Questões de Concurso Comentadas sobre psicologia

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Q1715546 Psicologia
Na saúde pública, os psicólogos sociais do trabalho são convidados a atuar: I- na prevenção, promoção e intervenção na saúde integral do trabalhador, buscando uma participação ativa na elaboração e execução de Políticas Públicas que favoreçam as condições de trabalho; II- nos encaminhamentos para atendimento individualizado; III- dentro das políticas públicas nas quais o psicólogo social do trabalho pode ter uma atuação destacada é o da Assistência Social, especialmente nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS); IV- em uma prática compatível com o modelo de produtividade imposto pela empresa; V- nos espaços de trabalho que não têm por finalidade a busca do lucro – como o setor público – oferecem mais possibilidades de atuação compatível com os pressupostos da Psicologia Social do Trabalho do que as empresas privadas; Dos itens acima descritos, estão corretos: 
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Q1715545 Psicologia
Os testes psicológicos muitas vezes são utilizados para avaliar indivíduos em algum ponto crítico ou circunstância significativa da vida. Assim sendo, poder-se-ia definir o teste psicológico como:
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Q1715544 Psicologia
Os pressupostos que conformam a Psicologia Social do Trabalho incluem: I- aspectos subjetivos relacionados ao trabalho a partir da perspectiva dos próprios trabalhadores, entendendo que o trabalho é constituído por espaços de socialização, de construção de identidades, experiências e significados, possibilitados por práticas cotidianas e interações; II- pesquisa em Psicologia Social e da aproximação de psicólogos a movimentos sociais de trabalhadores que caracterizaram o período de abertura política posterior à ditadura militar; III- ideologias profissionais e gerenciais têm a tarefa de representação positiva da autoridade de mando frente a quem manda e a quem obedece; IV- relações de trabalho estabelecidas ao longo da história do capitalismo; V- alinhamento ao discurso e aos interesses gerenciais. Dos itens acima relacionados, estão corretos:
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Q1715543 Psicologia
A Psicologia Organizacional nasceu e se consolidou enquanto uma ciência de aplicação prática, vinculada:
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Q1713457 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Claussen et al. afirmam que a violência psicológica não costuma causar mais danos no desenvolvimento infantil, pois esse é um prejuízo exclusivo da violência física, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

II. O'Hagan e Brassard et al. focalizam a conceituação dos maus-tratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos professores, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada e querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1713455 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que Garbarino et al. referem-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido.

II. Após a análise do texto, é possível inferir que rejeitar a criança, ou seja, recusar-se a reconhecer a sua importância e a legitimidade de suas necessidades é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1713452 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Uma das ideias presentes no texto é a de que a violência psicológica causa sérios danos e distorções introduzidas no mapa psicológico da criança sobre o mundo.

II. Ignorar a criança, ou seja, privá-la de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual, é um dos comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.

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Q1713451 Psicologia
A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar

(trecho de artigo adaptado)


Estudiosos (7,8) no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança, com sérios danos e distorções introduzidos em seu mapa psicológico sobre o mundo. Com essa perspectiva, Garbarino et al. (7) elencaram cinco importantes comportamentos parentais tóxicos do ponto de vista psicológico infantil para auxiliar na detecção deste abuso: rejeitar (recusar-se a reconhecer a importância da criança e a legitimidade de suas necessidades), isolar (separar a criança de experiências sociais normais impedindo-a de fazer amizades, e fazendo com que a criança acredite estar sozinha no mundo); aterrorizar (a criança é atacada verbalmente, criando um clima de medo e terror, fazendo-a acreditar que o mundo é hostil); ignorar (privar a criança de estimulação, reprimindo o desenvolvimento emocional e intelectual) e corromper (quando o adulto conduz negativamente a socialização da criança, estimula e reforça o seu engajamento em atos antissociais). Outra contribuição deste autor refere-se ao contexto cultural e social onde ocorre a violência, sendo consenso de que o reconhecimento de maus-tratos psicológicos depende substancialmente do contexto em que se está inserido. Nessa linha, o reconhecimento de maus-tratos psicológicos será efetuado quando comunicar uma mensagem cultural específica de rejeição ou prejudicar relevante processo de socialização e desenvolvimento psicológico (7,8).

Diferentes ângulos têm sido adotados pelos autores ao estudarem violência psicológica na infância. O'Hagan (9) e Brassard et al. (10) focalizam a conceituação dos maustratos psicológicos durante o desenvolvimento infantil no comportamento dos pais, em que esses repetidamente convencem a criança de que ela é a pior, que não é amada, querida, ou que seu único valor é comparado com a necessidade dos outros.

Jellen et al. (11) sinalizam que a violência psicológica tem sido considerada como ponto central do abuso infantil e da negligência. Claussen et al. (12) afirmam que a violência psicológica pode causar mais danos no desenvolvimento infantil do que a violência física.

Os possíveis efeitos, na criança, da convivência com violência psicológica são enumerados por vários estudiosos, tais como: incapacidade de aprender, incapacidade de construir e manter satisfatória relação interpessoal, inapropriado comportamento e sentimentos frente a circunstâncias normais, humor infeliz ou depressivo e tendência a desenvolver sintomas psicossomáticos (3,6,7,8).


(Disponível em: http://bit.ly/2Ktv9gk). 
Leia o texto 'A (in)visibilidade da violência psicológica na infância e adolescência no contexto familiar' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Jellen et al. sinalizam que a violência psicológica tem sido desassociada do abuso infantil e da negligência, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.

II. O texto apresenta ao leitor a ideia de que estudiosos no desenvolvimento psicológico infantil mostram que a violência psicológica acarreta ataques ao ego da criança.

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Q1713450 Psicologia
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)


(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).


A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma, um apelo contra as condições amorais das clínicas psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.

O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram uma revolução psiquiátrica e um tratamento verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.

A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos familiares e comprometer-se com a construção dos projetos de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.

Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares, respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares e usuários e articulações intersetoriais que potencializem suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

Esta definição institui a grande importância destes centros de reabilitação e atendimento para toda a população, remontando de forma equipada e humanizada a valorização do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
Leia o texto 'Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A psicologia clínica aplicada às instituições impede e dificulta a higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental, conforme sugere o texto.

II. As informações presentes no texto permitem inferir que o CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias deles, para que lhes sejam tolhidas as capacidades de agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

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Q1713449 Psicologia
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)


(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).


A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma, um apelo contra as condições amorais das clínicas psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.

O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram uma revolução psiquiátrica e um tratamento verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.

A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos familiares e comprometer-se com a construção dos projetos de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.

Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares, respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares e usuários e articulações intersetoriais que potencializem suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

Esta definição institui a grande importância destes centros de reabilitação e atendimento para toda a população, remontando de forma equipada e humanizada a valorização do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
Leia o texto 'Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Após a análise do texto, é possível inferir que o CAPS deve considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros.

II. O texto sugere que a psicologia clínica aplicada às instituições foi, em suma, o maior reforço em favor das condições amorais das clínicas psiquiátricas.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713448 Psicologia
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)


(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).


A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma, um apelo contra as condições amorais das clínicas psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.

O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram uma revolução psiquiátrica e um tratamento verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.

A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos familiares e comprometer-se com a construção dos projetos de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.

Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares, respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares e usuários e articulações intersetoriais que potencializem suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

Esta definição institui a grande importância destes centros de reabilitação e atendimento para toda a população, remontando de forma equipada e humanizada a valorização do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
Leia o texto 'Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Após a análise do texto, é possível concluir que o CAPS deve proporcionar o cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

II. O CAPS realiza ações que reduzem a capacidade de prestação de serviços de reabilitação e atendimento para a população, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713446 Psicologia
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)


(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).


A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma, um apelo contra as condições amorais das clínicas psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.

O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram uma revolução psiquiátrica e um tratamento verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.

A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos familiares e comprometer-se com a construção dos projetos de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.

Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares, respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares e usuários e articulações intersetoriais que potencializem suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

Esta definição institui a grande importância destes centros de reabilitação e atendimento para toda a população, remontando de forma equipada e humanizada a valorização do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
Leia o texto 'Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto leva o leitor a inferir que certas instituições brasileiras, tais como: o Hospício de Juquery, o Hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.

II. A psicologia clínica aplicada às instituições está relacionada à necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental, conforme sugere o texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713445 Psicologia
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)


(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).


A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma, um apelo contra as condições amorais das clínicas psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.

O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram uma revolução psiquiátrica e um tratamento verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.

A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos familiares e comprometer-se com a construção dos projetos de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.

Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares, respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares e usuários e articulações intersetoriais que potencializem suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

Esta definição institui a grande importância destes centros de reabilitação e atendimento para toda a população, remontando de forma equipada e humanizada a valorização do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
Leia o texto 'Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As informações presentes no texto permitem concluir que o CAPS realiza serviços que buscam promover a desvalorização do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente.

II. O texto leva o leitor a entender que a atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos familiares e comprometer-se com a construção dos projetos de inserção social.

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Q1713444 Psicologia
Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)


(Walison Douglas, 2010, artigo adaptado).


A psicologia Clínica aplicada às instituições foi, em suma, um apelo contra as condições amorais das clínicas psiquiátricas, bem como a necessidade de uma higienização moral, o que veio a ser conhecida como higienização mental.

O alienismo e a teoria da degenerescência introduziram concepções da loucura e da saúde social que possibilitaram uma revolução psiquiátrica e um tratamento verdadeiramente mais humano. Pode-se dizer, como afirmam alguns autores, que instituições brasileiras, tais como: O Hospício de Juquery, O hospital Nacional de Alienados, a Colônia de Psicopatas do Engenho de Dentro e as Ligas da Higiene Mental foram instituições que, se não foram o alicerce da reforma psiquiátrica, e logo, da humanização da psicologia clínica institucional, foram, pelo menos, idealistas em prol desta mudança.

A atenção do CAPS deve incluir ações dirigidas aos familiares e comprometer-se com a construção dos projetos de inserção social. Devem ainda trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.

Os projetos terapêuticos dos CAPS devem ser singulares, respeitando-se diferenças regionais, contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe, iniciativas locais de familiares e usuários e articulações intersetoriais que potencializem suas ações. O CAPS deve, ainda, considerar o cuidado intra, inter, e transubjetivo, articulando recursos de natureza clínica – incluindo medicamentos – de moradia, de trabalho, de lazer, de previdência e outros, através do cuidado clínico oportuno e programas de reabilitação psicossocial.

O CAPS vem ajudando não só os portadores de síndromes, mas também as famílias dos mesmos, para que saibam agir e reagir mediante as situações que podem ocorrer.

Esta definição institui a grande importância destes centros de reabilitação e atendimento para toda a população, remontando de forma equipada e humanizada a valorização do indivíduo enquanto ser humano e enquanto paciente
Leia o texto 'Psicologia Clínica aplicada às Instituições (CAPS)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Uma das ideias presentes no texto é a de que os projetos terapêuticos dos CAPS devem respeitar as contribuições técnicas dos integrantes de sua equipe.

II. O texto leva o leitor a concluir que o CAPS deve trabalhar com a ideia de gerenciamento de casos, personalizando o projeto de cada paciente na unidade e fora dela, e desenvolver atividades para a permanência diária no serviço.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1709460 Psicologia
Os traços de caráter obsessivo e compulsivo, a tendência à avareza, ao desejo de controlar a si mesmo e aos outros, assim como as tendências a fantasias de onipotência e pensamento mágico são associados, por Freud, ao perfil:
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Q1709459 Psicologia
A contribuição da psicologia no Sistema Único de Saúde (SUS), segundo Benevides, pode estar no entrecruzamento do exercício dos três princípios de:
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Q1709458 Psicologia
Ao atender uma adolescente, um psicólogo vem a saber que a paciente está sofrendo sucessivos maus-tratos. Alertando-a de que comunicará o fato à autoridade competente, a paciente lhe diz que só relatou os fatos porque o profissional lhe havia assegurado sigilo. Nessas circunstâncias, de acordo com o Código de Ética, o psicólogo deverá:
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Q1709456 Psicologia
Mario (42 anos) e Sofia (34 anos) estavam casados há 12 anos, quando Mario suspeitou que Sofia tivesse com um amante. Encontrava-se muito ansioso e passou a ter insônia, o que lhe trouxe muitos outros sintomas e decidiu por iniciar uma psicoterapia. Preocupada com o marido, Sofia telefonou ao psicólogo de Mario e solicitou um relatório psicológico sobre o estado mental atual do esposo. Segundo o Código de Ética Profissional do Psicólogo, o psicólogo de Mario:
Alternativas
Q1709454 Psicologia
A partir da Reforma Psiquiátrica, foi necessário envolver a atenção básica na formulação do matriciamento em saúde mental, para reconhecer as necessidades de cada território. Em relação ao apoio matricial em saúde mental, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1709453 Psicologia
Diversas são as propostas de atendimento do psicólogo no serviço público. Uma delas é aquele entendido como uma proposta voltada para a melhoria das relações entre os serviços de saúde e os usuários do serviço, primando pela escuta, pelo processamento da demanda dos sujeitos e, quando possível, pela resolução imediata do problema. Assinale a alternativa que corresponde a esse dispositivo.
Alternativas
Respostas
27521: D
27522: C
27523: D
27524: B
27525: D
27526: A
27527: A
27528: C
27529: D
27530: B
27531: B
27532: A
27533: C
27534: A
27535: C
27536: B
27537: A
27538: C
27539: A
27540: B