Questões de Concurso
Comentadas sobre psicopatologia em psiquiatria
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Sobre essa discussão, assinale a alternativa correta.
Sobre a anedonia, assinale a alternativa correta.
Brasil. Ministério da Saúde. Depressão. Disponível em: https://www.gov.br/saude/ptbr/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao Acesso em: 10 jul. 2023.
Em relação à fisiopatologia da depressão, assinale a alternativa correta.
No TA, a acumulação de itens é passiva e não intencional, e a tentativa de remover ou descartar os itens acumulados causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas da vida do portador desse transtorno.
A característica essencial do TA é a dificuldade persistente de descartar ou se desfazer de pertences, independentemente de seu valor real.
Quanto ao transtorno de acumulação (TA), julgue o próximo item.
Os sintomas de acumulação têm sido observados mais
frequentemente em adultos com idade acima dos 55 anos.
O DSM-V inclui o TE na seção dos transtornos do controle de impulsos.
O início do comportamento de escoriação ocorre por volta dos doze anos de idade e afeta, sobretudo, o sexo feminino, sendo as mulheres solteiras e caucasianas as pessoas mais afetadas na fase adulta.
A respeito do transtorno de escoriação (TE), julgue o item subsequente.
O TE é caracterizado pelo comportamento de causar
escoriações recorrentes na pele, o que ocasiona lesões
clinicamente verificáveis, apesar de tentativas repetidas de
cessar o comportamento.
Além da mudança de nome e de parte dos critérios diagnósticos, o DSM-V prevê a dissociação entre o diagnóstico transtornos da identidade de gênero das disfunções sexuais e parafilias.
O DSM-V utiliza o termo “disforia de gênero” a partir da concepção de gênero fundamentada necessariamente na objetividade científica, sem considerar fatores culturais para sua formulação.
São critérios para diagnosticar disforia de gênero em adolescentes e adultos o forte desejo de pertencer ao outro gênero (ou a algum gênero alternativo diferente do designado) e o forte desejo pelas características sexuais primárias e (ou) secundárias do outro gênero, desde que sem a inclusão de sentimentos e reações típicas do outro gênero.
A introdução precoce de intervenções medicamentosas, como o metilfenidato, em crianças com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), ou de antipsicóticos nos transtornos psicóticos e no autismo, não se tem mostrado favorável para a neuroplasticidade de circuitos essenciais para atenção, memória e comportamentos disfuncionais, tanto em estudos clínicos, de neuroimagem funcional, quanto em estudos experimentais.
Em alguns casos, a disforia de gênero pode ter início tardio, ocorrendo na puberdade ou na idade adulta (após os 18 anos).
O sofrimento na infância pode não se manifestar em ambientes sociais que apoiem o desejo da criança de viver o papel do outro gênero.
Crianças com idade entre 4 e 5 anos são mais propensas a expressar disforia anatômica extrema e persistente do que crianças mais velhas (entre 9 e 10 anos), adolescentes ou adultos.
A disforia de gênero pode levar ao desenvolvimento de depressão, ansiedade, abuso de substâncias e risco elevado de suicídio.