Questões de Concurso Comentadas sobre psicologia

Foram encontradas 50.259 questões

Q1683069 Psicologia

No que se refere à dor e sua neurofisiologia, julgue o item subsequente.


A dor visceral é também denominada neuropática e caracteriza-se por lesão ocorrida nos nervos periféricos, geralmente após traumatismos ou doenças e infecções virais.

Alternativas
Q1683068 Psicologia

No que se refere à dor e sua neurofisiologia, julgue o item subsequente.


A dor pode ser classificada em dor referida ou dor patológica.

Alternativas
Q1683067 Psicologia

No que se refere à dor e sua neurofisiologia, julgue o item subsequente.


A dor pode ser definida como uma experiência desagradável no âmbito sensorial e emocional, que integra aspectos cognitivos, interpessoais e psíquicos.

Alternativas
Q1683066 Psicologia
Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.


De acordo com os princípios e as atribuições postulados pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo, é vedado ao psicólogo auxiliar pacientes na tomada de decisão ou preparar psicologicamente a criança para o final da vida.

Alternativas
Q1683061 Psicologia
Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.


As sensações de exclusão, de não pertencimento ou mesmo de abandono apresentadas por Luana desencadeiam a criação de defesas que estão comprometendo seu processo de enfrentamento da doença.

Alternativas
Q1683060 Psicologia
Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.


O afastamento para tratamento pode trazer consequências no âmbito interpessoal e afetivo de Luana.

Alternativas
Q1683059 Psicologia
Luana, de 8 anos de idade, foi diagnosticada com câncer há 20 dias. Os pais relatam que a criança, logo que soube, ficou mais quieta, calada e isolada; mantém-se boa parte do tempo em seu quarto e chora com frequência desde o início. Preocupada com o tratamento, ela sempre faz o seguinte questionamento aos pais ou mesmo ao médico responsável pelo caso: “Qual será o próximo passo?” (sic). Pede que não lhe escondam nada. Diz ter medo da morte. Há uma semana, em um dos momentos a sós com os pais, ela declarou: “Sinto que sou um peso para vocês. Tenho medo de nunca mais poder voltar à escola. Não entendo por que isso aconteceu logo comigo. Queria só poder ter minha vida de volta... sair desse hospital, ir para a escola, fazer meus deveres, encontrar meus amigos e passear com minha família. Tenho certeza de que vocês também pensavam em outras coisas pra mim. Não é justo comigo nem com vocês” (sic).

A partir desse caso clínico hipotético, julgue o item a seguir, considerando o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), a Classificação Internacional das Doenças (CID-10), o Código de Ética Profissional do Psicólogo, noções de psicologia hospitalar e o papel do psicólogo nesse contexto.


O isolamento associado ao choro fácil e ao medo da morte apresentados por Luana são sintomas característicos de quadro depressivo em fase inicial.

Alternativas
Q1683057 Psicologia

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.


Dificuldades de apego precoce e maus-tratos são fatores psicossociais importantes no desenvolvimento de quadros ou transtornos alimentares.

Alternativas
Q1683056 Psicologia

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.


A pica pode ser diagnosticada junto com outros transtornos alimentares.

Alternativas
Q1683055 Psicologia

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.


O transtorno alimentar denominado pica caracteriza-se pela ingestão de substâncias não alimentares, frequentemente comparecendo antes dos 2 anos.

Alternativas
Q1683054 Psicologia

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.


Os fatores psicossociais desempenham papel preponderante na etiologia dos transtornos alimentares.

Alternativas
Q1683052 Psicologia

No que se refere aos transtornos alimentares, julgue o item a seguir.


Em se tratando de alterações alimentares na infância, há de se considerar o que se ingere, além da forma como se faz a ingestão.

Alternativas
Q1681311 Psicologia

Vygotsky e os conceitos de pensamento e fala

Por V. SOUZA e P. ANDRADA (adaptado).


“O pensamento é uma nuvem, da qual a fala se desprende em gotas” (Vygotsky, 1925). Por meio desta afirmação poética, Vygotsky traz à tona a relação que pretendemos abordar aqui: a fala como expressão do psiquismo. 

O autor salienta que não há como estudar o pensamento e a fala a não ser pelo método dialético, que confere um caráter histórico às questões ligadas ao comportamento humano. Ele afirma que a questão do pensamento e da fala supera os limites das ciências naturais e se transforma em um fato histórico-social (Vygotsky, 1934). Segundo ele, é pela aquisição da fala que nos relacionamos socialmente e, ao mesmo tempo, interferimos na construção do meio. O que o sujeito pensa, interpreta e expressa é o que ele apreende de seu entorno, mas também, dialeticamente, é pela fala que este mesmo sujeito pode interagir e transformar o mundo (Vygotsky, 1931). 

Considera, o autor, que a fala, inicialmente, exerce a função de comunicação entre a criança e o meio e, nesse processo, vai construindo as condições para que se transforme em fala interna, quando exercerá a função de organizar o pensamento. A fala interna se desenvolve mediante as trocas estruturais e funcionais derivadas da fala social (Vygotsky 1934). Por volta dos dois anos de idade, as curvas do desenvolvimento da fala e do pensamento se encontram, em um processo exclusivamente humano. O autor aponta que neste momento em que ocorre o estabelecimento de um nexo entre estas duas funções (fala e pensamento) há um grande salto no desenvolvimento do sujeito. 

A partir deste salto advindo do desenvolvimento da fala, a criança pode explorar a relação entre signo e significado. A palavra, que era inicialmente para a criança uma propriedade externa do objeto, passa a ter um significado simbólico, que o autor denomina de função simbólica da fala. Essa conquista abre portas para a criança se apropriar de uma gama maior de experiências circundantes em sua realidade.

A palavra é o signo que conceitua e, ao mesmo tempo, representa o objeto, dando-lhe sentido como um predicado do pensamento. À medida que a fala fica mais complexa, o pensamento também se torna mais desenvolvido. Cada estágio do desenvolvimento do significado das palavras representa também um novo estágio de desenvolvimento na relação entre pensamento e fala (Vygotsky, 1934). 

Por estes processos descritos por Vygotsky é que o sujeito, cada vez mais, pode ampliar suas trocas com o mundo e, assim, expandir as representações do meio ao seu redor, formar novos conceitos e desenvolver a consciência de si e da realidade. Daí a compreensão de que o sujeito é produto e produtor de sua história, constituição possível, justamente, por seu caráter histórico-social. 

(Estudos de Psicologia. Campinas. 30(3). 355-365. julho - setembro 2013. Fonte: https://bit.ly/2J3VWiH). 

Leia o texto 'Vygotsky e os conceitos de pensamento e fala' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. Segundo Vygotsky, é pela aquisição da fala que nos relacionamos socialmente e, ao mesmo tempo, interferimos na construção do meio, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.

II. O texto leva o leitor a concluir que Vygotsky considera que a fala, inicialmente, exerce a função de comunicação entre a criança e o meio e, nesse processo, vai construindo as condições para que se transforme em fala interna, quando exercerá a função de organizar o pensamento.

III. Para Vygotsky, a palavra é o signo que conceitua e, ao mesmo tempo, representa o objeto, dando-lhe sentido literal como um predicado do pensamento, ao mesmo tempo em que impede o intercâmbio de ideias e sentimentos entre os indivíduos, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681307 Psicologia

Vygotsky e os conceitos de pensamento e fala

Por V. SOUZA e P. ANDRADA (adaptado).


“O pensamento é uma nuvem, da qual a fala se desprende em gotas” (Vygotsky, 1925). Por meio desta afirmação poética, Vygotsky traz à tona a relação que pretendemos abordar aqui: a fala como expressão do psiquismo. 

O autor salienta que não há como estudar o pensamento e a fala a não ser pelo método dialético, que confere um caráter histórico às questões ligadas ao comportamento humano. Ele afirma que a questão do pensamento e da fala supera os limites das ciências naturais e se transforma em um fato histórico-social (Vygotsky, 1934). Segundo ele, é pela aquisição da fala que nos relacionamos socialmente e, ao mesmo tempo, interferimos na construção do meio. O que o sujeito pensa, interpreta e expressa é o que ele apreende de seu entorno, mas também, dialeticamente, é pela fala que este mesmo sujeito pode interagir e transformar o mundo (Vygotsky, 1931). 

Considera, o autor, que a fala, inicialmente, exerce a função de comunicação entre a criança e o meio e, nesse processo, vai construindo as condições para que se transforme em fala interna, quando exercerá a função de organizar o pensamento. A fala interna se desenvolve mediante as trocas estruturais e funcionais derivadas da fala social (Vygotsky 1934). Por volta dos dois anos de idade, as curvas do desenvolvimento da fala e do pensamento se encontram, em um processo exclusivamente humano. O autor aponta que neste momento em que ocorre o estabelecimento de um nexo entre estas duas funções (fala e pensamento) há um grande salto no desenvolvimento do sujeito. 

A partir deste salto advindo do desenvolvimento da fala, a criança pode explorar a relação entre signo e significado. A palavra, que era inicialmente para a criança uma propriedade externa do objeto, passa a ter um significado simbólico, que o autor denomina de função simbólica da fala. Essa conquista abre portas para a criança se apropriar de uma gama maior de experiências circundantes em sua realidade.

A palavra é o signo que conceitua e, ao mesmo tempo, representa o objeto, dando-lhe sentido como um predicado do pensamento. À medida que a fala fica mais complexa, o pensamento também se torna mais desenvolvido. Cada estágio do desenvolvimento do significado das palavras representa também um novo estágio de desenvolvimento na relação entre pensamento e fala (Vygotsky, 1934). 

Por estes processos descritos por Vygotsky é que o sujeito, cada vez mais, pode ampliar suas trocas com o mundo e, assim, expandir as representações do meio ao seu redor, formar novos conceitos e desenvolver a consciência de si e da realidade. Daí a compreensão de que o sujeito é produto e produtor de sua história, constituição possível, justamente, por seu caráter histórico-social. 

(Estudos de Psicologia. Campinas. 30(3). 355-365. julho - setembro 2013. Fonte: https://bit.ly/2J3VWiH). 

Leia o texto 'Vygotsky e os conceitos de pensamento e fala' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. O texto procura deixar claro para o leitor que, para Vygotsky, não há como estudar o pensamento e a fala a não ser pelo método dialético, que confere um caráter histórico às questões ligadas ao comportamento humano.

II. As informações presentes no texto permitem concluir que, para Vygotsky, a questão do pensamento e da fala supera os limites das ciências naturais e se transforma em um fato histórico-social.

III. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, por volta dos dois anos de idade, as curvas do desenvolvimento da fala e do pensamento se encontram em um processo exclusivamente humano.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681305 Psicologia

Compreensões psicológicas sobre a dependência química

Por Amanda M. Souza, em 2017 (adaptado).


Formada por sistemas teóricos distintos, a psicologia não dispõe de uma teoria comum sobre a(s) causa(s) da dependência de substâncias psicoativas. Como resultado, encontramos a elaboração de diferentes hipóteses, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou as relações estabelecidas entre os homens e o meio, como veremos a seguir.

As teorias da personalidade (modelo psicanalítico) e de aprendizagem (modelo comportamental) se destacaram na produção de possíveis explicações para uma conduta adicta. De forma resumida, nos modelos psicanalíticos, a dependência é compreendida como um sintoma e não necessariamente como causa. Na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, o sujeito incorpora a sua rotina um hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência. Por sua vez, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.

Na abordagem sistêmica, o foco da atenção terapêutica recai sobre as relações interpessoais que se dão no seio familiar, entendida como um sistema de forças. Nessa perspectiva, o conceito de dependência é entendido enquanto um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada. Desta maneira, recorre-se a droga como algo que irá conferir ao sujeito uma competência relacional que lhe falta em determinados contextos.

Na abordagem fenomenológico-existencial, a dependência constitui-se como uma possibilidade de escolha dentre as possíveis disponíveis no mundo. Essa escolha, pelo uso de psicoativos, é tida como inautêntica e deliberada, ao transferir para a droga o seu projeto de existir. Para a Gestalt-terapia, de base fenomenológica-existencial, as pessoas reconhecidas como dependentes, estão fora de seu equilíbrio ótimo, frequentemente incapazes de perceber quais as suas necessidades. Ocorrendo então, alterações nos processos funcionais de contato e afastando, distorcendo a existência do sujeito enquanto ser unificado.

Fonte: https://bit.ly/2J7IcmF.

Leia o texto 'Compreensões psicológicas sobre a dependência química' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. Após a análise do texto, é possível inferir que, na visão da abordagem sistêmica, o indivíduo recorre à droga como algo que irá lhe conferir uma fuga a um sentimento que ele deseja reprimir, como um medo ou uma necessidade fisiológica básica.

II. O texto leva o leitor a inferir que, para a Gestalt-terapia, as pessoas reconhecidas como dependentes estão fora de seu equilíbrio ótimo e, frequentemente, são incapazes de perceber quais as suas necessidades.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681304 Psicologia

Compreensões psicológicas sobre a dependência química

Por Amanda M. Souza, em 2017 (adaptado).


Formada por sistemas teóricos distintos, a psicologia não dispõe de uma teoria comum sobre a(s) causa(s) da dependência de substâncias psicoativas. Como resultado, encontramos a elaboração de diferentes hipóteses, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou as relações estabelecidas entre os homens e o meio, como veremos a seguir.

As teorias da personalidade (modelo psicanalítico) e de aprendizagem (modelo comportamental) se destacaram na produção de possíveis explicações para uma conduta adicta. De forma resumida, nos modelos psicanalíticos, a dependência é compreendida como um sintoma e não necessariamente como causa. Na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, o sujeito incorpora a sua rotina um hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência. Por sua vez, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.

Na abordagem sistêmica, o foco da atenção terapêutica recai sobre as relações interpessoais que se dão no seio familiar, entendida como um sistema de forças. Nessa perspectiva, o conceito de dependência é entendido enquanto um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada. Desta maneira, recorre-se a droga como algo que irá conferir ao sujeito uma competência relacional que lhe falta em determinados contextos.

Na abordagem fenomenológico-existencial, a dependência constitui-se como uma possibilidade de escolha dentre as possíveis disponíveis no mundo. Essa escolha, pelo uso de psicoativos, é tida como inautêntica e deliberada, ao transferir para a droga o seu projeto de existir. Para a Gestalt-terapia, de base fenomenológica-existencial, as pessoas reconhecidas como dependentes, estão fora de seu equilíbrio ótimo, frequentemente incapazes de perceber quais as suas necessidades. Ocorrendo então, alterações nos processos funcionais de contato e afastando, distorcendo a existência do sujeito enquanto ser unificado.

Fonte: https://bit.ly/2J7IcmF.

Leia o texto 'Compreensões psicológicas sobre a dependência química' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. Após a análise do texto, é possível concluir que, na perspectiva da abordagem fenomenológico-existencial, a dependência química constitui-se como uma tendência genética, com vinculações biológicas reais e comprováveis por outras ciências.

II. O texto leva o leitor a concluir que as teorias da personalidade (modelo psicanalítico) e de aprendizagem (modelo comportamental) se destacaram na produção de possíveis explicações para a dependência química.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681303 Psicologia

Compreensões psicológicas sobre a dependência química

Por Amanda M. Souza, em 2017 (adaptado).


Formada por sistemas teóricos distintos, a psicologia não dispõe de uma teoria comum sobre a(s) causa(s) da dependência de substâncias psicoativas. Como resultado, encontramos a elaboração de diferentes hipóteses, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou as relações estabelecidas entre os homens e o meio, como veremos a seguir.

As teorias da personalidade (modelo psicanalítico) e de aprendizagem (modelo comportamental) se destacaram na produção de possíveis explicações para uma conduta adicta. De forma resumida, nos modelos psicanalíticos, a dependência é compreendida como um sintoma e não necessariamente como causa. Na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, o sujeito incorpora a sua rotina um hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência. Por sua vez, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.

Na abordagem sistêmica, o foco da atenção terapêutica recai sobre as relações interpessoais que se dão no seio familiar, entendida como um sistema de forças. Nessa perspectiva, o conceito de dependência é entendido enquanto um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada. Desta maneira, recorre-se a droga como algo que irá conferir ao sujeito uma competência relacional que lhe falta em determinados contextos.

Na abordagem fenomenológico-existencial, a dependência constitui-se como uma possibilidade de escolha dentre as possíveis disponíveis no mundo. Essa escolha, pelo uso de psicoativos, é tida como inautêntica e deliberada, ao transferir para a droga o seu projeto de existir. Para a Gestalt-terapia, de base fenomenológica-existencial, as pessoas reconhecidas como dependentes, estão fora de seu equilíbrio ótimo, frequentemente incapazes de perceber quais as suas necessidades. Ocorrendo então, alterações nos processos funcionais de contato e afastando, distorcendo a existência do sujeito enquanto ser unificado.

Fonte: https://bit.ly/2J7IcmF.

Leia o texto 'Compreensões psicológicas sobre a dependência química' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. O texto leva o leitor a entender que, na abordagem sistêmica, o conceito de dependência química é entendido como um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada.

II. O texto procura destacar que, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência química se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681302 Psicologia

Compreensões psicológicas sobre a dependência química

Por Amanda M. Souza, em 2017 (adaptado).


Formada por sistemas teóricos distintos, a psicologia não dispõe de uma teoria comum sobre a(s) causa(s) da dependência de substâncias psicoativas. Como resultado, encontramos a elaboração de diferentes hipóteses, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou as relações estabelecidas entre os homens e o meio, como veremos a seguir.

As teorias da personalidade (modelo psicanalítico) e de aprendizagem (modelo comportamental) se destacaram na produção de possíveis explicações para uma conduta adicta. De forma resumida, nos modelos psicanalíticos, a dependência é compreendida como um sintoma e não necessariamente como causa. Na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, o sujeito incorpora a sua rotina um hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência. Por sua vez, no modelo inspirado nas teorias de aprendizagem, a dependência se originaria a partir de uma estratégia habitual de automedicação, na tentativa de debelar sentimentos como ansiedade, raiva ou depressão.

Na abordagem sistêmica, o foco da atenção terapêutica recai sobre as relações interpessoais que se dão no seio familiar, entendida como um sistema de forças. Nessa perspectiva, o conceito de dependência é entendido enquanto um mecanismo natural de adaptação, em que o sujeito busca uma solução para questões que exigem uma resposta adaptada. Desta maneira, recorre-se a droga como algo que irá conferir ao sujeito uma competência relacional que lhe falta em determinados contextos.

Na abordagem fenomenológico-existencial, a dependência constitui-se como uma possibilidade de escolha dentre as possíveis disponíveis no mundo. Essa escolha, pelo uso de psicoativos, é tida como inautêntica e deliberada, ao transferir para a droga o seu projeto de existir. Para a Gestalt-terapia, de base fenomenológica-existencial, as pessoas reconhecidas como dependentes, estão fora de seu equilíbrio ótimo, frequentemente incapazes de perceber quais as suas necessidades. Ocorrendo então, alterações nos processos funcionais de contato e afastando, distorcendo a existência do sujeito enquanto ser unificado.

Fonte: https://bit.ly/2J7IcmF.

Leia o texto 'Compreensões psicológicas sobre a dependência química' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. Os modelos psicanalíticos propõem que o sujeito incorpora à sua rotina o hábito de consumo de substâncias psicoativas que vem a gerar a dependência na tentativa de viver continuamente sobre o domínio do princípio do prazer, conforme sugere o texto.

II. O texto sugere que existem diferentes hipóteses sobre a dependência química, que dão destaque a determinados elementos, de acordo com sua leitura acerca do funcionamento psíquico e/ou das relações estabelecidas entre os homens e o meio.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681300 Psicologia

O desenvolvimento do indivíduo na teoria de Wallon

(UAB/UECE, 2015, adaptado)


Henri Wallon, médico francês, nasceu em 1879 e morreu em 1962. Sua teoria com forte influência do materialismo histórico e dialético investigou como o sujeito se constitui pessoa. Através do estudo da criança, Wallon descobriu o desenvolvimento do Homem. Portanto, sua teoria pode ser considerada como a psicogênese da pessoa, pois compreende o ser humano em sua totalidade, através da integração entre a razão e a emoção.

Para ele, a Psicologia da Criança é fundamental, posto que a criança possui características próprias e problemas específicos. Cada idade constitui um conjunto indissociável e original de características no plano afetivo, motor, cognitivo e social. Sua concepção de infância se insere na ideia do homem como um ser organicamente social, ou seja, um ser cuja estrutura orgânica necessita da intervenção da cultura, para permanentemente evoluir e se atualizar. 

Para Wallon, o estudo da criança é essencialmente o estudo das fases que vão fazer dela um adulto. Porém, esse estudo deve ser feito tomando a própria criança como ponto de partida e a observação como método de investigação. Desse modo, será possível compreender suas manifestações, comportamentos, atitudes no conjunto de suas possibilidades, sem censura da lógica adulta. 

Como podemos perceber, para Wallon, a criança caminha do processo de indiferenciação (ainda não se percebe como um ser separado do mundo) até a diferenciação (consciência de si, identidade). Alcança, assim, a individualização, isto é, o processo de tornar-se indivíduo equilibrando razão e emoção (R-E). Por conseguinte, o sujeito maduro deverá ser capaz manter o controle sobre suas emoções.

A teoria Walloniana constrói uma criança concreta, com um corpo cuja eficiência postural, tonicidade muscular e qualidade dos gestos fornecem as pistas sobre seus estados mentais e afetivos. Nessa visão, a Pedagogia está voltada para a expressividade do “eu” na criança, ou seja, para que a criança se expresse livremente através da fala, do corpo, do jogo etc. 

Suas contribuições são fundamentais no campo da formação docente, no sentido de possibilitar conhecimentos e análises reflexivas sobre os fatores implicados nos conflitos vivenciados pelos alunos, principalmente crianças nas quais o poder das emoções é muito maior.

(Psicologia do desenvolvimento / Alessandra Silva Xavier e Ana Ignez Belém Lima Nunes. 4. ed. rev. e ampl. – Fortaleza : EdUECE, 2015. Fonte: http://bit.ly/2Og3O05)

Leia o texto 'O desenvolvimento do indivíduo na teoria de Wallon' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. De acordo com as informações do texto, Henri Wallon definiu a prioridade com que os fatores motivacionais se organizam e se relacionam na mente de uma criança ao final da primeira infância, sendo esse um dos principais fundamentos da sua teoria sobre processo decisório em adultos.

II. O texto afirma que, para Wallon, o engajamento de um indivíduo em ações cotidianas (como o trabalho e o estudo, por exemplo) está intimamente relacionado a certas experiências cognitivas e sensoriais que esse sujeito experimentou na sua primeira infância.

III. As informações presentes no texto permitem inferir que o sujeito maduro deve ser capaz de manter o controle sobre suas emoções, exceto quando seus interesses particulares são frustrados ou contrariados de qualquer forma.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1681299 Psicologia

O desenvolvimento do indivíduo na teoria de Wallon

(UAB/UECE, 2015, adaptado)


Henri Wallon, médico francês, nasceu em 1879 e morreu em 1962. Sua teoria com forte influência do materialismo histórico e dialético investigou como o sujeito se constitui pessoa. Através do estudo da criança, Wallon descobriu o desenvolvimento do Homem. Portanto, sua teoria pode ser considerada como a psicogênese da pessoa, pois compreende o ser humano em sua totalidade, através da integração entre a razão e a emoção.

Para ele, a Psicologia da Criança é fundamental, posto que a criança possui características próprias e problemas específicos. Cada idade constitui um conjunto indissociável e original de características no plano afetivo, motor, cognitivo e social. Sua concepção de infância se insere na ideia do homem como um ser organicamente social, ou seja, um ser cuja estrutura orgânica necessita da intervenção da cultura, para permanentemente evoluir e se atualizar. 

Para Wallon, o estudo da criança é essencialmente o estudo das fases que vão fazer dela um adulto. Porém, esse estudo deve ser feito tomando a própria criança como ponto de partida e a observação como método de investigação. Desse modo, será possível compreender suas manifestações, comportamentos, atitudes no conjunto de suas possibilidades, sem censura da lógica adulta. 

Como podemos perceber, para Wallon, a criança caminha do processo de indiferenciação (ainda não se percebe como um ser separado do mundo) até a diferenciação (consciência de si, identidade). Alcança, assim, a individualização, isto é, o processo de tornar-se indivíduo equilibrando razão e emoção (R-E). Por conseguinte, o sujeito maduro deverá ser capaz manter o controle sobre suas emoções.

A teoria Walloniana constrói uma criança concreta, com um corpo cuja eficiência postural, tonicidade muscular e qualidade dos gestos fornecem as pistas sobre seus estados mentais e afetivos. Nessa visão, a Pedagogia está voltada para a expressividade do “eu” na criança, ou seja, para que a criança se expresse livremente através da fala, do corpo, do jogo etc. 

Suas contribuições são fundamentais no campo da formação docente, no sentido de possibilitar conhecimentos e análises reflexivas sobre os fatores implicados nos conflitos vivenciados pelos alunos, principalmente crianças nas quais o poder das emoções é muito maior.

(Psicologia do desenvolvimento / Alessandra Silva Xavier e Ana Ignez Belém Lima Nunes. 4. ed. rev. e ampl. – Fortaleza : EdUECE, 2015. Fonte: http://bit.ly/2Og3O05)

Leia o texto 'O desenvolvimento do indivíduo na teoria de Wallon' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. A teoria de Henri Wallon, conforme apresentada pelo texto, descreve uma sequência lógica e imutável de relações intrínsecas e epistemológicas que determinam o grau de desenvolvimento motor e psicológico das crianças e dos adolescentes.

II. O texto leva o leitor a inferir que, para Henri Wallon, a Psicologia da Criança é fundamental, posto que ela possui características próprias e problemas específicos.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
27701: E
27702: E
27703: C
27704: E
27705: E
27706: C
27707: E
27708: C
27709: C
27710: E
27711: C
27712: C
27713: C
27714: D
27715: C
27716: C
27717: A
27718: A
27719: A
27720: C