, manifestando comportamentos motores estereotipados, manifestações sensoriais incomuns e excessiva fixação em rotinas e padrões comportamentais restritos e fixos. Conversando com o responsável pela criança, sugeriu uma consulta com profissional competente para avaliar e orientar a abordagem terapêutica dela.
Diante do quadro apresentado, uma hipótese diagnóstica plausível pode ser
A respeito de transtornos de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e de transtornos comportamentais e emocionais que aparecem habitualmente na infância ou adolescência, julgue o item que se segue.
O transtorno obsessivo-compulsivo na infância tem sintomas egodistônicos.
A respeito de transtornos de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e de transtornos comportamentais e emocionais que aparecem habitualmente na infância ou adolescência, julgue o item que se segue.
A gagueira na infância é mais comum em meninas que têm histórico familiar dessa condição do que em meninos.
A respeito de transtornos de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e de transtornos comportamentais e emocionais que aparecem habitualmente na infância ou adolescência, julgue o item que se segue.
Em crianças diagnosticadas com TDAH, geralmente são observados déficits neurológicos graves, além de sintomas como hiperatividade, impulsividade e inadequação social.
No que se refere ao transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), julgue o próximo item.
Segundo os critérios do DSM-V-TR, o TEPT é diagnosticável apenas em indivíduos com mais de seis anos de idade, o que não exclui a criança do cuidado multidisciplinar em saúde para eventuais sintomas relacionados à exposição a eventos estressores.
e não exclui a criança do cuidado multidisciplinar em saúde para eventuais sintomas relacionados à exposição a eventos estressores.
Julgue o item que se segue, relativo a modelos de atendimento em psiquiatria da infância e da adolescência em saúde pública e exames complementares em psiquiatria.
A pesquisa de anticorpo antirreceptor NMDA deve ser considerada em quadros psiquiátricos agudos com início súbito em jovens, especialmente se houver sintomas neurológicos, catatonia ou refratariedade à terapêutica farmacológica convencional.
Julgue o item que se segue, relativo a modelos de atendimento em psiquiatria da infância e da adolescência em saúde pública e exames complementares em psiquiatria.
O modelo de atenção psicossocial preconizado pelo SUS para o cuidado em saúde mental de crianças e adolescentes valoriza o trabalho interdisciplinar, a articulação com a rede de serviços e o acompanhamento contínuo, considerado o contexto familiar, escolar e social do usuário.
Em relação ao exame psiquiátrico e exames complementares na infância e na adolescência, bem como ao abuso físico e sexual na infância e na adolescência, julgue o próximo item.
Em casos de suspeita de abuso sexual infantil, a ausência de sinais físicos visíveis no exame clínico da vítima não exclui a possibilidade de ocorrência do abuso, sendo necessário considerar outros elementos da avaliação, como o relato da criança e alterações comportamentais.