Questões de Concurso Comentadas sobre psicologia

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Q1678771 Psicologia
Caso clínico 13A1-I

         Denis, de 15 anos de idade, estudante, foi encaminhado pela escola para avaliação psicológica. De acordo com os pais dele, Denis sempre foi um menino muito agitado e “esquisito”, mas que "fazia o que precisava fazer" e parecia conseguir lidar bem com isso. No atendimento psicológico, a mãe iniciou com o seguinte relato: “Doutor, as coisas foram só piorando. Primeiro, ele nunca gostou de dormir. Mexia e remexia a noite toda desde pequeno. Sempre muito agressivo e impaciente. A gente percebia que ele era mais agitado que o normal, pois temos outra filha e ela era completamente diferente dele quando tinha a mesma idade. O medo, Denis só apresentou depois; na verdade, o pavor veio depois que a irmã se trancou, sem querer, no quarto. Denis ficou incontrolável. Chorava e se batia, dizendo que nunca mais veria a irmã. Nessa época, ele tinha 4 anos. Depois dessa situação, ficou com muito medo de tudo. Certa vez, ele disse que não entraria no carro, pois tinha medo de que colidisse contra um ônibus. Mas cada dia era uma coisa diferente. Procuramos ajuda na época, e ele foi acompanhado por psiquiatra e psicólogo. Depois de 1 ano, recebeu alta. Mas ele sempre foi um menino diferente. Na escola, as coisas pioraram de um ano pra cá: o rendimento dele caiu, ele não consegue acompanhar as aulas e não faz tarefas. Esse ano mesmo, já é repetente... é a terceira vez que faz. Nunca teve amigos. Seu círculo social é pobre e não se sustenta. É imaturo demais. Chama de amigo o garoto que conheceu há dois dias na Internet. Passa muito tempo trancado no quarto, envolvido com jogos e redes sociais. Está mais calado e na dele. Já peguei Denis falando sozinho algumas vezes. Tem uns comportamentos estranhos: há 3 meses, aproximadamente, estávamos todos dormindo em casa. Era tarde da noite. Nossa filha sentiu o cheiro de velas e correu pro quarto dele. A única coisa que ele dizia era: 'Frente à treva, só a luz... Eu sou a luz do mundo!’, enquanto segurava velas — e tinha mais umas 15 acessas em toda a casa. Foi preciso chamar o Corpo de Bombeiros. Ninguém segurava ele" (sic). 
        O pai de Denis acrescentou: "Tem épocas que ele está mais tranquilo. Mas já me disse que tem algo na sua cabeça que não o deixa descansar, mas que não pode falar muito a respeito ‘por motivos de segurança’. Ontem, a coordenadora da escola nos contatou. Pensávamos que tivesse relação com a queda de rendimento, mas ela nos pediu que comparecêssemos à escola. Na reunião agendada, nos contou que Denis foi pego se autolesionando na hora do intervalo. Ao ser interrompido, não falava coisa com coisa. Só dizia: 'Não me interrompam. Tenho uma missão! Vocês saberão qual será minha verdadeira identidade'" (sic).
Considerando as contribuições da psicanálise, julgue o item subsequente, referente ao caso clínico 13A1-I.

Forclusão é defesa apresentada por Denis frente à castração.
Alternativas
Q1678766 Psicologia
Caso clínico 13A1-I

         Denis, de 15 anos de idade, estudante, foi encaminhado pela escola para avaliação psicológica. De acordo com os pais dele, Denis sempre foi um menino muito agitado e “esquisito”, mas que "fazia o que precisava fazer" e parecia conseguir lidar bem com isso. No atendimento psicológico, a mãe iniciou com o seguinte relato: “Doutor, as coisas foram só piorando. Primeiro, ele nunca gostou de dormir. Mexia e remexia a noite toda desde pequeno. Sempre muito agressivo e impaciente. A gente percebia que ele era mais agitado que o normal, pois temos outra filha e ela era completamente diferente dele quando tinha a mesma idade. O medo, Denis só apresentou depois; na verdade, o pavor veio depois que a irmã se trancou, sem querer, no quarto. Denis ficou incontrolável. Chorava e se batia, dizendo que nunca mais veria a irmã. Nessa época, ele tinha 4 anos. Depois dessa situação, ficou com muito medo de tudo. Certa vez, ele disse que não entraria no carro, pois tinha medo de que colidisse contra um ônibus. Mas cada dia era uma coisa diferente. Procuramos ajuda na época, e ele foi acompanhado por psiquiatra e psicólogo. Depois de 1 ano, recebeu alta. Mas ele sempre foi um menino diferente. Na escola, as coisas pioraram de um ano pra cá: o rendimento dele caiu, ele não consegue acompanhar as aulas e não faz tarefas. Esse ano mesmo, já é repetente... é a terceira vez que faz. Nunca teve amigos. Seu círculo social é pobre e não se sustenta. É imaturo demais. Chama de amigo o garoto que conheceu há dois dias na Internet. Passa muito tempo trancado no quarto, envolvido com jogos e redes sociais. Está mais calado e na dele. Já peguei Denis falando sozinho algumas vezes. Tem uns comportamentos estranhos: há 3 meses, aproximadamente, estávamos todos dormindo em casa. Era tarde da noite. Nossa filha sentiu o cheiro de velas e correu pro quarto dele. A única coisa que ele dizia era: 'Frente à treva, só a luz... Eu sou a luz do mundo!’, enquanto segurava velas — e tinha mais umas 15 acessas em toda a casa. Foi preciso chamar o Corpo de Bombeiros. Ninguém segurava ele" (sic). 
        O pai de Denis acrescentou: "Tem épocas que ele está mais tranquilo. Mas já me disse que tem algo na sua cabeça que não o deixa descansar, mas que não pode falar muito a respeito ‘por motivos de segurança’. Ontem, a coordenadora da escola nos contatou. Pensávamos que tivesse relação com a queda de rendimento, mas ela nos pediu que comparecêssemos à escola. Na reunião agendada, nos contou que Denis foi pego se autolesionando na hora do intervalo. Ao ser interrompido, não falava coisa com coisa. Só dizia: 'Não me interrompam. Tenho uma missão! Vocês saberão qual será minha verdadeira identidade'" (sic).
Ainda com relação ao caso clínico 13A1-I, julgue o item a seguir, de acordo com o DSM-V, a CID-10 e a psicopatologia.

Denis não apresenta delirium.
Alternativas
Q1678762 Psicologia
Caso clínico 13A1-I

         Denis, de 15 anos de idade, estudante, foi encaminhado pela escola para avaliação psicológica. De acordo com os pais dele, Denis sempre foi um menino muito agitado e “esquisito”, mas que "fazia o que precisava fazer" e parecia conseguir lidar bem com isso. No atendimento psicológico, a mãe iniciou com o seguinte relato: “Doutor, as coisas foram só piorando. Primeiro, ele nunca gostou de dormir. Mexia e remexia a noite toda desde pequeno. Sempre muito agressivo e impaciente. A gente percebia que ele era mais agitado que o normal, pois temos outra filha e ela era completamente diferente dele quando tinha a mesma idade. O medo, Denis só apresentou depois; na verdade, o pavor veio depois que a irmã se trancou, sem querer, no quarto. Denis ficou incontrolável. Chorava e se batia, dizendo que nunca mais veria a irmã. Nessa época, ele tinha 4 anos. Depois dessa situação, ficou com muito medo de tudo. Certa vez, ele disse que não entraria no carro, pois tinha medo de que colidisse contra um ônibus. Mas cada dia era uma coisa diferente. Procuramos ajuda na época, e ele foi acompanhado por psiquiatra e psicólogo. Depois de 1 ano, recebeu alta. Mas ele sempre foi um menino diferente. Na escola, as coisas pioraram de um ano pra cá: o rendimento dele caiu, ele não consegue acompanhar as aulas e não faz tarefas. Esse ano mesmo, já é repetente... é a terceira vez que faz. Nunca teve amigos. Seu círculo social é pobre e não se sustenta. É imaturo demais. Chama de amigo o garoto que conheceu há dois dias na Internet. Passa muito tempo trancado no quarto, envolvido com jogos e redes sociais. Está mais calado e na dele. Já peguei Denis falando sozinho algumas vezes. Tem uns comportamentos estranhos: há 3 meses, aproximadamente, estávamos todos dormindo em casa. Era tarde da noite. Nossa filha sentiu o cheiro de velas e correu pro quarto dele. A única coisa que ele dizia era: 'Frente à treva, só a luz... Eu sou a luz do mundo!’, enquanto segurava velas — e tinha mais umas 15 acessas em toda a casa. Foi preciso chamar o Corpo de Bombeiros. Ninguém segurava ele" (sic). 
        O pai de Denis acrescentou: "Tem épocas que ele está mais tranquilo. Mas já me disse que tem algo na sua cabeça que não o deixa descansar, mas que não pode falar muito a respeito ‘por motivos de segurança’. Ontem, a coordenadora da escola nos contatou. Pensávamos que tivesse relação com a queda de rendimento, mas ela nos pediu que comparecêssemos à escola. Na reunião agendada, nos contou que Denis foi pego se autolesionando na hora do intervalo. Ao ser interrompido, não falava coisa com coisa. Só dizia: 'Não me interrompam. Tenho uma missão! Vocês saberão qual será minha verdadeira identidade'" (sic).
Ainda com relação ao caso clínico 13A1-I, julgue o item a seguir, de acordo com o DSM-V, a CID-10 e a psicopatologia.

O nível de ansiedade e o pavor apresentados por Denis na situação em que sua irmã ficou trancada no quarto foi fator predisponente para o desenvolvimento do transtorno de estresse pós-traumático.
Alternativas
Q1678761 Psicologia
Caso clínico 13A1-I

         Denis, de 15 anos de idade, estudante, foi encaminhado pela escola para avaliação psicológica. De acordo com os pais dele, Denis sempre foi um menino muito agitado e “esquisito”, mas que "fazia o que precisava fazer" e parecia conseguir lidar bem com isso. No atendimento psicológico, a mãe iniciou com o seguinte relato: “Doutor, as coisas foram só piorando. Primeiro, ele nunca gostou de dormir. Mexia e remexia a noite toda desde pequeno. Sempre muito agressivo e impaciente. A gente percebia que ele era mais agitado que o normal, pois temos outra filha e ela era completamente diferente dele quando tinha a mesma idade. O medo, Denis só apresentou depois; na verdade, o pavor veio depois que a irmã se trancou, sem querer, no quarto. Denis ficou incontrolável. Chorava e se batia, dizendo que nunca mais veria a irmã. Nessa época, ele tinha 4 anos. Depois dessa situação, ficou com muito medo de tudo. Certa vez, ele disse que não entraria no carro, pois tinha medo de que colidisse contra um ônibus. Mas cada dia era uma coisa diferente. Procuramos ajuda na época, e ele foi acompanhado por psiquiatra e psicólogo. Depois de 1 ano, recebeu alta. Mas ele sempre foi um menino diferente. Na escola, as coisas pioraram de um ano pra cá: o rendimento dele caiu, ele não consegue acompanhar as aulas e não faz tarefas. Esse ano mesmo, já é repetente... é a terceira vez que faz. Nunca teve amigos. Seu círculo social é pobre e não se sustenta. É imaturo demais. Chama de amigo o garoto que conheceu há dois dias na Internet. Passa muito tempo trancado no quarto, envolvido com jogos e redes sociais. Está mais calado e na dele. Já peguei Denis falando sozinho algumas vezes. Tem uns comportamentos estranhos: há 3 meses, aproximadamente, estávamos todos dormindo em casa. Era tarde da noite. Nossa filha sentiu o cheiro de velas e correu pro quarto dele. A única coisa que ele dizia era: 'Frente à treva, só a luz... Eu sou a luz do mundo!’, enquanto segurava velas — e tinha mais umas 15 acessas em toda a casa. Foi preciso chamar o Corpo de Bombeiros. Ninguém segurava ele" (sic). 
        O pai de Denis acrescentou: "Tem épocas que ele está mais tranquilo. Mas já me disse que tem algo na sua cabeça que não o deixa descansar, mas que não pode falar muito a respeito ‘por motivos de segurança’. Ontem, a coordenadora da escola nos contatou. Pensávamos que tivesse relação com a queda de rendimento, mas ela nos pediu que comparecêssemos à escola. Na reunião agendada, nos contou que Denis foi pego se autolesionando na hora do intervalo. Ao ser interrompido, não falava coisa com coisa. Só dizia: 'Não me interrompam. Tenho uma missão! Vocês saberão qual será minha verdadeira identidade'" (sic).
Considerando o caso clínico 13A1-I, julgue o item seguinte, com base no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) e na psicopatologia.

Há evidências de alucinações cinestésicas no quadro de Denis.
Alternativas
Q1671636 Psicologia
A elaboração de hipóteses exige a reflexão sobre a língua. A consciência metalinguística colabora para a apreensão e o uso adequado da língua, e diversos estudos apontam para sua importância na aprendizagem da leitura e da escrita. No processo de alfabetização, a consciência é ______________, é a consciência metalinguística que se caracteriza pela capacidade de refletir sobre a estrutura sonora da fala, bem como manipular seus componentes estruturais.
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto:
Alternativas
Q1671635 Psicologia
Jovens que tentam suicídio ou pensam nele tendem a ter históricos de doença emocional. Eles são mais propensos a serem perpetradores ou vítimas de violência e a ter problemas na escola, acadêmicos ou comportamentais. Muitos sofreram maus-tratos na infância e têm graves problemas de relacionamento. Sendo assim esses jovens:
Alternativas
Q1671634 Psicologia
A euforia ou alegria patológica e a elação (ou expansão do Eu) constituem a base da síndrome maníaca Além disso, é fundamental e está quase sempre presente a aceleração de todas as funções psíquicas (taquipsiquismo), manifestando-se como agitação psicomotora, exaltação, loquacidade ou logorreia e pensamento acelerado. Dos sinais e sintomas das síndromes maníacas, é CORRETO afirmar que a desinibição sexual e social:
Alternativas
Q1671633 Psicologia
A experiência normal do tempo implica a ampliação de um agora que se estende ao passado e se dirige ao porvir. Implica também um movimento mental que integra o fluir dos acontecimentos objetivos e externos à dimensão temporal subjetiva, ou seja, ao devir da vida subjetiva. A anormalidade da sensação do fluir do tempo corresponde:
Alternativas
Q1671632 Psicologia
Sendo o ajustamento depressivo algo vital, as intervenções orientadas para o otimismo, como por exemplo, pedir ao cliente que este deve ser mais otimista com a vida são ineficazes e, ainda podem comprometer o vínculo terapêutico uma vez que demonstra uma pobre qualidade de presença do terapeuta. Na Gestalt Terapia a tristeza é vista como:
Alternativas
Q2686696 Psicologia

De acordo com os princípios do Behaviorismo e da Análise do Comportamento julgue as alternativas a seguir e marque a CORRETA:

Alternativas
Q2686693 Psicologia

Em relação à estruturação da Psicologia como um novo campo de saber/fazer na área da saúde, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa CORRETA:


I. O modelo biomédico, ainda vigente, compõe uma forte tradição paradigmática.

II. Em geral, os cursos de graduação ofertam currículos de forma não integrada, o que dificulta a formação do (a) estudante para atuar no Sistema Único de Saúde (SUS).

III. Na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), o psicólogo é corresponsável pelo fortalecimento dos dispositivos de cuidado.

IV. É função do (a) psicólogo (a), em sua atuação no (SUS), promover intervenções de controle social, ou seja, atuar junto aos gestores nos programas e projetos de higiene social.

V. Dentre outros aspectos, é possível inferir que, a medicalização faz com que as questões sociais sejam tidas como de ordem estritamente biológicas.

Alternativas
Q2686691 Psicologia

Na atenção básica, algumas compreensões devem ser consideradas como norteadoras para fundamentar a organização da rede na perspectiva de acolher, abordar e cuidar de pessoas em situação de crise no território. Julgue as alternativas a seguir e assinale a que possui compreensão ou conduta fundamentada no paradigma psicossocial de cuidado.

Alternativas
Q2686687 Psicologia

Na escolha de um instrumento de avaliação psicológica, é imprescindível que o psicólogo verifique se o teste?

Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2686685 Psicologia

O psicólogo de uma Unidade Básica de Saúde - UBS foi abordado por um dos profissionais da equipe que lhe pediu que conversasse com um dos seus Agentes Comunitários de Saúde - ACS, o qual nos últimos meses vem apresentando comportamentos de evitação de atividades sociais e preocupação excessiva em ser criticado ou rejeitado pela equipe. Após a entrevista com este ACS, o psicólogo identificou, além dos comportamentos mencionados pelo colega, os seguintes traços: sentimentos persistentes e invasivos de tensão e apreensão; taquicardia e sudorese em alguns momentos do dia; crença de ser socialmente inepto, pessoalmente desinteressante ou inferior aos outros; relutância em se envolver nas atividades grupais do território e restrições no estilo de vida devido à necessidade de segurança física. Diante do caso e características mencionadas, esse colaborador apresenta classes de sintomas de ordem?

Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2686683 Psicologia

No processo de recrutamento, a análise das necessidades faz com que se desenhe um perfil do que é esperado do candidato. Assim, traçado o perfil, é preciso definir, prioritariamente para o processo seletivo?

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2686681 Psicologia

No que se refere à psicologia da saúde e à atuação do psicólogo nessa área, julgue os itens que se seguem e marque a alternativa CORRETA:


( ) A prevenção no campo da psicologia refere-se, sobretudo, a um conjunto de procedimentos clínicos direcionado ao tratamento de uma psicopatologia.

( ) A reabilitação e a diminuição da prevalência de enfermidades constituem objetivos primordiais da promoção de saúde.

( ) A intervenção primária não preconiza, necessariamente, ações psicológicas especializadas.

( ) A realização de dinâmicas de grupos e a organização de grupos informativos são vedadas ao psicólogo que atua na intervenção primária.

Alternativas
Q2686679 Psicologia

A violência sexual é uma das manifestações da violência de gênero mais cruéis e persistentes. Acerca de aspectos relacionados ao abuso sexual, julgue as alternativas abaixo e marque a CORRETA:

Alternativas
Q2686677 Psicologia

Em relação as técnicas psicoterápicas, julgue as alternativas a seguir e marque a INCORRETA:

Alternativas
Q2686675 Psicologia

Julgue os itens que se seguem, a respeito do psicodiagnóstico e marque a alternativa CORRETA:


( ) O ludodiagnóstico e outros testes com partes mais lúdicas são indicados como métodos de investigação e de intervenção com crianças.

( ) Em momentos de crises vitais, deve-se priorizar tratamentos visando o apaziguamento do paciente, recorrendo-se, inclusive, a medicamentos se necessário, até que haja condições de realização de psicodiagnóstico.

( ) A abordagem clínica frente aos testes psicológicos pode causar equívocos e excessos que inviabilizam a validade do método. Nesse sentido, seria um equívoco, por exemplo, a decisão de se interromper o teste se a criança dissesse estar cansada por ter que fazer muitos desenhos.

( ) O psicodiagnóstico pode ser encerrado, antes da realização de todos os testes previstos, uma vez que já se tenha a confirmação das hipóteses levantadas.

Alternativas
Q2686674 Psicologia

Acerca da postura ética do psicólogo, marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
27221: C
27222: C
27223: E
27224: E
27225: D
27226: C
27227: B
27228: A
27229: A
27230: D
27231: D
27232: E
27233: B
27234: C
27235: D
27236: A
27237: D
27238: A
27239: A
27240: E