Questões de Concurso
Comentadas sobre psicopatologia em psicologia
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No que se refere ao exame neuropsicológico, julgue os seguintes itens.
O principal objetivo da avaliação neuropsicológica consiste na identificação de centros funcionais lesionados.
Joana, com setenta anos de idade, procura o médico, preocupada com seu marido, José, que tem oitenta e sete anos de idade. De acordo com ela, José anda dizendo coisas sem sentido, não lembra o que acabou de fazer, não consegue reproduzir um caso poucos minutos depois que o ouviu ou o narra logo em seguida como se fosse novidade. Além disso, não lembra quem é o atual presidente da República.
Tendo como referência esse caso clínico, julgue os itens a seguir, a respeito das funções neuropsicológicas e da função da memória.
O caso em tela indica que José tem comprometimento da
memória episódica, visto que ele apresenta empobrecimento
importante de conhecimentos gerais.
Joana, com setenta anos de idade, procura o médico, preocupada com seu marido, José, que tem oitenta e sete anos de idade. De acordo com ela, José anda dizendo coisas sem sentido, não lembra o que acabou de fazer, não consegue reproduzir um caso poucos minutos depois que o ouviu ou o narra logo em seguida como se fosse novidade. Além disso, não lembra quem é o atual presidente da República.
Tendo como referência esse caso clínico, julgue os itens a seguir, a respeito das funções neuropsicológicas e da função da memória.
José apresenta comprometimento da memória semântica, ao
demonstrar incapacidade de reter vivências recentes.
Julgue os itens seguintes, que se referem a neuropsicologia, neuroanatomia, funções neuropsicológicas, atenção, memória e linguagem.
Alterações do nível da linguagem acarretam prejuízos a todas
as funções psíquicas.
Julgue os próximos itens, a respeito da neuroanatomia básica e do desempenho de suas funções.
Atividades construtivas, habilidades visuoespaciais e
percepção do tempo são algumas dimensões da função
cognitiva.
As demências frontais ou frontotemporais representam a segunda causa de demências degenerativas e revelam-se, habitualmente, por distúrbios de comportamento. Com relação aos critérios diagnósticos das demências frontotemporais, julgue os próximos itens.
São considerados procedimentos terapêuticos nas demências
frontais ou frontotemporais: manter o sujeito, por mais tempo
possível, no meio familiar e social; investigar e procurar tratar
as perturbações comportamentais que só podem agravar o risco
de afastamento social do demente; excluir toda medicação que
possa agravar o déficit cognitivo; saber propor uma proteção
jurídica adaptada.
As demências frontais ou frontotemporais representam a segunda causa de demências degenerativas e revelam-se, habitualmente, por distúrbios de comportamento. Com relação aos critérios diagnósticos das demências frontotemporais, julgue os próximos itens.
Depressão e ansiedade, sentimentalidade excessiva, ideias
fixas, ideias suicidas, ideias falsas, precoces e efêmeras;
indiferença emotiva, falta de empatia, apatia e amimia são
aspectos que, iniciados após os sessenta e cinco anos de idade,
sem antecedentes familiares, estão relacionados aos distúrbios
afetivos.
As demências frontais ou frontotemporais representam a segunda causa de demências degenerativas e revelam-se, habitualmente, por distúrbios de comportamento. Com relação aos critérios diagnósticos das demências frontotemporais, julgue os próximos itens.
Nos distúrbios da linguagem, verificam-se redução do volume
verbal, estereotipias, ecolalia, perseverações e mutismo tardio.
A respeito das bases da neuroanatomia, julgue os itens subsequentes.
Os distúrbios da personalidade se devem às ligações do lobo
frontal com o sistema límbico e com as estruturas que regulam
as manifestações autonômicas da vida emocional.
I. Normalidade como ausência de doença: Normal, do ponto de vista psicopatológico, seria, então, aquele indivíduo que simplesmente não é portador de um transtorno mental definido. Tal critério é bastante falho e precário, pois, além de redundante, baseia-se em uma “definição negativa”, ou seja, define-se a normalidade não por aquilo que ela supostamente é, mas, sim, por aquilo que ela não é, pelo que lhe falta. II. Normalidade ideal: A normalidade aqui é tomada como uma certa “utopia”. Estabelece-se arbitrariamente uma norma ideal, o que é supostamente “sadio”, mais “evoluído”. Tal norma é, de fato, socialmente constituída e referendada. Depende, portanto, de critérios socioculturais e ideológicos arbitrários, e, às vezes, dogmáticos e doutrinários. III. Normalidade subjetiva. Aqui é dada maior ênfase à percepção subjetiva do próprio indivíduo em relação a seu estado de saúde, às suas vivências subjetivas. O ponto falho desse critério é que muitas pessoas que se sentem bem, “muito saudáveis e felizes”, como no caso de sujeitos em fase maníaca, apresentam, de fato, um transtorno mental grave.