Questões de Concurso Comentadas sobre psicologia
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A ideação suicida entre adolescentes está associada, entre outros fatores, à falta de perspectivas de futuro e à baixa tolerância à frustração.
A automutilação é mais frequente em adolescentes e adultos jovens que em indivíduos da terceira idade.
É evidente, sobretudo no contexto educacional, um efeito contágio da automutilação, no sentido de que indivíduos próximos àqueles que têm hábitos de se ferir tendem a adquirir esses mesmos hábitos.
A automutilação diz respeito a uma necessidade interna de manejo ou alívio da dor psíquica, ainda que transformando-a em dor física.
Os casos de automutilação relacionam-se diretamente a pensamentos de morte e ideação suicida.
No caso de Josué, o psicólogo pode auxiliar a criança a desenvolver a autonomia e a ampliar seu repertório comunicativo, favorecendo a socialização e o acesso à aprendizagem.
A promoção de ações de fortalecimento do protagonismo da família, assim como a garantia de acesso aos direitos, constitui estratégia de reabilitação psicossocial no caso de Josué.
A avaliação do quadro de Josué, possível prevenção de agravos e ofertas à reabilitação devem ser oferecidas pelo Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), enquanto porta de entrada do SUS.
Uma das técnicas que o psicólogo poderá utilizar no caso de Josué é a redução de comportamentos não adaptativos.
No caso de Josué, a construção de um projeto terapêutico singular deve envolver ações de orientação à mãe quanto à direção do tratamento.
Josué pode ser beneficiado com um atendimento articulado, que envolva profissionais e equipe técnica de referência, trabalho em rede e pluralidade de abordagens, a fim de que se possa atender às demandas inerentes ao seu caso.
Autolesão e comportamentos disruptivos e desafiadores estão ausentes em quadros como o de Josué.
Josué apresenta transtorno de comunicação social pragmática.
Ausência de postura antecipatória é comum em quadros como o de Josué.
Em se tratando de expressão subjetiva da dor, entrevistas semiestruturadas não são recomendadas para sua avaliação.
Disforia e depressão são quadros que podem estar associados na dor crônica.
Quadros psicopatológicos podem interferir na percepção e no enfrentamento da dor.
O componente afetivo da dor pode ser influenciado pela intensidade da sensação da dor.
A dimensão sensorial da dor é insuscetível a variáveis cognitivas ou motivacionais.
A dor experimental envolve um sofrimento significativo, sendo marcada pelo envolvimento psicológico do sujeito em análise.