Questões de Concurso Comentadas sobre psicologia
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No Brasil, Seligmann-Silva (1994) identifica a existência de um campo de estudo interdisciplinar voltado para a análise das conexões entre saúde mental e trabalho, mediante a integração de “olhares” distintos, apresentando o conceito de desgaste como opção conceitual integradora. O desgaste psíquico foi associado, pelo autor, à imagem de “mente consumida” reunindo as seguintes abrangências:
I. quadros clínicos relacionado são desgaste orgânico da mente;
II. oscilações do humor associadas à transtornos de personalidade;
III. as variações do “mal-estar”, das quais a fadiga é uma das analisadas;
IV. desgastes que afetam a identidade do trabalhador, ao atingir valores e crenças, que podem ferir a dignidade e a esperança.
Dos itens acima, verifica-se que está(ão) correto(s)
No célebre experimento da prisão simulada desenvolvido na Universidade de Stanford, em 1971, o psicólogo Philip Zimbardo buscou estudar as reações humanas na situação de cativeiro, mas o estudo foi interrompido por importantes questões éticas incidentes sobre o experimento. O mais importante resultado dessa pesquisa para o campo da psicologia social se articula:
Segundo Piaget a criança ao fazer uso de um objeto como se fosse outro (por exemplo, uma caixa de fósforos como um carrinho) ou de uma situação como outra (como na brincadeira de casinhas em que a criança representa situações da vida diária), demonstra o início da capacidade de formação de esquemas simbólicos. Para a teoria piagetiana, esses comportamentos são típicos do seguinte período de desenvolvimento:
Desde a ascensão do nazi-fascismo, no período entre as duas guerras mundiais, a psicologia social vem produzindo estudos sobre a exclusão, interrogando-se sobre os motivos pelos quais, em sociedades aparentemente democráticas e igualitárias, sejam aceitas práticas injustas e discriminatórias frente aos considerados “diferentes”. Essas pesquisas indicam que a exclusão se relaciona:
“Poderes e prozacs são artefatos de uma mesma cultura em que todos os domínios da experiência humana estão sendo radicalmente alterados. Ao mesmo tempo que é possível reconstruir e remodelar corpos ao gosto do cliente, providencia-se para que sua alma seja aquietada com produtos psicofarmacológicos” (VORRABER, Marisa. A educação na cultura da mídia e do consumo. Lamparina: Rio de Janeiro, 2009, p.62).
Esses fenômenos vêm sendo estudados por diversos autores nas áreas da Psicologia Social e Psicologia Educacional
e se articulam:
A análise institucional francesa pensa o conceito de instituição como:
Foucault, no conhecido livro Vigiar e Punir, pensa o nascimento da psicologia como uma ciência do indivíduo, como disciplina da norma que regula, vigia, realiza uma ortodoxia da subjetividade. Félix Guattari e Sueli Rolnik pensam a subjetividade como:
“Pensar a tarefa pedagógica de formar profissionais e cidadãos autônomos, éticos e criativos é se defrontar com uma série de questões teórico-práticas. Freud disse que ‘educar, ao lado de governar e psicanalisar é uma profissão impossível’, tese também postulada por Castoriadis que defende que o caráter impossível da pedagogia e da psicanálise decorre sobretudo da necessidade de ambas terem como elemento de suporte uma autonomia que ainda não existe e ao mesmo tempo contribuir para a própria autonomia do sujeito” (MACIEL, Ira Maria. Psicologia e Educação: novos caminhos para formação. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2001, p.16).
Nesse contexto, o professor teria como meta: