Questões de Concurso
Comentadas sobre transtornos dissociativos em psicologia
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Relato Clínico: Um cirurgião plástico do hospital solicitou ao psicólogo que faça uma apreciação clínica documentada de maior abrangência possível sobre uma paciente. Relata que essa paciente já fez algumas cirurgias de pequeno porte. Na última consulta no hospital, a paciente manifestou um sofrimento psíquico intenso, com uma marca no corpo. Diz a paciente que tal marca lhe impede de viver bem, causando prejuízos para sua vida social e ocupacional. O cirurgião relata que a paciente traz marcas reais e outras que ele acredita não se justificarem intervenção. São, porém, percebidas por ela de modo diferente. Tais percepções são provocadas por uma insatisfação corporal intensa. O médico acrescenta, ao seu relato, que ela apresenta um corpo com tatuagens e outros sinais. Sua insatisfação com seu corpo é constante e em diversas partes. Agora ela incomodou-se com locais no corpo onde não há relevância para intervenção. A paciente acredita que os olhares nos ambientes em que frequenta são dirigidos para essa marca, motivo que a faz solicitar ao médico agendamento de nova intervenção.
O psicólogo insere também no seu documento a classificação de sua hipótese diagnóstica para apresentar ao médico. Esse profissional utiliza da Classificação Internacional de Doenças (CID–10) para indicar as possibilidades do transtorno mental e comportamental descrito. De acordo com o relato clínico, a situação enquadra-se no código
I. Em casos de depressão grave, pode ocorrer o delírio de negação de órgãos.
II. No caso e pacientes esquizofrênicos, é comum a sensação de que o corpo pode estar sendo controlado ou manipulado por agentes externos.
III. Pacientes histéricos podem perceber seus órgãos genitais como insensíveis ou perigosos.
Assinale:
A terapia em formato grupal é possível, mas é incompatível com os critérios de sistematização, mensuração e psicoeducação típicos dessa abordagem e é ineficaz para tratar alguns transtornos, como os dissociativos.
O TPM é considerado uma habilidade de se dissociar da realidade, uma estratégia criativa e eficiente para proteger-se, por exemplo, de trauma terrível vivido na infância.
O caso hipotético acima descrito é compatível com o diagnóstico de
dos Distúrbios Mentais, em sua quarta revisão) substituiu os
conceitos de psicose, neurose e perversão pela noção de distúrbio.
Na segunda revisão de classificação das doenças (CID-10), a
OMS definiu os distúrbios mentais e do comportamento segundo
os mesmos critérios do DSM-IV. Considerando essas
classificações, dois pacientes, um diagnosticado com distúrbio
dissociativo e outro, com diagnóstico de perturbação do curso do
pensamento, podem apresentar, respectivamente