Questões de Concurso
Comentadas sobre psicopatologia em psiquiatria
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I. A ausência de habilidades sociais é um critério central no diagnóstico de TEA.
II. Os sintomas devem estar presentes desde o período precoce do desenvolvimento.
III. O diagnóstico de TEA exclui a presença de comportamentos repetitivos e interesses restritos.
IV. O TEA pode estar associado a déficits intelectuais em parte dos casos.
Estão corretas as afirmativas:
Assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem entre as diversas estratégias reabilitativas.
Assinale a alternativa que apresenta a estratégia de reabilitação psicossocial aplicada na comunidade que tem maior evidência de eficácia na promoção da recuperação de pessoas com transtornos mentais graves.
Assinale a alternativa que apresenta uma configuração de dinâmica familiar mais associada ao surgimento de psicopatologias graves.
Assinale a alternativa que descreve corretamente um exemplo de prevenção primária em saúde mental.
Assinale a alternativa que apresenta a abordagem inicial mais adequada.
Assinale a alternativa que contém um dos domínios avaliados no sistema AMPD.
O exemplo exposto se refere a qual tipo de mecanismo de defesa do ego, de acordo com a teoria psicanalítica?
Caso um paciente relate descontrole financeiro, humor irritável, sentimento de tristeza intenso, ruminação acerca de uma perda significativa, insônia, falta de apetite e perda de peso — sinais que podem se assemelhar a um episódio depressivo —, deve-se considerar o diagnóstico diferencial de episódios maníacos mistos.
A fobia específica, diagnóstico comum em vítimas de assédio moral no trabalho, caracteriza-se pelo medo de constrangimento ou humilhação no trabalho, além do medo de avaliação negativa em outras situações sociais.
Dalgalarrondo. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. 3ª edição. Artmed: Porto Alegre, 2019.
Sobre a psicopatia, avalie as afirmativas a seguir.
I. Para Kurt Schneider, as personalidades anormais relevantes para a psiquiatria seriam as chamadas personalidades psicopáticas, que incluiriam as pessoas cuja anormalidade de personalidade lhes faria sofrer e causaria sofrimento à sociedade (as pessoas que com elas convivem); para Schneider, as personalidades anormais, inclusive as psicopáticas, não são doenças mentais (que para ele deveriam ter substrato corporal conhecido ou suposto); são apenas variações de normas populacionais; essa ideia permeia os conceitos atuais de transtorno de personalidade.
II. O Transtorno de Personalidade Antissocial é a forma de se compreender “sociopatias”, “psicopatias”, sendo critérios para o diagnóstico, conforme o DSM-5: i. fracasso em ajustarse às normas sociais relativas a comportamentos legais; ii. tendência à falsidade, a mentir repetidamente, a falsificar nomes, documentos, trapacear para ganho pessoal ou por prazer; iii. extremo autocontrole, planejando cuidadosamente suas ações futuras; iv. ausência de remorso, verificada pela indiferença ou racionalização em relação a ter ferido, maltratado, prejudicado gravemente ou roubado outras pessoas. Assim, verifica-se a incapacidade de experimentar culpa e de aprender com a experiência, particularmente com a punição.
III. O tratamento do transtorno de personalidade antissocial normalmente é bem-sucedido, com psicoterapias (em especial a psicanalítica) e medidas de reabilitação social.
Está correto o que se afirma em