Questões de Concurso
Comentadas sobre psicopatologia em psiquiatria
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Conforme o DSM-5-TR, esta jovem, que não possuía história anterior de transtorno mental diagnosticado, provavelmente está sofrendo de transtorno
Na abordagem do evento, a equipe procedeu, nesta ordem,
I. Como primeira medida, a equipe realizou prontamente a contenção assistida do paciente em cama com cabeceira inclinada e contando com 4 enfermeiros para imobilizar cada membro com talas largas de tecido resistente.
II. Em seguida, medicou o paciente com uma ampola de haldol (5mg), uma ampola de prometazina (50mg) e uma ampola de Diazepam (10mg), intramuscular.
III. Após tranquilização do paciente, a equipe relaxou as contenções, sempre atenta para evitar incidentes, e o médico aprimorou a coleta de informações para estabelecer uma hipótese diagnóstica mais provável.
Das medidas efetuadas, está(ão) correta(s) apenas:
Leia o caso clínico a seguir.
S. de 56 anos, há 2 anos tem apresentado alterações de comportamento, com surgimento insidioso e progressão gradual. Começou a ter dificuldade em manter-se em sua profissão (serralheiro), pois distraia-se com facilidade com conversas ou outras máquinas que estavam ao seu redor. Seu chefe o repreendia e ele parecia não se importar com isso. Após 3 meses, ele foi demitido e não conseguiu mais emprego. Apresentou inicialmente maior irritabilidade, labilidade emocional, evoluindo para desinibição comportamental, apatia, comportamento perseverante, hiperoralidade (pegava comida dos pratos dos filhos e enchia a boca até engasgar-se e regurgitar) além de um declínio importante na cognição social e nas capacidades executivas. Sua memória está relativamente preservada. Apresenta hipercolesterolemia desde os 50 anos e hipertensão arterial desde os 45 anos. Faz uso de Losartana desde os 58 anos. Nega diabetes.
O diagnóstico compatível com o quadro clínico é
Leia o caso clínico a seguir.
Um homem de 45 anos é encaminhado à avaliação de um psiquiatra forense após ser preso e acusado de um crime de tentativa de homicídio há 3 meses. Na prisão, era frequentemente encontrado vagando desorientado pelos corredores. Ele apresenta comportamento estranho e respostas incomuns, durante a avaliação inicial, com respostas aproximadas. Ao ser questionado sobre seu nome, ele responde com nomes de pessoas famosas, mas de maneira hesitante e incoerente. Quando perguntado sobre a data atual, ele fornece uma resposta incorreta e pouco precisa. Durante a conversa, o paciente apresenta um sorriso irônico e parece desviar o olhar enquanto responde às perguntas. Ele parece confuso e tem dificuldade em manter a atenção. Quando questionado sobre sua localização atual, ele dá respostas vagas e não relacionadas ao lugar em que está preso. Ao ser perguntado sobre o suposto crime, desconversa, como se estivesse confuso.
Na entrevista com familiares e testemunhas, não há relatos de antecedentes psicopatológicos ao longo de sua vida. À época do delito, não há descrição de alterações psicopatológicas de grande monta.
Durante o exame físico, o paciente parece ter dificuldade em andar de maneira coordenada e seus movimentos são desajeitados. Ele também relata dores de cabeça intermitentes e visão turva, mas não há sinais físicos objetivos que justifiquem esses sintomas.
Diante do exposto acima no caso, o diagnóstico
psicopatológico compatível e a decisão pericial são,
respectivamente:
Analise o caso clínico a seguir.
Um senhor de 77 anos foi ao pronto socorro acompanhado por seus familiares com a queixa de ele estar agitado há 5 dias. Nesse período passou subitamente a ficar mais distraído. Tira pequenos cochilos durante o dia, intercalando períodos de tranquilidade com períodos em que fica agitado, principalmente no período noturno. Há 2 dias tem relatado que nas paredes do quarto, na penumbra, animais brilhantes desfilam, “como num sonho”, que o deixava angustiado. Há 1 dia se queixou que eu olho esquerdo estava “caído” É portador de hipertensão arterial e diabetes. Faz uso de enalapril e metformina. Nunca fez tratamento com psiquiatra, mas já fez psicoterapia aos 20 anos em um período em que se sentia desanimado. Antes do ocorrido estava bem e tanto o paciente quanto seus familiares negaram evento estressor. Negou abuso de drogas. Na avaliação se apresentou com atitude indiferente, sonolento, desorientado, desatento, com memória imediata reduzida, pensamento lentificado, eutímico, com lentificação psicomotora e tremores de extremidade finos em repouso, sem crítica. Apresentava ptose palpebral esquerda, com dilatação pupilar.
O(s) sintoma(s) psicopatológico(s) evidente(s) e a
síndrome envolvida são:
Analise o caso clínico a seguir.
Uma mulher, de 33 anos é presa e encaminhada à internação psiquiátrica após tentar invadir a casa de uma celebridade, apresentador de TV, de sua cidade. Ao ser questionada, a mulher nega que esteja invadindo o local. Afirma veementemente que mora na propriedade, com seus filhos e esposo. Refere não entender o porquê de seu esposo a ignorar e mandar prendê-la desta forma. Torna-se agitada, irritada, gritando muito, chamando pelo seu esposo e referindo que ele mandou uma mensagem para ir até a referida casa. Segue reafirmando que seu esposo, famoso, mora naquela residência com ela, e que a ama muito.
O quadro psicopatológico compatível com o caso acima é
a Síndrome de
Leia o caso clínico a seguir.
Um jovem de 16 anos vinha apresentando há 3 anos comprometimento de seu rendimento (baixo rendimento acadêmico) e progressivo afastamento social. Na realidade, sempre fora um pouco mais retraído que os colegas. Há 8 meses, passou a apresentar piora acentuada. Segundo os pais, começou a falar sozinho, ficar em seu quarto a maior parte do tempo com janelas e cortinas fechadas, aparentando estar com muito medo. Por vezes, falava que havia espíritos maus querendo destruí-lo. Os exames complementares clínicos e neurológicos não evidenciaram alterações.
O diagnóstico em psiquiatria é fundamentado em sinais e sintomas psicopatológicos, além de análise das possíveis etiologias do transtorno, bem como a evolução da sintomatologia ao longo da curva vital. Vários fenômenos psicopatológicos são característicos de determinada afecção mental, mas podem estar presentes também em outras patologias psiquiátricas. A partir do caso clínico, os componentes psicopatológicos e conceituais inerentes ao diagnóstico descrito são:
Leia o relato a seguir.
Você me pergunta como eu me sinto... e eu não sei dizer ao certo. Parece que não consigo sentir mais nada. Eu queria, Deus, como eu queria sentir ao menos raiva. Mas parece que o mundo é assim mesmo. Afinal de contas, pra que continuar a sentir as coisas que já não fazem mais sentido serem sentidas?
Esse relato é de uma paciente que procurou o ambulatório
de psiquiatria. A alteração psicopatológica compatível com
o quadro clínico é